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	<title>Paulo Rebêlo &#187; voip</title>
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	<description>rebelox .:. jornalismo de precisão e crônicas imprecisas</description>
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		<title>Telefone híbrido: fixo e celular juntos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jun 2006 02:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Preocupado com a quantidade de taxas, aparelhos e contas diferentes que você precisa pagar de telefonia fixa e móvel? Pois, aos poucos, a chamada telefonia híbrida começa a ganhar corpo no Brasil, com as operadoras fazendo testes &#8211; e comercializando &#8211; os primeiros aparelhos que juntam o celular e o fixo em único produto, compartilhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preocupado com a quantidade de taxas, aparelhos e contas diferentes que você precisa pagar de telefonia fixa e móvel? Pois, aos poucos, a chamada telefonia híbrida começa a ganhar corpo no Brasil, com as operadoras fazendo testes &#8211; e comercializando &#8211; os primeiros aparelhos que juntam o celular e o fixo em único produto, compartilhando contas e facilitando a vida do usuário. Em tese, o funcionamento é bem simples: quando você está em casa, o aparelho efetua ligações pela rede fixa; saiu de casa, o sinal de celular é utilizado para completar as chamadas. Confira como isso funciona e quais as estratégias das operadoras.<br />
<span id="more-188"></span><br />
Paulo Rebêlo / Folha de Pernambuco</p>
<p>É com essa realidade em mente que as operadoras telefônicas começam, aos poucos, a testar e comercializar telefones híbridos, que juntam em um mesmo aparelho a praticidade da telefonia móvel e os custos mais baratos da fixa. Com apenas um produto, o consumidor opera em duas redes: na móvel, a mesma que se usa nos telefones celulares hoje em dia, como GSM e CDMA. E na fixa, a ligação é feita pela rede Wi-Fi das operadoras, que cobram o mesmo valor das chamadas comuns, ou com um adaptador no aparelho convencional.</p>
<p>Tudo é realizado automaticamente, de um jeito imperceptível ao usuário quando ocorre a troca de redes. Na prática, a popularização dos telefones híbridos no Brasil pode ameaçar o mercado dos telefones fixos, mas somente nas grandes cidades. Afinal, a rede Wi-Fi é a mesma da internet sem fio já adotada hoje em dia, o que inviabiliza &#8211; ao menos a curto e médio prazo &#8211; o uso fora dos centros urbanos.</p>
<p><strong>USO COMERCIAL -</strong></p>
<p>O telefone híbrido já é realidade em algumas regiões atendidas pela Brasil Telecom, enquanto a aposta do mercado para as operadoras deslancharem no Nordeste em outras regiões fica apenas para 2007, apesar de a Telemar também mostrar-se interessada em antecipar a novidade. Depois de apresentar ao mercado agora em junho, no próximo mês a Brasil Telecom coloca em operação comercial o primeiro fixo-móvel do País, voltado ao uso residencial e de pequenas empresas.</p>
<p>O aparelho oferecido é o celular V3 da Motorola, pelo qual basta acoplar um pequeno dispositivo na linha do telefone fixo para que as chamadas sejam automaticamente encaminhadas à rede fixa &#8211; cujas tarifas são inferiores às da rede celular, evidentemente. A principal mudança técnica é invisível ao usuário, pois está no software do aparelho celular. No caso, por enquanto apenas o V3 é habilitado, segundo a operadora a preços mais em conta do que quando comprado no esquema tradicional da telefonia móvel.</p>
<p>O dispositivo acoplado na linha fixa também é oferecido em parceria com a Motorola. A comunicação entre o adaptador e o celular é feita por uma tecnologia sem fio chamada de Bluetooth, comum em produtos tecnológicos e notebooks.</p>
<p>De acordo com o diretor de Marketing e Produtos da Motorola, Roberto Shigueo, a empresa está em conversas avançadas com todas as operadoras brasileiras e aposta na tecnologia para beneficiar o consumidor antenado em novidades. “O software no celular reconhece qual o sinal mais forte para dar a melhor qualidade de voz possível, o da rede móvel ou Wi-Fi (internet) e efetua a chamada. É ainda mais cômodo”, explica.</p>
<p><b>Telemar na jogada &#8211; </b></p>
<p>Procurada pela reportagem, a Telemar segue o protocolo de não revelar estratégias ou comentar sobre lançamentos em estudo. Por meio de nota, a empresa apenas confirma que a novidade “está em teste com fabricantes”. Nos bastidores, o mercado espera da Telemar, para muito em breve, o resultado e o prospecto comercial de um teste integrado entre a telefonia fixa e móvel com um aparelho funcionando na rede GSM da Oi (o braço móvel da Telemar) e na rede Wi-Fi, por onde a empresa também oferece internet sem fio em Pernambuco.</p>
<p>Segundo operadores da indústria da telecomunicações, a Telemar já possui quase todo o equipamento necessário para permitir a convergência entre as redes, estando agora em fase de análise mercadológica, ou seja, sobre quais os lugares atendidos pela operadora que podem oferecer um retorno garantido. Para o executivo da Motorola Roberto Shigueo, o público-alvo da telefonia híbrida será “aquela pessoa que respira tecnologia, mas também quem gosta de estar atualizado com os benefícios das novidades de consumo”, aposta o diretor de Marketing.</p>
<p>Mesmo sem saber, a maior parte dos clientes pós-pagos da Telemar e da Oi, por exemplo, já faz ligações por meio da plataforma convergente da operadora, que reúne planos como o popular “Oi Conta Total” que agrega telefonia fixa, móvel, internet rápida e chamadas de longa distância. Nesse ponto, o Brasil não fica devendo a países desenvolvidos. Nos Estados Unidos, somente agora os primeiros telefones híbridos começam a surgir para o consumidor residencial.</p>
<p><b>Comodidade é o maior trunfo -</b></p>
<p>Uma pesquisa realizada pela Brasil Telecom revelou um cenário inusitado, porém, conhecido por bastante gente: em casa, o consumidor muitas vezes prefere usar o celular, que está ao lado, do que se levantar e ir até o aparelho fixo para efetuar uma ligação rápida. Na concepção dessas pessoas, o custo de uma chamada rápida, mesmo sendo maior, compensa pela comodidade.</p>
