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	<title>Paulo Rebêlo &#187; velocidade</title>
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	<description>rebelox .:. jornalismo de precisão e crônicas imprecisas</description>
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		<title>Melhore a performance do seu Windows Vista</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2007/08/melhore-a-performance-do-seu-windows-vista/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 15:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Reb&#234;lo UOL Tecnologia &#8211; agosto.2007 link original com imagens e passo-a-passo Depois da tempestade vem a bonan&#231;a. Mas quando se trata do Windows Vista parece que nem sempre &#233; assim. A contar pelos e-mails de leitores e repercuss&#227;o em f&#243;runs t&#233;cnicos na Internet, os problemas de compatibilidade e velocidade, meses ap&#243;s o lan&#231;amento oficial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="mailto:imprensa@rebelo.org">Paulo Reb&ecirc;lo</a><br />
UOL Tecnologia &#8211; agosto.2007<br />
<a href="http://click.uol.com.br/?rf=ht-mn&#038;u=http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/08/24/ult4213u126.jhtm">link original</a> com imagens e passo-a-passo</p>
<p>Depois da tempestade vem a bonan&ccedil;a. Mas quando se trata do Windows Vista parece que nem sempre &eacute; assim. A contar pelos e-mails de leitores e repercuss&atilde;o em f&oacute;runs t&eacute;cnicos na Internet, os problemas de compatibilidade e velocidade, meses ap&oacute;s o lan&ccedil;amento oficial do Vista, ainda s&atilde;o rotineiros. Boa parte das reclama&ccedil;&otilde;es recai sobre a performance inferior ao Windows XP, principalmente em jogos.</p>
<p>Para reverter o problema, ou pelo menos ameniz&aacute;-lo, uma solu&ccedil;&atilde;o ao alcance do usu&aacute;rio m&eacute;dio &eacute; reinstalar uma vers&atilde;o modificada do Vista. Em seguida pode-se desabilitar uma s&eacute;rie de servi&ccedil;os internos do Windows que, de acordo com o seu perfil de uso, podem n&atilde;o servir para nada al&eacute;m de consumir mem&oacute;ria. M&ecirc;s passado voc&ecirc; aprendeu a personalizar a instala&ccedil;&atilde;o do XP para uso em computadores antigos com o <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/07/30/ult4213u121.jhtm">nLite</a>. Agora poder&aacute; fazer o mesmo com o Vista a partir de um software chamado <a href="http://www.vlite.net/">vLite</a>.<br />
<span id="more-345"></span><br />
Antes de prosseguir, vale lembrar que o software gratuito vLite n&atilde;o tem nenhum v&iacute;nculo com a Microsoft, ou seja, n&atilde;o h&aacute; garantias. Em todos os testes realizados, por&eacute;m, n&atilde;o encontramos nenhum problema, mesmo quando todas as op&ccedil;&otilde;es de &#8220;remover&#8221; s&atilde;o selecionadas, deixando o Vista quase t&atilde;o enxuto quanto o Windows XP. </p>
<p>Para usar o vLite &eacute; preciso formatar seu disco r&iacute;gido e instalar o sistema operacional do zero. Ent&atilde;o, fa&ccedil;a um backup dos seus documentos importantes em CD/DVD para recuperar depois.</p>
<p>O vLite pode lhe economizar at&eacute; 300 MB de mem&oacute;ria RAM ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o faz milagre. A diferen&ccedil;a de velocidade &eacute; percebida em computadores com no m&iacute;nimo 1 GB de RAM, mas abaixo disso continua quase impratic&aacute;vel usar o novo Windows. Indica&ccedil;&otilde;es de t&eacute;cnicos e de usu&aacute;rios acostumados com o Vista revelam que para uma performance aceit&aacute;vel &eacute; melhor partir para 2 GB de RAM.</p>
<p><b>Voc&ecirc; pode desabilitar o que n&atilde;o &eacute; utilizado</b> </p>
<p>N&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil reconhecer que servi&ccedil;os voc&ecirc; pode desabilitar, basta ler a descri&ccedil;&atilde;o de cada um do lado esquerdo da tela. Por exemplo, se voc&ecirc; n&atilde;o usa conex&otilde;es wireless (sem fio), desabilite o servi&ccedil;o de configura&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica para wireless. Se voc&ecirc; n&atilde;o tem scanner ou c&acirc;mera digital, n&atilde;o h&aacute; motivo para manter o servi&ccedil;o de aquisi&ccedil;&atilde;o de imagem. </p>
<p>Caso voc&ecirc; n&atilde;o utilize o visual Aero do Windows e prefira o ambiente cl&aacute;ssico, uma dica para economizar bastante mem&oacute;ria &eacute; desabilitar o servi&ccedil;o de gerenciador de janelas no desktop (DWM, ou Desktop Windows Manager), pois ele atua apenas sobre o visual Aero. E para economizar ainda mais RAM com o ambiente cl&aacute;ssico (sem Aero), &eacute; poss&iacute;vel desabilitar ainda o Application Experience e o Windows Themes.</p>
<p>Quem usa um programa externo de firewall, e n&atilde;o o firewall embutido do Vista, pode desabilitar o servi&ccedil;o de firewall e tamb&eacute;m o Base Filtering Engine logo no in&iacute;cio. O KtmRm tamb&eacute;m pode ser desabilitado, caso voc&ecirc; n&atilde;o utilize o computador em uma rede que use esse tipo de recurso. O servi&ccedil;o Servidor (Server) tamb&eacute;m pode ser facilmente desabilitado se voc&ecirc; n&atilde;o compartilha arquivos ou impressoras numa rede interna (nada a ver com programas P2P).</p>
<p>Quem est&aacute; fora de redes internas tamb&eacute;m deve desativar o TCP/IP NetBios Helper, Terminal Services, Webclient e WinHTTP WebProxy Auto-Discovery Service. </p>
<p>Sobre os outros servi&ccedil;os, uma boa dica &eacute; deixar no modo manual aqueles que voc&ecirc; imagina n&atilde;o utilizar. S&oacute; lembre-se de n&atilde;o mexer nos servi&ccedil;os essenciais de seguran&ccedil;a. Reinicie o computador e veja se tudo continua funcionando bem.</p>
<p><b>Microsoft j&aacute; lan&ccedil;ou corre&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas para o Vista </b></p>
<p>Desde o lan&ccedil;amento do Vista, a Microsoft j&aacute; liberou dezenas de atualiza&ccedil;&otilde;es para o sistema operacional. Boa parte na categoria de &#8220;cr&iacute;ticas&#8221;, relacionadas a furos de seguran&ccedil;a e problemas de compatibilidade com hardware. Tantas corre&ccedil;&otilde;es em t&atilde;o pouco tempo geraram uma vers&atilde;o de testes, ainda n&atilde;o oficial, do primeiro Service Pack para o Vista.<br />
O pacote circula pela internet em sites de &#8220;torrents&#8221; e n&atilde;o tem garantias da Microsoft. Por ainda ser uma vers&atilde;o pr&eacute;-beta, sequer pode ser considerado oficialmente de testes. &Eacute; bom ter cuidado ao encontrar o pacote na rede, pois a instala&ccedil;&atilde;o nem sempre ocorre sem problemas. </p>
<p>No entanto, al&eacute;m das atualiza&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas de seguran&ccedil;a encontradas no Windows Update ou no site oficial da Microsoft , h&aacute; duas corre&ccedil;&otilde;es liberadas em agosto, oficiais e de suma import&acirc;ncia. Os &#8220;hotfixes&#8221; KB938194 e KB938979 s&atilde;o &uacute;teis para todos os usu&aacute;rios. Ambos corrigem defeitos graves do Vista no quesito performance e compatibilidade. Em todos os casos pesquisados na Internet, h&aacute; unanimidade de que o sistema operacional fica mais &aacute;gil e as opera&ccedil;&otilde;es em disco, mais r&aacute;pidas.</p>
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		<title>nLite: aprenda a instalar seu XP turbinado</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2007/08/aprenda-a-reinstalar-seu-windows-xp-turbinado/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 15:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo UOL Tecnologia, agosto.2007 Para quem tenta usar o novo Windows Vista e não consegue -ou não gosta- do resultado, talvez seja hora de formatar o disco rígido e voltar ao Windows XP. No entanto, antes de prosseguir, você pode personalizar a instalação do XP para deixar o sistema operacional ainda mais leve, rápido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background: white"><a href="mailto:imprensa@rebelo.org">Paulo Rebêlo</a><br />