<p>Segundo o diretor de produtos e serviços da Brasil Telecom, Eugênio Pimenta, é justamente esse público que deve presenciar os maiores benefícios da telefonia híbrida. “A gente sabe que 30% das chamadas para fixo são feitos de celular, é um fato. Quem liga de casa para outro fixo, vai se identificar com os planos e, certamente, economizar no final do mês”, admite Pimenta.</p>
<p>De acordo com os cálculos do executivo, a redução de custos com os telefonemas durante a semana pode chegar a 84% na chamada individual por minuto em um perfil típico de uso. Durante os finais de semana, não adianta nem calcular porque vai contar o pulso único, quando os telefonemas entre a rede fixa só computam um pulso independentemente de quanto tempo você passe na linha. “É um celular que funciona como um telefone sem fio que fora de casa vira novamente um celular”, compara Pimenta.</p>
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		<title>Blackberry: computador (e telefone) na palma da mão</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jun 2006 13:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O nome é bem estranho, mas a febre é mundial. Finalmente, as operadoras começam a oferecer os aparelhos chamados de Blackberry, um fenômeno da telecomunicação moderna que já conquistou milhões de pessoas mundo afora, grande parte por conta da versatilidade de usar internet, telefonia, agenda e mensagens em um aparelho portátil, simples e direto. Relativamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nome é bem estranho, mas a febre é mundial. Finalmente, as operadoras começam a oferecer os aparelhos chamados de Blackberry, um fenômeno da telecomunicação moderna que já conquistou milhões de pessoas mundo afora, grande parte por conta da versatilidade de usar internet, telefonia, agenda e mensagens em um aparelho portátil, simples e direto. Relativamente desconhecido no Brasil, a investida chega com atraso para o usuário final, já que há um ano é oferecido apenas para empresas.<br />
<span id="more-180"></span><br />
Paulo Rebêlo / Folha de Pernambuco</p>
<p>À primeira vista, parece um aparelho chique, com tela colorida e tamanho acentuado, ao menos quando se compara com modelos modernos de telefones minúsculos de hoje. Basta uma rápida conferida para entender o motivo de o Blackberry ter se tornado uma febre nos Estados Unidos e em outros países. A exemplo do concorrente Treo, da Palm, que também está chegando ao Brasil com atraso em relação ao mercado exterior, ele funciona praticamente como um pequeno computador de mão, de fácil manuseio e portabilidade.</p>
<p>A navegação na internet e o uso de e-mails são os dois fortes do aparelho, que se sai melhor do que os celulares tradicionais que também oferecem o recurso. Quem desenvolveu o Blackberry foi a empresa canadense Resarch in Motion (RIM) cujo enfoque inicial era apenas poder receber e enviar e-mail de qualquer lugar com sinal de celular. Com o tempo, o produto tornou-se uma espécie de extensão do computador, com direito até mesmo a Google Talk e Yahoo Messenger.</p>
<p>Outra vantagem é poder sincronizar seus contatos e agendas, no meio da cidade, com o seu computador de casa ou do trabalho, já que tudo funciona a partir da rede de celular, como se fosse uma ligação. Como recursos desse tipo ainda não “pegaram” bem no Brasil, a idéia para o lançamento do Blackberry é oferecer serviços com base em mensalidades, sem limite de transferência de e-mails ou conteúdo da internet.</p>
<p><strong>Consumidor &#8212; </strong> Enquanto o Blackberry é usado em outros países por profissionais liberais (jornalistas, médicos) e estudantes mais abastados, no Brasil a estratégia é um pouco diferente. Por ter um preço maior e exigir mensalidade para uso dos serviços, a idéia das operadoras é ter, como público-alvo, aquelas pessoas mais engajadas com tecnologia e, principalmente, quem depende do e-mail e da comunicação instantânea para trabalhar &#8211; e claro, quem recebe salários melhores. </p>
<p>Não à toa, o Blackberry é oferecido pela TIM há um ano em caráter exclusivo para ambientes corporativos. Agora, com o lançamento oficial para o consumidor, as operadoras querem convencer o usuário final a aderir e a abandonar o antigo telefone celular.</p>
<p>O que difere o Blackberry de um palmtop é a conveniência. O aparelho pode até ser comparado a um celular super-equipado, com tela de boa visibilidade e bateria de longa duração. De acordo com a direção da Claro no Brasil, é possível ter cinco horas de conversação ou até nove dias em modo de espera (stand-by). Com o produto em mãos, você configura para verificar suas contas de e-mail, cujas mensagens são enviadas em modo seguro para o Blackberry e pode ler, editar e responder. Diferentemente dos atuais planos de navegação na internet, quando o cliente paga por megabyte transferido, as operadoras Claro e TIM querem conquistar o consumidor com mensalidades sem limite de transferência.</p>
<p>O coordenador de soluções corporativas da TIM Nordeste, Sandro Tannan, explica que é possível verificar contas de Hotmail, Gmail e até mesmo de domínio próprio, desde que o aparelho seja configurado corretamente. “Outra vantagem é a velocidade de conexão, que pode chegar a 200 kbps onde houver cobertura Edge da TIM ou até 45 kbps onde for o GPRS normal”, explica.</p>
<p><strong>Configuração &#8211; </strong> Para quem usa ou já viu um palmtop, o Blackberry é praticamente idêntico. Oferece agenda de compromissos, contatos, softwares diversos (embutidos e para download), calendários e lista de tarefas. O aparelho vem com cabo USB para ligação com o computador, suporte à tecnologia Bluetooth (apenas para fone de ouvido sem fio), tem viva voz, vibracall e tudo o que um celular tradicional tem.</p>
<p>Cada modelo tem uma capacidade de armazenamento interna, para arquivar os e-mails, programas e outros dados. No modelo 8700g, esse limite é de 64 Mb. “O produto trabalha com grau de compactação muito grande”, explica o coordenador de soluções corporativas da TIM Nordeste. As informações enviadas e recebidas também são criptografadas.</p>
<p>Os modelos da linha 8700 trabalham com processador Intel PXA901 rodando a 312 MHz, 64 Mb de espaço (memória flash) e com 16 Mb de SDRAM &#8211; equivalente à memória RAM do computador. O teclado é alfanumérico, do tipo Qwerty (padrão) e o sistema operacional é proprietário, da própria fabricante, em Java.</p>
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		<title>Na corrida da internet banda larga, Nordeste fica para trás</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2006/04/na-corrida-da-internet-banda-larga-nordeste-fica-para-tras/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Apr 2006 21:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto o mercado de trabalho se orgulha do destaque internacional que Pernambuco alcançou no setor de Tecnologia da informação, os usuários de informática ficam a ver navios quando o assunto é internet de alta velocidade. Sem exceção, hoje quem depende de uma conexão à web para trabalhar, ou apenas quer se divertir, encontra-se à mercê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o mercado de trabalho se orgulha do destaque internacional que Pernambuco alcançou no setor de Tecnologia da informação, os usuários de informática ficam a ver navios quando o assunto é internet de alta velocidade. Sem exceção, hoje quem depende de uma conexão à web para trabalhar, ou apenas quer se divertir, encontra-se à mercê de um cenário<br />
onde quase não existe concorrência e, comumente, se depara com preços mais caros do que em outras regiões do País.<br />
<span id="more-168"></span><br />
Paulo Rebêlo / Webinsider / Folha de Pernambuco</p>
<p>Usuários de informática da Região Nordeste ficam a ver navios quando o assunto é internet de alta velocidade. Sem exceção, hoje quem depende de uma conexão à web para trabalhar, ou apenas quer se divertir, encontra-se à mercê de um cenário onde quase não existe concorrência. </p>
<p>E pior, enfrenta preços mais caros do que em outras áreas. Para se ter uma idéia, a opção mais rápida disponível na região − o Velox da Telemar com 1 Mb de velocidade − custa R$ 149,90. Este valor, para exatamente o mesmo serviço, mesmo tipo de conexão, ofertado pela mesma empresa, cai para menos da metade (R$ 62,90) no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, onde há outras operadoras e provedores em atuação.</p>
<p>As outras opções do Velox residencial disponíveis são de 300 Kbps e 600 Kbps. Ocorre que a empresa oferece, em outros Estados, o mesmo Velox com opções de 4 Mb e 8 Mb de conexão, por preços incrivelmente menores. As novas velocidades do Velox foram lançadas este ano pela Telemar, depois que a concorrência anunciou preços menores e velocidades maiores, forçando a migração de muita gente. Foi o caso, por exemplo, do serviço Virtua, da Net. Em São Paulo, é a mesma coisa, com a Telefônica e o serviço Speedy, que usa a mesma tecnologia (ADSL) do Velox.</p>
<p>Situação ainda pior estão os usuários da Região Norte. No Amazonas, onde a concorrência é ainda menor do que em outros Estados brasileiros, a conexão Telemar de 300 Kbps custa R$ 169. Para velocidade de 600 Kbps, os amazonenses pagam o absurdo de R$ 329 ao mês.</p>
<p>O resultado óbvio é que aqueles que precisam de agilidade para navegar e fazer downloads têm duas opções: aceitar e pagar o alto custo do serviço ou esquecer o assunto. Dono de um dos sites referências no cenário musical de Pernambuco, o Recife Rock, o usuário Guilherme Moura aderiu à velocidade máxima de 1 Mb. &#8220;Não agüentei dois meses com o Velox 300, é muito lento para quem precisa de velocidade para trabalhar. Migrei para 1 Mb, preciso fazer downloads e enviar MP3 por causa do site. Tenho pavor do serviço concorrente e estou satisfeito com o Velox. É realmente bem caro, mas se não temos concorrência de verdade, por que a Telemar vai investir?&#8221;, pondera Moura.</p>
<p>Na casa do usuário Heitor Moraes são três computadores e a conexão precisa ser compartilhada para todos. &#8220;Acho ótimo o que está ocorrendo no Rio e em Belo Horizonte, onde há concorrência e as pessoas têm opção. A política de preços da Telemar é uma afronta ao consumidor&#8221;, opina Moraes, que admite achar insuficiente 1 Mb de velocidade hoje em dia.</p>
<p><strong>Falta de concorrência norteia preços e disponibilidade</strong> </p>
<p>Procurada pela reportagem, a Telemar limitou-se a comentar, por meio de nota oficial, que a oferta de novas conexões são estabelecidas de acordo com a procura. Diz a nota: &#8220;Rio de Janeiro e Belo Horizonte foram as primeiras cidades a terem as novas velocidades, devido à grande demanda pelo serviço&#8221;, adicionando que a empresa deve expandir, sem dar nenhuma previsão sobre quando, as novas conexões para outros Estados. Ao ser indagada sobre a gritante diferença de preços pelo exato mesmo serviço e tecnologia, a Telemar limita-se a dizer que &#8220;a definição de preços leva em conta a realidade mercadológica das localidades&#8221;.</p>
<p>Para o presidente da Associação Brasileira de Usuários de Acesso Rápido (Abusar), Horário Belfort, a situação é bastante clara: &#8220;não tem concorrência direta, a Telemar faz o que bem entender. As operadoras de telefonia sempre vão dizer que o custo é diferente de acordo com o lugar, com a realidade do mercado, com a demanda, densidade demográfica, mão-de-obra e assim por diante, mas todo mundo sabe que não há nada disso&#8221;, dispara. Belfort recomenda uma visita ao site da Abusar, onde o parecer de vários processos judiciais contra as operadoras estão disponíveis, além de informações atualizadas sobre novos serviços. &#8220;As teles fazem o que querem com o País&#8221;, conclui.</p>
<p>Na opinião de técnicos em telecomunicações consultados pela reportagem, que não quiseram ser identificados, não existe qualquer impedimento técnico para a Telemar nivelar os preços, sendo apenas uma questão de lucro acelerado gerado pela falta de ofertas concorrentes. Somente em Pernambuco, são 62 mil assinantes do Velox.</p>
<p><strong>Diferença de preços pode cair na Justiça</strong> </p>