UOL Tecnologia, agosto.2007</p>
<p style="background: white">Para quem tenta usar o novo Windows Vista e não consegue -ou não gosta- do resultado, talvez seja hora de formatar o disco rígido e voltar ao Windows XP. No entanto, antes de prosseguir, você pode personalizar a instalação do XP para deixar o sistema operacional ainda mais leve, rápido e funcionando de acordo com as suas necessidades. Ao utilizar o software gratuito <a href="http://www.nliteos.com">nLite</a>, é possível modificar toda a instalação, removendo componentes que você não usa (como o Media Player, o Paint, o Wordpad etc.) e até mesmo remover serviços e bibliotecas internas do sistema que consomem memória sem necessidade.<br />
<span id="more-286"></span><br />
Se antes era preciso 512 Mb de RAM para ter uma boa performance no XP, uma versão modificada pelo nLite pode gerar o mesmo resultado em uma máquina com 256 Mb de RAM, transformando um computador lento em uma máquina aceitável para tarefas diárias de escritório ou, quem sabe, até mesmo em uma estação exclusiva para jogos.</p>
<p>O uso do nLite não é recomendado para usuários leigos ou iniciantes, mas não significa que seja complicado e, com estas dicas, talvez fique mais fácil você reinstalar seu Windows do zero.</p>
<p>Basta entender um pouco de inglês e ter sempre um backup dos seus documentos importantes fora do computador, seja no pen drive, em CD ou em DVD, caso ocorra algum problema. Vale também, se você for marinheiro de primeira viagem, pedir auxílio a algum colega que tenha experiência em formatar o disco rígido e reinstalar o Windows.</p>
<p>O nLite pode ser utilizado para personalizar instalações do Windows 2000, XP (32 e 64-bit) e Windows Server 2003. Há uma versão para o Vista, chamada de vLite, mas que ainda está longe de dar os mesmos resultados do nLite no XP.</p>
<p>Lembre-se que o software não é oficial da Microsoft e o autor do programa não se responsabiliza por qualquer uso errado que comprometa seus dados ou segurança.</p>
<h2>Antes da reinstalação</h2>
<p>Primeiro, faça o download do software no site oficial (<a href="http://nliteos.com/download.html">http://nliteos.com/download.html</a>) e instale no seu computador. Para rodar o programa, é preciso ter o .NET Framework da Microsoft instalado. O próprio nLite lhe dirá caso você não o tenha. No mesmo site, é possível baixar a biblioteca por meio de um link.</p>
<p>Você precisa ter ainda, obrigatoriamente, os arquivos originais do CD de instalação do Windows XP, que devem ser copiados para uma pasta qualquer no seu computador. O nLite irá trabalhar com os arquivos desta pasta.</p>
<p>Tenha em mãos, também, um CD ou DVD regravável, pois é no disco que, ao final de todo o processo, o nLite irá gravar a imagem do Windows modificado. Com o disco gerado, você pode reinstalar seu sistema operacional em um processo idêntico ao de qualquer instalação original, do zero, sobrescrevendo todos os dados da sua partição principal no disco rígido.</p>
<h2 style="background: white">Como adequar o Windows XP às suas necessidades</h2>
</p>
<p style="background: white">O programa nLite permite a você <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/07/30/ult4213u121.jhtm%20">personalizar a instalação</a> do Windows XP, deixando-o mais leve e adequado ao seu uso rotineiro.</p>
<p style="background: white">Antes de usar o programa, porém, crie uma pasta no disco rígido de seu computador e copie para lá as pastas e arquivos do CD de instalação original. As principais pastas -e as únicas realmente necessárias- a serem copiadas são a pasta raiz e a subpasta i386.</p>
<p>Após selecionar a pasta que você criou, contendo os arquivos originais do Windows, a próxima tela do nLite mostra o que você pode fazer: integrar um service pack, adicionar atualizações de segurança, integrar drivers, remover componentes etc.</p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<col style="width: 212px;"></col>
<tbody>
<tr>
<td valign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei14.jpg" alt="" /></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white">No exemplo da foto ao lado, selecionamos todas as opções, menos a primeira (service pack), pois já estamos trabalhando com o Windows XP integrado com o Service Pack 2, versão mais atualizada da Microsoft.</p>
<h2>Removendo componentes</h2>
<p>Antes de remover os componentes, você pode integrar os drivers de placas e periféricos na instalação. Assim, evita-se instalar os drivers após a instalação completa Windows. Isso é útil para quem usa discos rígidos SCSI ou em RAID ou para quem tem placa de rede, modem ou outros acessórios que não são identificados pelo Windows automaticamente. Você precisa ter o CD ou disquete de instalação do acessório com o driver ou então baixá-lo pela internet. Se você não sabe como fazer, pule esta etapa e siga em frente, sem integrar drivers ou atualizações.</p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<col style="width: 212px;"></col>
<tbody>
<tr>
<td valign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei21.jpg" alt="" /></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white">Na exemplo à direita, nós integramos os drivers atualizados da Intel para placa-mãe (o download foi feito no site oficial da Intel), dos discos rígidos em RAID e da placa de rede. Não é necessário fazer isso para modificar a instalação do Windows, mas usuários com mais experiência podem tirar bastante proveito e economizar tempo com o recurso.</p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<col style="width: 212px;"></col>
<tbody>
<tr>
<td valign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei31.jpg" alt="" /></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white">Na próxima tela, o nLite vai lhe dar opções para marcar os recursos/programas que você mais utiliza. Marque corretamente as opções que você usa para que, deste modo, o nLite não permita que você remova um componente necessário ao bom funcionamento.</p>
<p>No exemplo apresentado na figura à esquerda, marcamos apenas o Internet Explorer 7, que iremos instalar depois, no procedimento normal. Se você não marcar, o nLite poderá lhe dar opções de remover componentes que serão necessários para rodar o Internet Explorer 7 e, se isso acontecer, não haverá como reverter e voltar ao padrão original.</p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<col style="width: 212px;"></col>
<tbody>
<tr>
<td valign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei41.jpg" alt="" /></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Quem usa câmeras digitais, internet sem fio (wi-fi) e outros recursos mostrados na tela, deve ficar atento e marcar as opções relacionadas. Em seguida, você terá um leque enorme de componentes para remover. A principal dica, aqui, é evitar remover qualquer suporte a hardware (hardware support), pois na prática você pode deixar tudo do jeito original sem perder performance. Remova apenas os componentes que não usa (Wordpad, Paint, Serviço de Alerta, etc.).</p>
<h2>Serviços críticos e personalização</h2>
<p>Se você é iniciante ou marinheiro de primeira viagem no nLite, a recomendação é nunca remover as opções marcadas em vermelho pelo próprio programa. Esses recursos são críticos, nem sempre necessários ao bom uso do Windows, mas geralmente relacionados a dependências e compatibilidades com outros softwares que você poderá usar no futuro. Às vezes, fazem parte de próprias instruções internas do sistema operacional. Evite removê-los, a não ser que saiba exatamente o que está fazendo.</p>