<p>Para a advogada Daniela Trettel, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), os assinantes podem facilmente entrar na Justiça contra as operadoras por causa dos preços divergentes. &#8220;Essa conduta pode ser classificada como abusiva frente ao Código de Defesa do Consumidor. Se a empresa pode cobrar pelo serviço metade do valor, não há justificativa para cobrar o dobro em outras praças&#8221;, explica. De acordo com ela, o usuário pode recorrer o Juizado Especial Cível (antigo Pequenas Causas), mas o ideal é primeiro procurar o Procon. Em ambos os casos, não é preciso advogado.</p>
<p>O presidente da Abusar, Horário Belfort, acha válido qualquer iniciativa para conter injustiças contra o consumidor, mas não acredita em nenhuma solução do gênero. &#8220;A Justiça brasileira é extremamente lenta e as operadoras sempre ganham. Como as tarifas de telefonia não são públicas, e sim privadas, a operadora escolhe o preço que quiser, não tem como reagir contra isso&#8221;, desanima-se Belfort. Ele sugere procurar serviços alternativos, com outros provedores, mas reconhece não haver muito a fazer quando não há alternativa para procurar.</p>
<p>Daniela Trettel, do Idec, reconhece que a decisão judicial vai muito da cabeça do juiz que for julgar o caso, o que é altamente imprevisível, sobretudo em questões de informática. No entanto, ela realça que &#8220;a questão pode ser olhada de duas maneiras: uma é que a operadora pode fixar o preço que quiser, já que atua em economia de mercado. Por outro lado, a operadora é uma concessionária de serviço público&#8221;, afirma. Daniela acredita ser &#8220;muito difícil uma operadora justificar preços tão discriminatórios&#8221;. </p>
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		<title>Telemar quer expandir VoIP para todo o Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Mar 2006 21:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco &#8211; 22.março.2006 Com toda a reclamação das operadoras em relação ao uso da telefonia pela internet (VoIP, do inglês voz sobre IP), aos poucos elas começam a oferecer soluções próprias para os clientes, sem a necessidade de um computador ou de acessórios externos. A Telemar já começou, por enquanto apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Rebêlo<br />
Folha de Pernambuco &#8211; 22.março.2006</p>
<p>Com toda a reclamação das operadoras em relação ao uso da telefonia pela internet (VoIP, do inglês voz sobre IP), aos poucos elas começam a oferecer soluções próprias para os clientes, sem a necessidade de um computador ou de acessórios externos. A Telemar já começou, por enquanto apenas nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói, Belo Horizonte e Governador Valadares. Batizado de OiVOIP, o serviço está em expansão para outras cidades brasileiras e deve chegar ao Nordeste pelos próximos meses, segundo confirma a própria empresa.</p>
<p>Reportagens anteriores (veja ao lado) reveleram o que analistas da indústria já antecipavam: as operadoras não têm como &#8211; e não querem &#8211; reverter a situação. Para não perder mercado, oferecem o serviço, mais caro, mas que abocanha uma considerável fatia de clientes por conta das facilidades práticas. Não é preciso contratar outra empresa/plano e nem entender de informática.</p>
<p>No caso da Telemar, o OiVOIP só faz ligações para Estados Unidos e Canadá. O principal diferencial é não haver necessidade de usar o computador, basta ter uma conexão em banda larga (Velox) e um telefone comum. A Telemar vende o adaptador para ser acoplado no aparelho convencional, que converte o sinal para digital e transmite a voz do cliente pela internet, via rede da Telemar em parceria com a americana Net2Phone, até o destino.</p>
<p>O serviço também funciona para quem mora em outros países,  sendo possível adquirir um número virtual e usufruir de tarifas locais ao telefonar para o Brasil. Os planos são a partir de R$ 49,90 mensais com franquia 200 minutos p/ mês, fora o custo do adaptador. Para quem for falar 1000 minutos por mês, um plano promocional fornece o aparelhinho de conversão por apenas R$ 1.</p>
<p>As desvantagens ficam por conta das restrições impostas pela Telemar. De acordo com a empresa, mesmo quando chegar a outras localidades, o OiVOIP só poderá ser solicitado por clientes do Velox &#8212; hoje é assim, também. Outros serviços de banda larga não são aceitos. A assinatura, apesar de parecer bem mais barata para quem nunca usou telefonia pela internet, é mais cara do que produtos concorrentes como o Skype, por exemplo, e sem a mesma flexibilidade.</p>
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		<title>Regras de telefonia para internet não mudam</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2006/03/regras-de-telefonia-para-internet-nao-mudam/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Mar 2006 21:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco &#8211; 08.março.2006 Novo capítulo da novela para quem usa internet discada (modem e linha telefônica) no Brasil. Após meses anunciando as novas regras da telefonia, quando a tarifação por pulsos seria convertida à cobrança de minutos das ligações, o Governo Federal resolveu voltar atrás e suspender a mudança por completo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Rebêlo<br />
Folha de Pernambuco &#8211; 08.março.2006</p>
<p>Novo capítulo da novela para quem usa internet discada (modem e linha telefônica) no Brasil. Após meses anunciando as novas regras da telefonia, quando a tarifação por pulsos seria convertida à cobrança de minutos das ligações, o Governo Federal resolveu voltar atrás e suspender a mudança por completo.</p>
<p>A conversão para minutos representaria um aumento de até 150% na conta telefônica para os internautas de linha discada, a ampla maioria no País, conforme reportagens e cálculos de institutos de defesa do consumidor reveleram, seguidas vezes.</p>
<p>O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, garante que o adiamento da conversão será de, no mínimo, mais um ano. O início da mudança entraria em vigor este mês e se completaria até o final de julho. As operadoras, inclusive, já haviam anunciados tarifas e informativos para explicar aos clientes os novos preços, como foi o caso da Telemar com o site <a href="http://www.telemar.com.br/minuto">www.telemar.com.br/minuto</a></p>
<p>O ministro justifica a decisão de revogar a conversão ao afirmar que a mudança traria prejuízos para os consumidores &#8211; um fato identificado desde o primeiro dia do anúncio da mudança, por associações e usuários de internet. Segundo cálculos do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), ligações de até uma hora seriam 165,76% mais caras do que hoje. Quem passa meia hora por dia na internet, hoje, gasta R$ 30 todo mês de telefone. Com a tarifação por minutos, seria R$ 75 ao mês.</p>
<p><strong>Anatel quer plano específico para internet &#8212; </strong></p>
<p>Em discussão desde 2001, um plano específico para internautas de linha discada volta à mesa de negociações do governo e da Anatel. A idéia é seguir o exemplo já adotado por operadoras, como Telefônica e Telemar, de cobrar um valor fixo mensal e liberar o acesso, sem limite de horas, para conexões à internet. No entanto, a proposta que circula nos corredores do Ministério das Comunicações (MC) é que o valor pode vir a ser embutido na taxa de assinatura do telefone, valendo para todos os consumidores, com ou sem internet.<br />
 </p>
<p>Outra proposta é ampliar o horário de pulso único, atualmente em vigor entre 0h e 6h, quando o usuário paga apenas um pulso telefônico independente de quantas horas passe online. A proposta levantada no MC é que o início da cobrança única seja antecipada para 21h. Um plano para localidades sem provedor de acesso, também em discussão desde 2001, o chamado &#8220;0i00&#8243;, é outro tópico de volta às negociações. Tudo sem limite ou previsão de entrar em vigor, até agora.</p>
<p><strong>Outro lado: operadoras não gostaram, é claro&#8230;</p>
<p></strong>As operadoras de telefonia, evidentemente, se posicionaram contra a decisão do governo de cancelar a conversão para minutos. Para a Associação Brasileira das Prestadoras de Telefonia Fixa Comutada (Abrafix), que representa as operadoras, a tarifação por minutos seria &#8220;mais simples e benéfica para a sociedade&#8221;. Em entrevista à Folha de S. Paulo, o presidente da Telefônica, Fernando Xavier, alega que &#8220;a modificação tem que ser feita de forma a não alterar as receitas totais da empresa, quem paga menos do que deve passaria a pagar mais&#8221;.</p>
<p>Uma solução apontada por advogados e especialistas é que a Anatel deveria resolver, em separado, a situação dos internautas de linha discada. &#8220;A mudança do sistema de tarifação de pulso para minuto é, em tese, boa para o usuário pois representa uma forma mais justa de cobrança e controle. A questão passa a ser como estabelecer o valor do minuto de modo que a conversão não traga prejuízos para os usuários e para as operadoras&#8221;, opina o especialista em telecomunicações Eduardo Tude.</p>
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		<title>Internet discada sem limite de horários</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2006 18:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco &#8211; 22.fevereiro.2006 A exemplo do que ocorre em outras regiões do Brasil, finalmente a área coberta pela Telemar entra na rota do acesso discado à internet sem limite de horários. O plano &#8220;Internet sem limites&#8221; está ativado, permitindo ao usuário conectar em qualquer hora do dia sem pagar os pulsos telefônicos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Rebêlo<br />
Folha de Pernambuco &#8211; 22.fevereiro.2006</p>
<p>A exemplo do que ocorre em outras regiões do Brasil, finalmente a área coberta pela Telemar entra na rota do acesso discado à internet sem limite de horários. O plano &#8220;Internet sem limites&#8221; está ativado, permitindo ao usuário conectar em qualquer hora do dia sem pagar os pulsos telefônicos. Por R$ 29,90 mensais, você usa a mesma linha telefônica e modem, pode ficar até 24h online, qualquer dia da semana, sem esperar feriado ou aguardar até o relógio marcar meia-noite.</p>
<p>Com o &#8220;Internet sem limites&#8221;, os pulsos telefônicos não são contabilizados na conta do cliente. O plano é oferecido por meio de um 0800 geral da empresa, pelo qual o cliente pode solicitar instalação de Velox (banda larga), nova linha, reparos e outros serviços agregados. De acordo com as informações repassadas pelos atendentes da Telemar, qualquer um dos funcionários do atendimento desse plano está habilitado a cadastrar a linha do usuário.</p>
<p>Com a linha cadastrada, em menos de uma hora você já pode se conectar à internet sem limite de pulsos. Entretanto, vale realçar que há uma condição: o provedor de acesso precisa ser da Rede Telemar, ou seja, o número de conexão tem que começar pelo prefixo 1500. São vários: iG, Terra, UOL, iBest etc. Outros provedores, fora da rede, vão continuar somando os pulsos. &#8220;O sistema da gente identifica quando o provedor é da nossa rede, cujo prefixo é 1500, e deixa de contar os pulsos na casa do cliente,&#8221; explica o discurso padronizado do atendimento Telemar.</p>
<p>Para o administrador de empresas João Batista de Lima, o serviço é o único jeito de voltar a usar internet sem preocupações. &#8220;Meu filho faz faculdade de computação e não pode pesquisar ou estudar em casa como deveria, por causa da conta. Nos cadastramos logo e já estamos usufruindo. Afinal, aqui onde moramos não há opção de banda larga&#8221;, lamenta Lima, residente de Abreu e Lima.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Internet Sem Limites<br />
0800-31-0001<br />
<a href="http://www.telemar.com.br/">www.telemar.com.br</a></p>
<p><span class="chamada_media"><strong>Sem velocidade, mas com acesso</p>
<p></strong>Apesar do exponencial crescimento da internet em alta velocidade (banda larga) no Brasil, o acesso via linha discada ainda persiste na maioria dos lares brasileiros. Serviços de conexão rápida são mais caros e, o principal, não atendem toda a cidade. Há vários bairros sem cobertura, deixando os usuários sem opção alguma &#8211; assunto já abordado em edições anteriores da Folha, sobre as órfãos da banda larga.</p>