<p>Para os demais serviços, leia sempre a descrição que aparece à direita na tela do nLite para saber do que se trata. De modo geral, boa parte dos serviços e opções do sistema operacional podem ser removidos sem problemas, economizando preciosos megabytes de RAM durante o uso e vários minutos quando for fazer a instalação do XP.</p>
<h2 style="background: white">Reduza o tempo de instalação do seu Windows personalizado</h2>
<p style="background: white">Passada a fase da <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/07/30/ult4213u122.jhtm">escolha dos componentes originais</a> do XP a serem removidos de sua configuração personalizada, você pode usar o nLite para economizar tempo durante a instalação do sistema.</p>
<p style="background: white">Você tem ainda opções secundárias, localizadas na aba Patches, que a princípio não precisam ser modificadas. Elas permitem, por exemplo, aumentar o número de conexões simultâneas na internet. Esse patch atende apenas aos usuários que usam programas para baixar filmes e músicas, como Torrent ou Emule. Quem não usa aplicativo algum do gênero, pode deixar do jeito que está. E quem não tem banda larga, também não vai notar diferença, mesmo que use torrents.</p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse" border="0">
<col style="width: 212px;"></col>
<tbody>
<tr style="background: #fec23e">
<td style="padding-top: 5px; padding-left: 5px; padding-bottom: 5px; padding-right: 5px" valign="middle">ETAPAS DA PERSONALIZAÇÃO</td>
</tr>
<tr style="background: #faf4e8">
<td valign="middle"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei51.jpg" alt="" /></p>
<p style="background: white">1. Escolha quais componentes originais do XP serão removidos na nova instalação</p>
</td>
</tr>
<tr style="background: #faf4e8">
<td valign="middle"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei61.jpg" alt="" /></p>
<p style="background: white">2. Neste ponto, você pode acrescentar o número serial do seu Windows e modificar opções internas do sistema, como a ativação/desativação do firewall</p>
</td>
</tr>
<tr style="background: #faf4e8">
<td valign="middle"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei71.jpg" alt="" /></p>
<p style="background: white">3. A aba Patches traz opções secundárias &#8211; por exemplo, aumentar o número de conexões simultâneas na internet&#8230;</p>
</td>
</tr>
<tr style="background: #faf4e8">
<td valign="middle"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei81.jpg" alt="" /></p>
<p style="background: white">&#8230; que a princípio não precisam ser modificadas (opção default)</p>
</td>
</tr>
<tr style="background: #faf4e8">
<td valign="middle"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei91.jpg" alt="" /></p>
<p style="background: white">4. A fase final é a de pequenas alterações (tweaks),que modificam instruções internas do Windows. Algumas são simples, mas outras podem comprometer a segurança do sistema. A sugestão é evitar marcar as opções em vermelho, se não houver certeza</p>
</td>
</tr>
<tr style="background: #faf4e8">
<td valign="middle"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei101.jpg" alt="" /></p>
<p style="background: white">5. O ideal, no entanto, é gastar um tempo estudando as possibilidades: você poderá deixar o Windows exatamente como quer.</p>
<p style="background: white">É possível mudar desde o Menu Iniciar, o tempo de resposta dos cliques e a configurações de rede até o comportamento do Windows Explorer e do Internet Explorer</p>
</td>
</tr>
<tr style="background: #faf4e8">
<td valign="middle"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei111.jpg" alt="" /></p>
<p style="background: white">6. Antes do clique final, revise suas alterações, prestando atenção aos recursos em vermelho que não tenham sido selecionado.</p>
<p style="background: white">Lembre-se: as alterações feitas não poderão ser revertidas após a nova instalação.</p>
<p style="background: white">Logo após, o nLite processará as informações e gravará o arquivo ISO para gerar um CD ou DVD da instalação; este processo pode levar de 10 a 30 minutos</p>
</td>
</tr>
<tr style="background: #faf4e8">
<td valign="middle"><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2007/08/080107-1534-aprendaarei121.jpg" alt="" /></p>
<p style="background: white">Ao final, o programa mostra quanto foi economizado em megabytes. No nosso exemplo, economizamos 309 Mb dos quase 600 Mb do CD original do Windows XP</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Nesta etapa, você pode acrescentar logo o número serial do seu Windows e modificar algumas opções internas do sistema operacional, como a ativação/desativação do firewall. Passe um tempo estudando essas opções, pois elas podem lhe economizar um tempo considerável no futuro.</p>
<h2>Modificações finais</h2>
<p>Após integrar drivers, remover componentes e personalizar o sistema, a fase final é a de tweaks, pequenas alterações que modificam instruções internas do Windows. Há algumas alterações simples, mas outras são bem perigosas e podem comprometer a segurança do sistema. Novamente, a sugestão é evitar marcar as opções em vermelho, a não ser que se tenha certeza absoluta das conseqüências.</p>
<p>Com mais de cem opções, aqui é onde, geralmente, passa-se mais tempo lendo as descrições. Em compensação, você poderá deixar o Windows exatamente do jeito que gosta e precisa para suas tarefas diárias. É possível mudar o Menu Iniciar, o tempo de resposta dos cliques, configurações de rede, comportamento do Windows Explorer e do Internet Explorer, entre outras alternativas.</p>
<p>Na aba seguinte, a de serviços (services), é possível mudar a configuração original dos serviços/recursos que o Windows carrega ao iniciar. Mesmo para usuários avançados, não há vantagem em modificar isso agora, pois é possível executar essas alterações no Windows já instalado, digitando &#8216;services.msc&#8217; em &#8216;Executar&#8217; dentro do menu Iniciar.</p>
<h2>Revise as alterações programadas</h2>
<p>Antes de dar o clique final para o nLite processar suas alterações, vale a pena voltar ao início e revisar tudo, prestando atenção em algum recurso, componente ou serviço marcado em vermelho que não tenha sido selecionado. Lembre-se que as alterações feitas não poderão ser revertidas após a instalação do Windows. Um erro feito nesta etapa pode fazer com que você tenha de instalar novamente o nLite e refazer todo o processo.</p>
<p>Dependendo do processamento de seu computador, o nLite pode levar de 10 a 30 minutos para processar todas as opções e gerar o arquivo ISO para se gravar em CD ou DVD. Ao final, ele irá lhe mostrar quanto foi economizado em megabytes. No nosso exemplo, economizamos 309 Mb dos quase 600 Mb do CD original do Windows XP, com um arquivo final de instalação que contém apenas 231 Mb. E o XP continuará completamente utilizável, para jogos, internet e escritório.</p>
<p>O nLite lhe dará a opção de criar o arquivo ISO, para ser gravado em CD ou DVD a partir de softwares como o Nero ou Easy CD Creator. No entanto, o próprio nLite pode gravar o disco para você, em mídia virgem ou regravável. Após a gravação, seu disco será uma réplica do CD original de instalação, mas com a versão modificada pelo nLite.</p>
<p>O processo é idêntico ao de qualquer reinstalação do Windows do zero. O ideal é colocar o CD no drive, reiniciar o computador e aguardar o carregamento automático, com a tela azul da Microsoft contendo as instruções para as etapas seguintes.</p>
<p>Você precisará formatar o disco rígido, perdendo os dados da sua partição principal. Mas verá que, desta vez, instalar o XP levará bem menos tempo e, após instalado, ficará bem mais leve e com menor consumo de memória.</p>