<p>É o caso da enfermeira Cléa Bastos, que não pode contratar o Velox porque não há cobertura onde mora (Jordão Alto) e precisa regular o horário, somente nos finais de semana, para usar a internet. &#8220;Não posso pesquisar para fazer trabalhos da faculdade, nem me divertir, porque ninguém consegue dormir de madrugada por causa da Telemar e acordar cedo no outro dia para trabalhar&#8221;, comenta, agora satisfeita por ter aderido ao &#8220;Internet sem limites&#8221;.</p>
<p></span><span class="chamada_media"><strong>Serviço não foi divulgado para internautas<br />
</strong><br />
Procurada pela Folha durante as duas últimas semanas, a Telemar não soube informar o motivo de não revelar aos clientes e não divulgar a oferta de internet discada sem limite de tempo na conexão.</p>
<p>Na semana passada, a empresa desmentiu, oficialmente, a informação de que iria lançar o plano de internet sem cobrança de pulsos &#8211; enquanto, na verdade, o &#8220;Internet sem limites&#8221; já estava sendo oferecido a qualquer um que perguntasse no 0800 e, posteriormente, com uma chamada no site da empresa.</p>
<p>Novamente procurada pela Folha, até o fechamento desta edição a Telemar não retornou aos pedidos de explicações e entrevistas. Até o dia 31 de julho, a conta telefônica de todos os clientes Telemar passará a ser regulada pela contagem de minutos, e não de pulsos telefônicos. Os atendentes do 0800 Telemar não souberam informar se, com a tarifação por minutos, o &#8220;Internet sem limites&#8221; manterá o preço de R$ 29,90 e as mesmas liberdades de hoje.</p>
<p><strong>Provedores para o &#8220;Internet sem limites&#8221;</strong></p>
<p>- Oi Internet<br />
- Uái<br />
- iG<br />
- iBest<br />
- Terra<br />
- BOL<br />
- iTelefonica<br />
- America Online (AOL)<br />
- Universo Online (UOL)</span></p>
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		<title>Internet três vezes mais cara</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2006 03:23:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo e Luísa Abreu Folha de Pernambuco &#8211; 08.fevereiro.2006 A partir do próximo mês, a Telemar começa a mudar a tarifação das contas telefônicas. Em Pernambuco, a previsão oficial é de que a novidade tenha início em março e, até 31 de julho, 97% dos telefones da operadora deixem de registrar pulsos para contabilizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Rebêlo e Luísa Abreu<br />
Folha de Pernambuco &#8211; 08.fevereiro.2006</p>
<p>A partir do próximo mês, a Telemar começa a mudar a tarifação das contas telefônicas. Em Pernambuco, a previsão oficial é de que a novidade tenha início em março e, até 31 de julho, 97% dos telefones da operadora deixem de registrar pulsos para contabilizar minutos de ligação. A conversão para minutos beneficia diretamente quem faz ligações curtas (de até três minutos) enquanto, por outro lado, triplica o custo de quem acessa internet por linha discada, ou seja, todas aquelas pessoas que ainda não migraram para um plano de banda larga.</p>
<p>A mudança de tarifação tem sido discutida desde o ano passado. As idéias iniciais eram de diminuir o custo da assinatura fixa, que hoje custa R$ 40, e diminuir o encargo financeiro das pessoas que usam telefone. Meses de debates entre as operadoras telefônicas e a Anatel levaram a uma resolução padronizada para todo o País: as ligações precisam ser cobradas por minutos, não mais por pulsos telefônicos. Cada pulso, hoje, representa quatro minutos de conversa. A assinatura mensal permanece a mesma.</p>
<p>Segundo a coordenadora do Departamento de Relações Institucionais da Pro Teste, Maria Inês Dolci, &#8220;a mudança irá baratear as ligações de até três minutos e o consumidor terá uma taxa fixa de 200 minutos mensais que, se ultrapassada, será paga em tempo real, a chamada minutagem. Para não ter surpresas, as ligações longas devem ser evitadas&#8221;, adverte. Aí é que mora o perigo: a conexão para internet é uma ligação longa, visto que o telefone fica ocupado enquanto o usuário navega.</p>
<p>Em Pernambuco, o minuto da ligação local vai custar R$ 0,09865 (quase dez centavos) enquanto que, hoje, o pulso cobrado a cada quatro minutos custa R$ 0,15388 (pouco mais de 15 centavos). Para a conexão internet, significa que quatro minutos vão custar R$ 0,3946 &#8211; quase 40 centavos. Entre março e julho, a Telemar informará aos clientes, por meio da conta telefônica e comunicados públicos, os prazos finais em cada área e detalhes sobre a nova conta telefônica. A lista dos municípios já está publicada no site da empresa.</p>
<p><span class="chamada_media"><strong>Sem banda larga e de olho no relógio<br />
</strong></span><span class="chamada_media" /><span class="chamada_media">Um levantamento do Ibope/NetRatings revela que o Brasil fechou 2005 com quase 4,8 milhões de internautas ativos de linha discada, o que significa 39,1% do total de usuários da internet residencial brasileira.</span><span class="chamada_media">Com a tarifação por minutos, o chamado pulso único permanece. É a medição adotada pelas operadoras entre 0h e 6h durante a semana e a partir de 14h do sábado até 6h da segunda-feira. A diferença é que agora não será pulso único, mas minuto dobrado, ou seja, vale o preço de dois minutos de uma ligação.</p>
<p></span><span class="chamada_media">A estudante Rafaela Cavalcanti, 18, tem acesso discado em casa e, para cortar gastos, só navega nos finais de semana. &#8220;Entro aos sábados e domingos por causa da tarifa reduzida e, quando preciso da internet durante a semana, vou à uma lan house&#8221;, conta.</span><span class="chamada_media">No caso dela, a mudança tarifária tende a não onerar demais a conta no final do mês, diferentemente do supervisor de atendimento Gabriel Torres e da esposa, que navegam várias horas durante o horário comercial. &#8220;Vamos ter que diminuir o tempo de conexão ou apertar outras contras da casa, é o jeito. Talvez, até pensar em migrar para um plano de banda larga&#8221;, revela Torres.</p>
<p>A opção de conectar durante a madrugada nos dias de semana, porém, pelos motivos óbvios, trata-se de alternativa impraticável para a maioria de usuários. Segundo um dos analista do Ibope/Netratings, José Calazans, dados coletados pelo instituto em 2005 mostram que o pico de uso da internet residencial no Brasil é das 19h às 21h.</p>