<p>As dúvidas mais freqüentes dos usuários são sempre respondidas no fórum oficial do nLite, gratuito e que não exige registro para ler as dúvidas e respostas, mas em inglês. O endereço é <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/07/30/%20http:/www.msfn.org/board/index.php?showforum=89">http://www.msfn.org/board/index.php?showforum=89</a>.</p>
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		<title>Discos rígidos (HD) de 10.000 RPM</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2007/07/discos-rigidos-hd-de-10000-rpm/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 15:19:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo UOL Tecnologia &#8211; 24.julho.2007 link original Processador e memória RAM são as duas coisas que todo mundo pensa na hora de comprar um computador novo ou fazer um upgrade para ganhar velocidade. No entanto, quando o assunto é disco rígido (ou HD, do inglês &#8216;hard disk&#8217;), as apostas diminuem e o espaço para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="mailto:imprensa@rebelo.org">Paulo Rebêlo</a><br />
UOL Tecnologia &#8211; 24.julho.2007<br />
<a href="http://tecnologia.uol.com.br/produtos/ultnot/2007/07/24/ult2880u387.jhtm">link original</a></p>
<p>Processador e memória RAM são as duas coisas que todo mundo pensa na hora de comprar um computador novo ou fazer um upgrade para ganhar velocidade. No entanto, quando o assunto é disco rígido (ou HD, do inglês &#8216;hard disk&#8217;), as apostas diminuem e o espaço para armazenamento é geralmente o único fator que se leva em consideração. Um grave erro. HDs com espaço de sobra são importantes, sem dúvida, principalmente para guardar fotos, filmes e músicas. Mas quem procura performance deve prestar atenção a dois detalhes pouco destacados por vendedores: a velocidade de rotação e a quantidade de memória buffer no disco.<br />
<span id="more-272"></span><br />
A velocidade de rotação denota o tempo que o disco leva para procurar e acessar os dados embaralhados no disco. Quanto maior a velocidade, mais rápido é o acesso. Até pouco tempo atrás, o padrão era de 5.400 RPM (rotações por minuto) para computadores de mesa (desktop) e 4.200 RPM para notebooks. Hoje, é até difícil encontrar esses discos à venda, pois o padrão tornou-se de 7.200 RPM, que chega a ser até 40% mais rápido. Os notebooks atuais costumam vir com discos de 5.400 RPM e, modelos maiores e mais caros de portáteis, com discos de 7.200 RPM.</p>
<p>A memória buffer do HD é um recurso relativamente novo, que passou a ser adotado a partir da popularização dos HDs de 7.200 RPM. É uma pequena porção de memória onde o HD acessa dados de forma mais rápida, em um cálculo que tenta antecipar o que será exigido pelo processador antes mesmo de você acioná-lo. No início, os HDs novos vinham com 2 MB de buffer. Hoje, evite comprar HDs com menos de 8 MB. Modelos aprimorados e maiores trabalham com 16 MB. É sempre bom procurar nas especificações do disco, pois tem muita loja vendendo modelo antigo, de 7.200 RPM, sem buffer.</p>
<p><strong>É possível ter um 10 mil RPM em casa</strong><br />
O que poucos usuários sabem é que existem HDs domésticos que funcionam a 10 mil RPM. Eles não exigem recursos extras na placa-mãe ou um periférico extra, como é o caso dos HDs SCSI, bastante utilizados em servidores. A maioria dos HDs SCSI trabalham a 10 mil RPM e modelos mais novos já chegam a 15 mil RPM. Para entender a diferença, os HDs SCSI são bem mais caros, tem menos espaço para armazenamento e exigem mais conhecimento técnico para instalar. Portanto, sempre estiveram distantes do usuário doméstico. </p>
<p>Os HDs domésticos a 10 mil RPM -que oferecem o máximo de desempenho (equivalente a um disco SCSI), sem as desvantagens do preço alto e da complicação na instalação- já existem no mercado há vários anos, mas apenas uma fabricante oferece o produto: a Western Digital. No Brasil, não é toda loja que vende, mas as principais redes especializadas comercializam as versões de 36 GB, 80 GB e 150 GB.</p>
<p>O preço, evidentemente, é maior: a versão de 36 GB custa R$ 500,00, em média, a versão de 80 Gb custa R$ 750,00 e a de 150 GB sai por cerca de R$ 1.000,00. O preço sugerido da fabricante nos EUA para o de 150 GB, é US$ 270,00. Apesar do alto valor, os resultados são satisfatórios, como veremos no teste.</p>
<p><strong>Os números -</strong><br />
Para nossos testes, usamos dois softwares gratuitos: HD Tune e HD Tach. Há outras opções no mercado, geralmente comerciais, como é o caso do Sisoft Sandra e até do próprio Nero, que serve para gravar CDs e DVDs, mas possui um teste bem simples de velocidade de acesso. </p>
<p>A vantagem do HD Tune e do HD Tach é que, além de pequenos e gratuitos, são específicos para discos rígidos. Vale lembrar que os resultados aqui são os valores médios, porque os valores absolutos podem variar (pouca coisa) de disco para disco, principalmente entre os modelos de marcas desconhecidas ou de qualidade duvidosa. Os valores mostrados pelos softwares são de trabalho em tempo real, o que significa que será sempre inferior aos dados fornecidos oficialmente pelas fabricantes, que testam o produto apenas em condições ideais e mostrando as taxas máximas de acesso.</p>
<p>Colocamos um HD de 5.400 RPM externo da Western Digital, ligado na porta USB 2.0, para comparar com um HD de notebook, também de 5.400 RPM da Samsung. Veja no gráfico abaixo que, apesar de terem a mesma rotação, o notebook ganha um pouco na velocidade de acesso, devido ao gargalo da porta USB. </p>
<p>DISCO RÍGIDO: NOTEBOOK X HD EXTERNO<br />
Notebook, 5.400 RPM, 80GB x Externo, 5.400 RPM, USB 2.0, 80GB </p>
<p>16.8 ms &#8212; Tempo de acesso (amarelo) &#8212; 18.1 ms<br />
1.7 MB/s &#8212; Transferência mínima (azul) &#8212; 13.8 MB/s<br />
35.4 MB/s &#8212; Transferência máxima (azul) &#8212; 21.4 MB/s<br />
27.8 MB/s &#8212; Média de transferência (azul) &#8212; 19 MB/s<br />
99.6 MB/s &#8212; Pico de performance de acesso (amarelo) &#8212; 24.3 MB/s </p>
<p>A principal diferença entre os discos acima é o pico de performance, por haver menos gargalo na transferência com um HD interno, do notebook. Esse pico de performance é justamente a operação de ler os dados do disco rígido e transferi-los para o sistema operacional, também conhecida como &#8216;burst rate&#8217; em inglês. Em geral, um HD lotado vai ter um pico de performance inferior. No caso do notebook, testamos com um disco quase todo limpo, apenas com o Windows instalado. Com bastante espaço vazio, o &#8216;burst rate&#8217; vai lá para cima, apesar da baixa rotação.</p>
<p>Vamos comparar agora os desempenhos de um HD de 7.200 RPM com um de 10 mil RPM.</p>
<p>DISCO RÍGIDO: 7.200 RPM X 10 MIL RPM<br />
HD 7.200 RPM 120GB x HD 10 mil RPM, 74 GB (partição c/ apenas 50 GB) </p>
<p>13.9 ms Tempo de acesso (amarelo) 6.2 ms<br />
20.8 MB/s Transferência mínima (azul) 47.7 MB/s<br />
42.0 MB/s Transferência máxima (azul) 96.8 MB/s<br />
34.7 MB/s Média de transferência (azul) 90.6 MB/s<br />
77.4 MB/s Pico de performance de acesso (amarelo) 95.8 MB/s </p>
<p>Perceba como o tempo de acesso, em um HD de 10 mil RPM, cai pela metade quando comparado a um de 7.200 RPM. E na hora de transferir arquivos (entre um disco e outro, ou entre partições), a média é quase três vezes maior. </p>
<p><strong>Softwares e aplicações com melhores benefícios</strong><br />
Os números fornecidos pelos fabricantes nem sempre refletem a realidade dos usuários. Para se ter uma idéia, a Western Digital, que fabrica os HDs de 10 mil RPM, coloca nas especificações que a taxa de transferência é de 150 MB/seg, quando na verdade este valor é apenas o máximo nominal, quase nunca atingido pelo usuário comum.</p>
<p>Os valores também são dúbios quando analisamos a quantidade de espaço disponível no HD. Um HD de 7.200 ou 5.400 RPM que esteja lotado, sempre terá um desempenho inferior em relação ao mesmo modelo que esteja com mais espaço vazio. Eis outra vantagem dos modelos de 10 mil RPM: mesmo com pouco espaço eles garantem um acesso rápido nos dados. No modelo que testamos, ele estava com 70% da capacidade ocupada e, mesmo assim, mostrou resultados bem superiores aos demais.</p>
<p>Enfim, vale a pena gastar mais e comprar um HD de 10 mil RPM? Depende do uso. Para uso diário, com aplicativos de escritório, a diferença é imperceptível. Apenas os softwares ou aplicações que exigem acesso constante ao disco é que vão ganhar. Neste quesito, os games são essenciais. Sabe aquela demora toda entre uma fase e outra, enquanto o jogo carrega o cenário? Pois é, com um HD de 10 mil RPM, a espera pode se reduzir até pela metade, se você tiver memória RAM suficiente (dentro das especificações do jogo para boa performance).</p>
<p>Quem precisa editar vídeo e transferir grandes volumes de arquivos diversas vezes, também se beneficia. No entanto, vale a pena avaliar o quanto você de fato usa os games ou edita vídeos- ficando apenas nestes dois exemplos-, já que a diferença de preço entre os modelos é alta (veja alguns modelos).</p>
<p>Até hoje, há apenas os três modelos disponíveis da Western Digital de 10 mil RPM: 36 GB, 76 GB e 150 GB. Os primeiros modelos trabalhavam com 8 Mb de buffer, os mais recentes chegam com 16 Mb de buffer -o que há de mais moderno para armazenamento doméstico. Quem quiser gastar menos, pode procurar também os modelos de 7.200 RPM com amplo espaço, algo como 250 GB em diante. Se você não ocupar o espaço inteiro do disco, terá um tempo de acesso bem superior a um modelo de mesmos 7.200 RPM, mas com menos espaço.</p>
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		<item>
		<title>Software portátil coloca escritório no pendrive</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2007/07/software-portatil-coloca-escritorio-no-pendrive/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2007 14:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[velocidade]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo Universo Online, 12.julho.2007 link original Os drives USB, também conhecidos como pen drives, deixaram de ser um acessório para se transformar em ferramenta essencial do internauta. Com um minúsculo drive, você carrega até 8 GB de documentos, músicas, filmes e fotos —é o melhor substituto do antigo disquetinho que a gente levava no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="mailto:imprensa@rebelo.org">Paulo Rebêlo</a><br />
Universo Online, 12.julho.2007<br />
<a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/07/12/ult4213u117.jhtm">link original</a></p>
<p>Os drives USB, também conhecidos como pen drives, deixaram de ser um acessório para se transformar em ferramenta essencial do internauta. Com um minúsculo drive, você carrega até 8 GB de documentos, músicas, filmes e fotos —é o melhor substituto do antigo disquetinho que a gente levava no bolso, com as vantagens de ser bem mais leve, menor e com mais capacidade. </p>
<p>O que pouca gente percebe é que os pendrives têm facilidades bem maiores do que a portabilidade, a utilidade como backup (cópias de segurança) e o transporte de arquivos. Com eles, você pode ter programas inteiros de um jeito bem seguro e privativo, para usar na lan house ou na casa de amigos.<br />
<span id="more-270"></span><br />
De olho nas vantagens, vários programadores mundo afora e empresas de software resolveram investir no desenvolvimento de programas portáteis para edição de textos, planilhas, e-mail e ferramentas de internet &#8211; tudo para uso exclusivo no pendrive, sem depender do disco rígido dos outros.</p>
<p>Por exemplo, hoje você pode levar seus documentos do Word no pendrive, mas vai precisar de um computador com o Word instalado para abrir o arquivo, certo? </p>
<p>No entanto, se você tiver um programa de editor de textos que rode completamente a partir do pendrive, é possível carregar o documento sem depender de aplicativos que estejam instalados no computador. </p>
<p>Eis o grande trunfo dos aplicativos portáteis, que aos poucos ganham popularidade na internet e começam a fazer a cabeça de muitos usuários menos experientes, mas antenados em novidades.</p>
<p>A lista dos aplicativos portáteis é longa. Clientes de e-mail, browsers, pacotes de escritório, mensageiros, dicionários, editores de imagens, agenda, utilitários multimídia e assim por diante. </p>
<p>Quase tudo que você usa no seu computador de casa, hoje, pode ser transformado —ou baixado da internet— em forma portátil, sem necessidade de instalar nada, independente do computador que você use. Você roda o software a partir do próprio pendrive, que também contém seus documentos e arquivos.</p>
<p><strong>Aplicativos para todos os gostos e tamanhos &#8211; </strong><br />
Para começar sua jornada pelo mundo do software portátil, a visita obrigatória é o mini-portal chamado de Portable Apps (www.portableapps.com), um ambicioso projeto que reúne os principais programas de código aberto, já conhecidos do público, mas agora em formato portátil para uso no pendrive.</p>
<p>O sucesso dos programas disponíveis no site cresceu tanto a ponto de seu criador, John Haller, desenvolver uma interface integrada que reúne todos os aplicativos disponíveis em um menu. Você faz o download da Portable Apps Suite e terá quase tudo que precisa para se virar fora de casa.</p>
<p>O Open Office oferece textos, planilha, cálculo e apresentações<br />
Entre os principais aplicativos da Suite, cujos programas também podem ser baixados separadamente, estão o navegador Firefox, o antivírus ClaimWin, o Gaim (mensageiro que conecta ao servidor do MSN, Yahoo, AOL etc.), Open Office completo (textos, planilha, cálculo, apresentações), Thunderbird como cliente de e-mail e o calendário Sunbird, além do joguinho Sudoku. </p>
<p>O download tem apenas 90 MB e, para usar todos os aplicativos, é preciso um pendrive de no mínimo 512 MB. </p>
<p>Se você quiser economizar espaço, pode baixar a versão &#8220;Lite&#8221;, sem o OpenOffice, mas com o Abiword para editar textos, também gratuito, e usar a Suite em um pendrive de 256 MB.</p>
<p><strong>Outras opções &#8211; </strong><br />
A lista não acaba por aí. Também em versão portátil, baixe o 7-Zip, um compactador de arquivos bem melhor do que o famoso WinZip. O FileZilla pode ser usado para conexão FTP, ótima pedida para webmasters e quem trabalha com internet. </p>
<p>Há ainda o NVU, para criar homepages direto do pen drive; o KeePass para armazenar suas diferentes senhas; o Sumatra para ler arquivos PDF; o Gimp para edição avançada de imagens, e muitos outros.</p>
<p>Vale lembrar que o site Portable Apps é apenas um dos vários repositórios de aplicativos portáteis. Para quem usa programas de compartilhamento de arquivos do tipo P2P, como BitTorrent ou eMule, é possível encontrar diversos outros softwares para uso no pendrive. </p>
<p>Nem todos são legalizados, então é bom ter cuidado se você quiser ficar dentro da lei. No caso do site Portable Apps, todos os programas são gratuitos e de código aberto.</p>
<p>Se você tem um pendrive de 1 GB em diante, nossa sugestão é baixar o pacote completo de aplicativos, incluindo o Open Office. Com ele, você abre praticamente todo tipo de documento, inclusive aqueles feitos no Microsoft Office, seja de texto, planilha ou apresentação. É como ter um escritório dentro do pendrive.</p>
<p>Para aprofundar sua procura, visite a Wikipedia e veja a lista inteira dos softwares portáteis disponíveis hoje. São centenas e centenas, incluindo programas que você nunca nem ouviu falar.</p>
<p><strong>Desvantagens dos aplicativos portáteis não comprometem &#8211; </strong></p>
<p>Os usuários de pendrives que aderirem aos aplicativos portáteis vão descobrir que a principal vantagem destes aplicativos é a portabilidade. </p>