<p>A madrugada e o início da manhã, quando a internet continua mais barata, são os horários com menor tempo de uso. Procurada pela Folha sobre a alta nos preços, a Telemar limitou-se a responder que apenas cumpre as regras estipuladas pela Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel.</p>
<p></span><span class="chamada_media"><strong>Custo é superior a 100% de diferença</strong></span></p>
<p>A consultoria Direction, especializada em soluções de Tecnologia da Informação, elaborou um estudo específico sobre a nova tarifação das teles. De acordo com o diretor da empresa, Jairo Martins Marques, ligações acima de 1min43s perdem gradualmente a vantagem, até chegar ao limite máximo de 156% mais caras &#8211; para ligações de 160 minutos.</p>
<p>Marques e Calazans apontam o aumento da procura pelos planos de banda larga que, a partir de agora, se tornará opção bem interessante. O usuário paga um valor fixo mensal e navega por tempo indeterminado, em conexão mais rápida e limpa do que o acesso discado. O que, de certa forma, também beneficia as operadoras que disponibilizam planos de internet rápida.</p>
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		<title>Skype nacionaliza ligações pela web</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2006 03:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco &#8211; 08.fevereiro.2006 Depois de chegar oficialmente ao País e interligar os brasileiros no mundo da tecnologia de voz sobre IP (VoIP), o Skype agora quer ir além. A empresa se aliou à operadora fixa Transit Telecom para oferecer o SkypeIn, serviço que permite ligações de aparelhos comuns para o computador. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Rebêlo<br />
Folha de Pernambuco &#8211; 08.fevereiro.2006</p>
<p>Depois de chegar oficialmente ao País e interligar os brasileiros no mundo da tecnologia de voz sobre IP (VoIP), o Skype agora quer ir além. A empresa se aliou à operadora fixa Transit Telecom para oferecer o SkypeIn, serviço que permite ligações de aparelhos comuns para o computador. Isto é, você pode ligar de um orelhão na rua ou do telefone de casa para um usuário que tenha o Skype instalado no computador. Quem receber a ligação, atende pelo PC normalmente, como se fosse um terminal telefônico.</p>
<p>O SkypeIn é um dos principais serviços oferecidos pelo Skype no mundo, junto com o SkypeOut (já disponível no Brasil) que permite usar o computador para efetuar ligações para qualquer lugar com tarifas até 90% mais baratas, a depender da localidade. A parceria com a Transit é inédita na América Latina e revela a estratégia do Skype para abocanhar um pedaço do bolo das teles. Ao adquirir o serviço SkypeIn, o usuário recebe um número de telefone. É para este número que qualquer pessoa poderá telefonar e você receber. Igual à telefonia fixa.</p>
<p>A consultora em tecnologia móvel Bia Kunze resolveu aderir. Comprou dois números em Curitiba e mostra-se satisfeita com o serviço, apesar de apontar instabilidades nos primeiros dias de funcionamento. &#8220;Recebo ligações de telefones fixos de todos os lugares. A qualidade é tão boa quanto a ligação PC-PC. Muita gente está pensando em cancelar as linhas de telefonia fixa, a fim de escapar das assinaturas. Em muitos condomínios que usam internet via cabo, abdicar de linha pode realmente significar uma bela economia&#8221;, garante Bia.</p>
<p><span class="chamada_media"><strong>Especialistas alertam para as brechas de segurança</strong></span><span class="chamada_media"><strong>Sem revelar números oficias no País, o diretor-geral do Skype no Brasil, Geoffrey Prentice, revela que o Brasil é &#8220;conhecido por sua vanguarda na adoção de novas tecnologias e que está entre os cinco maiores mercados para a empresa&#8221;. No mundo todo, são 75 milhões de pessoas e 250 milhões de downloads, cujo programa é gratuito e permite, também de graça, conversas por voz de PC para PC. O SkypeIn está disponível para Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Campinas, Santos, Joinville, Caxias do Sul e São José dos Campos. Ainda este mês, chega a Salvador, Brasília e Londrina e, em março, Belém, Manaus e São Luís. Cidades do Nordeste devem entrar no esquema a partir do final de março ou abril.</p>
<p></strong>Sem revelar números oficias no País, o diretor-geral do Skype no Brasil, Geoffrey Prentice, revela que o Brasil é &#8220;conhecido por sua vanguarda na adoção de novas tecnologias e que está entre os cinco maiores mercados para a empresa&#8221;. No mundo todo, são 75 milhões de pessoas e 250 milhões de downloads, cujo programa é gratuito e permite, também de graça, conversas por voz de PC para PC. O SkypeIn está disponível para Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Campinas, Santos, Joinville, Caxias do Sul e São José dos Campos. Ainda este mês, chega a Salvador, Brasília e Londrina e, em março, Belém, Manaus e São Luís. Cidades do Nordeste devem entrar no esquema a partir do final de março ou abril.Não obstante os méritos, especialistas em segurança continuam a questionar a viabilidade técnica do Skype. Pesquisadores da Universidade de Cambridge e do Massachusetts Institute of Technology (MIT) alertam que o software pode se transformar em uma porteira aberta para hackers. O departamento de pesquisas em rede das duas universidades, garantem que &#8220;é apenas uma questão de tempo até que a técnica se torne dominante. Em nota oficial, a Skype (internacional) garante que a comunicação por voz passa por um servidor seguro e criptografado. A tecnologia codifica a voz na linguagem digital, mas os especialistas do MIT explicam que os hackers também poderiam usar esse fluxo de dados de forma maliciosa.</span><span class="chamada_media"> </span><span class="chamada_media">SERVIÇO<br />
Conheça as maravilhas do VoIP:<br />
<a href="http://www.folhape.com.br/informatica/voip.pdf">www.folhape.com.br/informatica/voip.pdf</a></p>
<p>Chegada do Skype no Brasil<br />
<a href="http://www.folhape.com.br/informatica/skypebrasil.pdf">www.folhape.com.br/informatica/skypebrasil.pdf</a></p>
<p /></span></p>