<p>Depois que você se acostuma a ter todos seus e-mails em um único lugar, você não vai mais querer outra coisa. No caso do Thunderbird, basta chegar em qualquer lan house, ou no computador de trabalho, plugar o pen drive e acessar suas contas de correio eletrônico. </p>
<p>O mesmo vale para o navegador Firefox, que você pode usar do jeito que gosta —com os favoritos, plugins e temas— em qualquer lugar. E com o Open Office, você tem a liberdade de chegar em qualquer computador, independente dos programas instalados, e trabalhar nos seus documentos como se estivesse em casa.</p>
<p>Outra vantagem aparente é a privacidade. Ao trabalhar diretamente com aplicativos portáteis, toda sua produção é salva no próprio pendrive, sem deixar marcas no registro do Windows ou no computador que está sendo utilizado. </p>
<p>Excelente pedida para lan houses e outras conexões compartilhadas, elevando o nível de segurança e privacidade. Mas não dê bobeira: pendrive também pega vírus, então cuidado ao salvar arquivos executáveis. </p>
<p>Use um bom antivírus (portátil) e mantenha-o sempre atualizado.</p>
<p><strong>Conte nos dedos &#8211; </strong><br />
Uma desvantagem é a velocidade de acesso. Apesar de cada vez mais rápidos, os pendrives são mais lentos do que o disco rígido no computador. </p>
<p>Para trabalhos de escritório e para navegar na internet, não chega a ser uma diferença que cansa, mas é perceptível na hora de carregar os programas, principalmente os maiores, como o OpenOffice. </p>
<p>Nunca será a mesma coisa do que abrir o programa direto no disco rígido, devidamente instalado. Por outro lado, depois que a janela do programa está aberta, a diferença é imperceptível.</p>
<p>No Thunderbird há algumas funções desligadas na versão portátil<br />
Devido à compactação dos softwares para rodar no pendrive, em alguns casos os aplicativos portáteis não possuem todos os recursos disponíveis nas versões originais. </p>
<p>Em geral, a diferença é pequena para o usuário, mas está lá. Por exemplo, no Thunderbird há algumas funções desligadas para economizar o tempo de vida útil do seu drive USB, mas nada que atrapalhe as principais funcionalidades de checar/responder/gerenciar e-mail e várias contas diferentes.</p>
<p><strong>Vida útil &#8211; </strong><br />
Falando nisso, eis um ponto de atenção: se você é um usuário constante de pendrives, fique ligado no tempo de vida útil do dispositivo. Quanto mais se usa, provavelmente menor é o tempo de vida. Não existe regra geral e as fabricantes nunca revelam quanto tempo o pendrive vive, até mesmo por conta do caráter volátil da memória usada nos pendrives. </p>
<p>Para prolongar ao máximo essa validade, o que conta não é o uso maior ou menor do drive, mas os cuidados básicos. Há uma série de fatores que ajudam: evitar quedas, evitar deixar o pendrive perto de telefone celular ou outros aparelhos que emitam ondas eletromagnéticas, evitar calor excessivo e evitar desplugar o pendrive abruptamente enquanto ele ainda lê os dados —procure sempre usar o ícone &#8216;remover hardware&#8217; que fica na barra de tarefas (ao lado do relógio) do Windows antes de desplugar o pendrive.</p>
<p><strong>Programas modificados podem caracterizar pirataria &#8211; </strong></p>
<p>Nem só de programas gratuitos e de código aberto vive o mundo do software portátil. Na Internet, é fácil achar programas pagos que foram modificados, geralmente por programadores experientes, para que funcionem no pendrive de um jeito profissional, bem parecido ao original.</p>
<p>Para termos uma idéia, existe até mesmo o Photoshop CS2 em versão portátil, com apenas 200 MB de espaço. O Photoshop é o mais poderoso e mais caro programa para edição de imagens. </p>
<p>Nesta mesma linha, já circula na rede as versões portáteis do DreamWeaver (para criar sites), do Nero (para gravar CDs e DVDs), do Skype, do Dicionário Aurélio, do QuarkExpress (editoração), do CorelDraw (editoração/gráficos), do Adobe Acrobat (leitura e edição de PDFs) e até mesmo do Microsoft Office.</p>
<p>Note que, em alguns casos, como é o exemplo do Skype, o programa não é pirata —até porque o Skype é gratuito para download. Mas a versão portátil não tem o respaldo da desenvolvedora oficial, sendo modificado pela internet e disponibilizado de forma não-oficial. </p>
<p>Na mesma linha, também é possível encontrar o Windows Live Messenger (MSN) portátil e, também, o Yahoo Messenger. Uma maravilha para o usuário, mas nem tanto para as empresas.</p>
<p><strong>Pacote Office -</strong><br />
O caso mais impressionante é da Microsoft. O pacote Office 2003 tem várias versões portáteis circulando na internet. Com apenas 200 MB, você tem Outlook, Word, Excel e Powerpoint no seu pendrive, podendo abrir os programas e trabalhar normalmente neles. E o melhor, eles carregam super rápido, não requerem instalação e não deixam rastros no computador. </p>
<p>Parece pouco? Pois, até o novíssimo Office 2007 também circula em versão portátil. Um pouco maior, é claro, ocupando 400 MB e com direito a todos os aplicativos. Mas também é possível achar a versão &#8220;light&#8221; do Office 2007 portátil, com apenas 200 MB, sem o Outlook, mas incluindo Word, Excel, Powerpoint e o Publisher.</p>
<p>Vale lembrar, novamente, que o uso de softwares pagos no pendrive contraria a licença de uso, principalmente no caso da Microsoft, como explica Loredane Feltrin, gerente de produto da divisão Information Worker da Microsoft Brasil. </p>
<p>&#8220;Não se pode copiar o Office em mais de uma máquina (apenas a versão Home &#038; Student permite isso), ou seja, se alguém tem o Office instalado na máquina e gera a aplicação para dispositivos móveis, ele está ilegal&#8221;, sentencia Feltrin.</p>
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		</item>
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		<title>Seleção de dicas para acelerar um PC com Windows Vista</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2007/02/selecao-de-dicas-para-acelerar-um-pc-com-windows-vista/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2007 20:33:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo UOL Tecnologia &#8211; link original c/ imagens aqui. 01.fev.2007 Se você acha que vale a pena atualizar seu PC agora para o Windows Vista (leia análise aqui) e resolveu comprar o sistema nas lojas, saiba que é possível melhorar sensivelmente a performance geral da máquina sem precisar pôr a mão no bolso para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Paulo Rebêlo</strong><br />
UOL Tecnologia &#8211; link original c/ imagens <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/02/01/ult4213u22.jhtm">aqui</a>.<br />
01.fev.2007</p>
<p>Se você acha que vale a pena atualizar seu PC agora para o Windows Vista (leia análise aqui) e resolveu comprar o sistema nas lojas, saiba que é possível melhorar sensivelmente a performance geral da máquina sem precisar pôr a mão no bolso para um super upgrade. A exemplo de todas as versões anteriores do Windows, mas principalmente com o XP lançado em 2001, a Microsoft agregou diversas funções e recursos que, quase sempre, a maioria dos usuários domésticos não precisa ou nunca fica sabendo para que servem. Desativar ou reverter uma configuração específica pode tornar o sistema mais ágil e prevenir alguns milímetros de calvície enquanto espera &#8220;pacientemente&#8221; que o computador inicie. Confira nossas dicas a seguir.<br />
<span id="more-231"></span><br />
As versões utilizadas para este guia foram a Home Premium e a Ultimate, mas boa parte das dicas também pode ser adotada em outras edições. Não há uma ordem específica para fazer as alterações, partimos da premissa de que você pode melhorar a performance logo após a instalação/upgrade ou quando achar mais conveniente.</p>
<p>As dicas desta reportagem são utéis para quem tem uma máquina intermediária, com 512 Mb ou 1 GB de RAM. Para quem tem 2 GB de RAM, a diferença não é significativa. No entanto, as mudanças nas configurações não fazem milagres. O Windows Vista é um sistema consideravelmente mais pesado do que o XP, como pode ser visto em nossa análise completa do sistema.</p>
<p>Quem tem 1 GB de RAM pode perfeitamente continuar usando o Vista, mas sabendo que a performance nunca será a mesma no XP, principalmente em jogos. Não à toa, os institutos de pesquisa revelam que a adoção em massa para o Vista só deve ocorrer a partir do final deste ano, quando 1 GB de RAM se tornar o mínimo recomendado para usuários domésticos e 2 GB de RAM se tornar o padrão intermediário.</p>
<p>Na Internet, há uma ferramenta chamada vLite que pode personalizar a instalação do Vista. É um software em fase de testes (beta), sem suporte da Microsoft, e o usuário deve usá-lo por sua conta e risco. Se bem utilizado, você pode economizar até 400 MB de RAM logo na instalação e quase 4 GB de espaço em disco, apagando recursos e funções do Vista como o Media Center, drivers embutidos de hardware, wallpapers e utilitários. O Vista perde funcionalidades, mas ganha em agilidade. Também é possível fazer o mesmo no Windows XP, com uma ferramenta chamada nLite do mesmo autor do vLite.</p>
<p>O vLite e nLite, também, só devem ser adotados por usuários com bastante experiência em Windows e, preferencialmente, com uma máquina reserva para testar. Para nossa reportagem, testamos o vLite no Windows Vista Ultimate e, marcando quase todas as opções, economizamos quase 300 MB de RAM em um computador com 1 GB de RAM disponível, além de ganharmos quase 3 GB de espaço em disco. Uma série de recursos ficaram de fora, mas o sistema continua estável —e funcionando.</p>
<p><strong>Livre-se de utilitários embutidos do Windows Vista -</strong></p>
<p>A primeira tarefa para acelerar o Windows Vista é se livrar de utilitários &#8220;embutidos&#8221; que você não pretende usar —ou porque não gosta, ou porque pretende adotar um software concorrente que faz um serviço melhor. Dois exemplos clássicos são o Windows Sidebar e o Windows Defender.</p>
<p>O Windows Sidebar (barra lateral) é, de fato, uma beleza em termos de estética. Dá até pena em removê-la da tela. Você pode colocar um calendário, fazer anotações e baixar &#8220;gadgets&#8221; adicionais da Internet.</p>
<p>No entanto há dois problemas: ela consome uma boa fatia de memória e, comparado com soluções alternativas e também gratuitas, a funcionalidade ainda é bem inferior. Apenas não esqueça de, quando remover a barra (pelo ícone ao lado de relógio) também marcar a opção de não iniciar o aplicativo sempre que ligar o computador.</p>
<p>O Windows Defender é um excelente anti-spyware, também disponível para XP, mas que ficou mais leve no Vista. Além da leveza, também ganhou praticidade —mais integrado ao Windows, ele não exige conhecimentos técnicos. O problema é que muitos esquecem que ele não é um antivírus. O Defender combate apenas aquelas pequenas pragas que a gente costuma pegar enquanto navega na Internet —geralmente em sites proibidos para menores&#8230;— e alterações não-autorizadas no registro do Windows.</p>
<p>Você pode instalar um antivírus de terceiros e usar os dois, sem problemas, apenas perdendo memória RAM por causa do excesso de recursos para um mesmo fim. Contudo, vários antivírus do mercado possuem a função dupla (antivírus e anti-spyware) e, neste caso, não há sentido usar dois anti-spywares. Escolha o que achar melhor.</p>
<p>Para retirar o Defender, o segredo é ir nas opções, descer e procurar as &#8220;opções de administrador&#8221; onde você pode marcar por definitivo que não quer usá-lo. Outra opção é manter o Defender ativado e instalar apenas um outro programa antivírus.</p>
<p><strong>Ajuste a performance gráfica para ganhar velocidade no Vista</strong></p>
<p>Apesar de deixarem o visual do Windows mais modernos, os recursos de transparência e 3D do Vista custam poder de processamento, e podem tornar seu PC mais lento.</p>
<p>Para aliviar a carga, via Painel de Controle, clique no ícone Sistema, depois na aba Configurações Avançadas e depois em Avançado. Agora, na parte de Performance, clique em Configurações e marque a opção de Ajustar para melhor performance. O visual do seu Vista irá mudar radicalmente, ficando parecido com o Windows 2000. Não se preocupe, você pode reverter daqui a pouco. Feita a mudança, clique em OK e volte a trabalhar normalmente.</p>
<p>Para reverter o visual, basta ir no ícone Personalização via Painel de Controle ou clicar com o botão direito do mouse em cima da área de trabalho. Vamos analisar as opções gráficas que você tem:</p>
<p><strong>Visual clássico</strong>:<br />
Mais feio, mais rápido, mais formal, similar ao Windows 2000.</p>
<p><strong>Visual Vista Básico</strong><br />
Intermediário, boa performance e mais bonito que o Windows XP.</p>
<p><strong>Visual Vista Aero</strong><br />
O melhor esteticamente, exige mais memória de vídeo.</p>
<p>No quesito performance, a diferença entre o Básico e o Aero só é percebida se você não tiver uma boa placa de vídeo. Quem usa computador com placa de vídeo integrada (onboard) ou placas com menos de 128 MB irá perder performance ao usar o Aero. A diferença é que o Aero exige menos da CPU (processador) e mais da GPU (placa gráfica). Quem tiver 128 MB de vídeo ou mais dificilmente irá perceber diferença entre Aero e Básico. Em alguns fóruns na Internet, há gente dizendo que o Aero é até mais rápido do que o Básico se a sua placa de vídeo for rápida. Faça o teste. Nossa dica é o Vista Básico, por ser intermediário, a não ser que você tenha uma super máquina.</p>
<p>Se você quiser usar o Aero mesmo que perca em performance, uma boa dica é marcar a opção para não usar transparência. Assim, você fica com o visual novo &#8220;quase&#8221; inteiro e não perde tanto em velocidade. Quem tiver placa de vídeo integrada ou com menos de 128 MB, deve preferir desativar animações e efeitos visuais.</p>
<p>Agora vamos à performance de disco. Por padrão, o Vista não configura seu disco rígido (HD) de modo otimizado, é preciso fazer manualmente. Via Painel de Controle, clique em Sistema e escolha o Gerenciador de Dispositivos. Vá nas propriedades do disco rígido principal e marque a opção de habilitar a performance avançada.</p>
<p>Este recurso melhora o acesso ao cache de disco mas, por outro lado, se houver uma queda de energia elétrica ou desligamento abrupto, você pode perder os dados mais facilmente. Logo, é sugerido que se use um no-break caso os dados no seu computador sejam irrecuperáveis.</p>
<p>Ainda no ícone de Sistema do Painel de Controle, você pode configurar a memória virtual. Talvez pela primeira vez na história, o gerenciamento automático do arquivo de troca (swap) no Windows funciona bem. Até o XP, você ganhava em performance alterando essas configurações. Agora, a mudança é imperceptível e a maioria dos usuários deve manter no automático. Caso você queira mudar para experimentar, configure o arquivo de troca para o dobro da quantidade de sua memória RAM total instalada. E sempre deixe o tamanho mínimo igual ao tamanho máximo, para evitar fragmentação no disco.</p>
<p><strong>Gerenciamento de arquivos agiliza busca do Vista, mas pesa &#8211; </strong></p>
<p>Um dos recursos novos mais úteis do Vista é o sistema de busca integrado. Mas muitos componentes que agem em segundo plano podem ser desnecessários e consumir mais máquina do que o ideal.</p>
<p>Um deles é o um recurso novo chamado de Arquivos Offline. Ele é interessante para quem trabalha em rede corporativa, você pode acessar os arquivos mesmo estando fora da rede. Para a maioria dos usuários, porém, é inútil. Por vir habilitado de fábrica, o recurso consome um pouco de memória e pode ser desativado. Via Painel de Controle, escolha o ícone Arquivos Offline e desabilite-o. Será preciso reiniciar o computador.</p>