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		<title>Skype chega ao Brasil</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2005/12/skype-chega-ao-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2005 15:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco &#8211; 14.dez.2005 Ele é o terror das operadoras de telefonia e o ícone máximo de uma revolução nem um pouco silenciosa. Estamos falando do Skype, o programa mais popular para realizar chamadas telefônicas pela internet, consagrando a tecnologia de voz por IP (VoIP), também chamada de telefonia IP. Após meses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Rebêlo<br />
Folha de Pernambuco &#8211; 14.dez.2005</p>
<p>Ele é o terror das operadoras de telefonia e o ícone máximo de uma revolução nem um pouco silenciosa. Estamos falando do Skype, o programa mais popular para realizar chamadas telefônicas pela internet, consagrando a tecnologia de voz por IP (VoIP), também chamada de telefonia IP. Após meses de estruturação e negociações, a empresa oficializou a chegada ao Brasil, inclusive, abrindo escritório no País e fechando parcerias com companhias locais.</p>
<p>Antes de anunciar o aporte, o Skype ganhou nova versão (2.0) com recursos extras. O principal é a inclusão de vídeos durante as ligações. Quem tem webcam pode transformar o programa em um vídeofone, conversando com qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo. Lembre-se que o Skype é gratuito e só precisa de uma conexão internet para funcionar, além de poder fazer chamadas para telefones convencionais, públicos e celulares.</p>
<p>O Brasil é o quarto país mais ativo do Skype. Não à toa, a empresa resolveu abrir um escritório em São Paulo. Um dos resultados práticos é a parceria com a Telelistas, líder no mercado nacional de listas telefônicas. Ao instalar o Skype Toolbar &#8211; uma barra de ferramentas para  Internet Explorer ou Firefox &#8211; o usuário pode fazer buscas em toda a base de dados da Telelistas, procurando por empresas ou pessoas através de palavras-chaves ou nome. Basta clicar e a ligação é feita automaticamente pelo SkypeOut.</p>
<p>O SkypeOut é um serviço pago, embutido ao Skype gratuito, que permite fazer ligações convencionais para um telefone comum. Conforme já visto na Folha Informática na reportagem sobre VoIP, o valor é extremamente baixo quando comparado ao custo das operadoras de telefonia.</p>
<p>A superintendente de negócios da Telelistas, Yanira Nasser, acredita que a parceria é uma &#8220;ferramenta poderosa para permitir a utilização do SkypeOut no dia-a-dia das pessoas&#8221;. A executiva realça que as operações da Skype no Brasil e América Latina prevêem, ainda, outras importantes parcerias que serão fechadas nos próximos meses.</p>
<p><b>Planos e novos serviços para 2006 &#8211; </b></p>
<p>O gerente-geral do Skype no Brasil, Carlos Pires, já antecipou que no primeiro trimestre de 2006 haverá cartões pré-pagos de telefonia pela internet, vendidos em mais de 30 mil estabelecimentos comerciais. A proposta facilita &#8211; e muito &#8211; a vida de usuários domésticos e leigos, que não vão precisar criar uma conta de SkypeOut para fazer ligações.</p>
<p>Enquanto isso, as operadoras de telefonia tentam se virar do jeito que podem. Muitas pretendem lançar serviços próprios de VoIP, a partir do primeiro semestre do próximo ano. Os planos do Skype inclui, em partes, parcerias com operadoras, mas nada está definido até agora. No entanto, a direção da empresa garante que vai abrir um site em português e lançar pacotes prontos com kit de software e ligações grátis por tempo determinado.</p>
<p>Outra promessa é trazer para o Brasil o serviço SkypeIn, o qual libera um número de telefone específico para cada pessoa, como se fosse um telefone local, mas utilizando a rede do Skype a um custo reduzido. Também não há previsão sobre o SkypeIn até agora, principalmente por causa da falta de legislação sobre VoIP no Brasil.</p>
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		<title>Telemar e VoIP: proibição confunde usuários</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2005/11/telemar-e-voip-proibicao-confunde-usuarios/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2005 13:17:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo Circulou em sites de notícias a suposta proibição da Telemar para serviços de telefonia IP (VoIP) dos clientes. Usuários do Velox, serviço de conexão em banda larga da empresa, não poderiam contratar outras empresas que oferecem mecanismos para usar a internet como telefone. A diretoria da Telemar, no Rio de Janeiro, esclarece que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Rebêlo </p>
<p>Circulou em sites de notícias a suposta proibição da Telemar para serviços de telefonia IP (VoIP) dos clientes. Usuários do Velox, serviço de conexão em banda larga da empresa, não poderiam contratar outras empresas que oferecem mecanismos para usar a internet como telefone. A diretoria da Telemar, no Rio de Janeiro, esclarece que a cláusula contratual não é novidade alguma e existe, em contrato, para todos os clientes do Velox desde o primeiro semestre do ano passado.</p>
<p>Em nota divulgada pela assessoria, a direção explica que &#8220;o Velox, por ser um serviço de transmissão de dados em regime privado, lhe permite estabelecer cláusulas nos contratos com seus clientes. Entre as cláusulas está a proibição do uso do VoIP via Velox, uma vez que o serviço ainda não está regulamentado no País&#8221;.</p>
<p>A medida não inclui o uso de softwares de telefonia IP, como Skype, MSN Messenger, Yahoo e tantos outros, já que a empresa não tem como bloquear uso de software, apenas de hardware. Ou seja, o usuário não pode é colocar um aparelho telefônico de outra empresa, para usar a rede do Velox e estabelecer chamadas em VoIP.</p>
<p>No contrato de prestação de serviço, cláusula 2.9, pode-se ler &#8220;não é permitido o tráfego de voz sobre IP através da utilização do serviço Velox&#8221;. Em tempo: a mudança no contrato possui a bênção da própria Anatel. A agência garante que a proibição não fere a Lei Geral de Telecomunicações, pois, com o Velox na condição de serviço de regime privado, o prestador tem o direito de estabelecer as cláusulas que o convém, sem interferência do órgão regulador.</p>
]]></content:encoded>
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