<p>O sistema de busca do Vista é integrado ao antigo MSN Desktop Search, ou seja, é possível indexar todos os arquivos do seu HD para acesso rápido, inclusive, pesquisando o conteúdo dentro de arquivos de texto. O problema é que, além de consumir bastante recursos, o novo sistema de busca é complicado de configurar. </p>
<p>De fábrica, ele vem habilitado para indexar apenas a área de trabalho, menu Iniciar e suas pastas de arquivos pessoais e offline. Se você tem grande volume de arquivos de texto e PDFs, por exemplo, vale a pena usar um mecanismo de busca indexada. Pode ser este mesmo embutido do Vista ou alternativas concorrentes, como Google Desktop Search, Yahoo Desktop Search, Copernic, X1, entre outros.</p>
<p>Se você não pretende instalar uma ferramenta de terceiros, via Painel de Controle é possível configurá-lo pelo ícone opções de indexação. Clique em Avançado e agora você pode escolher as pastas que o Windows irá indexar para que suas buscas fiquem mais rápidas. Também é possível desabilitar e, assim, economizar uma boa fatia de memória.</p>
<p>Ainda no Painel de Controle, você pode desinstalar algumas poucas aplicações embutidas do Vista, como os joguinhos, componentes para Tablet PC e até mesmo o serviço de indexação. É possível economizar até 1 GB de espaço em disco, após algumas desinstalações de coisas que você geralmente não usa. Não é muito, considerando um sistema operacional que engole praticamente 10 Gb de espaço após instalado.</p>
<p>Dois novos recursos, ReadyBoost e SuperFetch, ajudam a melhorar a performance de disco no Vista. O ReadyBoost usa um pendrive USB, ou até mesmo um cartão de memória, para acelerar o acesso (leitura) de uma sequência de arquivos pequenos quando esse tipo de operação é requisitada pelo sistema. A Microsoft garante um acréscimo de até 10% na performance geral, mas até agora ninguém ainda conseguiu medir isso em números. Em testes realizados em duas máquinas e com tipos diferentes de pendrive e cartões de memória, não foi possível identificar nenhuma alteração, para melhor ou pior, além de ficarmos sem poder usar o pendrive para outros fins porque o sistema pede dedicação exclusiva para o Readyboost.</p>
<p><strong>Confira dicas para notebook e laptops com Windows Vista -</strong></p>
<p>Tenha cuidado ao instalar o Vista no laptop. Configure logo suas opções de energia, a partir dos três modos instalados de fábrica: intermediário, alta performance e econômico. É possível configurar cada um deles, porém, esses recursos ainda deixam a desejar quando comparados aos softwares das fabricantes de laptops para XP.</p>
<p>A maioria das fabricantes ainda não desenvolveu aplicativos compatíveis com o Vista para otimizar o uso da bateria. Em certos modelos de laptop, por exemplo, não é possível ajustar o brilho da tela. E a tela LCD dos laptops é o que mais consome bateria.</p>
<p>Outra dica: se você usar o visual Aero do Vista, sua bateria irá acabar mais rápido, porque o sistema irá usar processamento da placa gráfica independente do processador, consumindo bem mais energia.</p>
<p>Para laptops que não estejam plugados na tomada, a dica é usar o visual clássico ou, no mínimo, o modo Básico. Gaste algum tempo navegando nas opções avançadas de gerenciamento de energia e use bastante o modo sleep (stand-by/dormir) que, sem dúvida, está bem melhor do que no XP.</p>
<p>A qualquer momento, as fabricantes de laptops podem desenvolver drivers otimizados para o Vista e o Windows Update é o melhor lugar para encontrá-los. No dia do lançamento oficial do Vista, já havia novos drivers disponíveis para as placas de vídeo integradas da Intel e da Nvidia, por exemplo. Além de drivers de dispositivos da Sony, Toshiba e outras fabricantes de laptops.</p>
<p><strong>Confira mudanças avançadas para deixar o Vista melhor &#8211; </strong></p>
<p>Antes de começar, pare: não siga essas dicas se você não souber exatamente o que está fazendo. Neste caso, vale a pena consultar aquele amigo que entende mais de informática. Com elas, dá para personalizar o sistema e ganhar um pouco mais de memória —o que pode ser útil para usuários mais avançados.</p>
<p>A cada mudança de configuração do Vista, o sistema exibe um pop-up pedindo permissão para realizar o processo. Essas perguntas irritam a maioria dos usuários mais experientes e podem ser desabilitadas totalmente.</p>
<p>Para tal, você irá precisar desabilitar um dos prinicpais recursos de segurança interna do Vista, que é o controle unificado de usuários, o UAC. Via Painel de Controle, clique em Contas de Usuários (User Accounts) e haverá a opção de ligar ou desligar o controle de contas do usuário. Ao fazer isso, será necessário reiniciar o computador e qualquer mudança —para o bem ou para o mal— poderá ser feita sem a &#8220;permissão&#8221; do administrador.</p>
<p>Desabilitar o controle de usuários não é recomendado, também, para quem usa o PC compartilhado com outras pessoas da casa ou em ambientes públicos. Sem o recurso, qualquer um poderá deletar arquivos importantes ou instalar spywares, por exemplo. Use-o apenas se você souber que tem controle total sobre seu PC.</p>
<p>Outra dica, que inclusive pode ser adotada no XP, é desabilitar serviços inutilizados que o Windows carrega automaticamente ao iniciar. Basta ir no menu Iniciar, escolher Executar (Run) e digitar services.msc. Nesta tela, estão todos os serviços —essenciais ou não— do Windows. Usuários avançados podem ler as descrições e desabilitar (pare o serviço em uso, depois desabilite-o) e economizar preciosos megabytes de RAM na próxima inicialização.</p>
<p>Tenha bastante cuidado. Alguns serviços são essenciais à segurança do sistema e, quando desabilitados, podem colocar a máquina em risco ou até congelar o Windows na próxima inicialização. No entanto, há uma série deles que pode ser desabilitada, como a opção &#8216;Servidor&#8217; (se você não pretende compartilhar nada em rede), o link distribuído de clientes NTFS, o Serviço de Indexação (caso você não use a ferramenta descrita no início desta reportagem), o ReadyBoost, a busca automática por dispositivos Smartcard, uPNP, Arquivos Offline, Centro de Segurança, Tablet PC, NetBIOS Helper, Logon Secundário, Windows Image, Error Reporting, Serviços de Terminal, entre outros.</p>
<p>Desabilitando vários serviços que você não usa, é possível economizar até 100 MB de RAM na próxima inicialização. Se as coisas não derem certo, você pode voltar à tela e reabilitar os serviços que cancelou.   [ <a href="mailto:imprensa@rebelo.org">email do autor</a> ] </p>
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		<title>Office 2007 traz mudanças radicais e altas exigências</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2007 17:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo UOL Tecnologia – link original – dezembro/2006 As escolas de informática vão adorar a nova versão do pacote da Microsoft para programas de escritório. Tudo foi radicalmente modificado no Office 2007, aposentando conceitos que estão em vigor há duas décadas na informática —e na cabeça de quem se acostumou a usar o programa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana; font-size:10pt">Paulo Rebêlo <br />UOL Tecnologia – <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2006/12/15/ult2870u219.jhtm"><span style="color:#0070c0">link original</span></a> – dezembro/2006<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">As escolas de informática vão adorar a nova versão do pacote da Microsoft para programas de escritório. Tudo foi radicalmente modificado no Office 2007, aposentando conceitos que estão em vigor há duas décadas na informática —e na cabeça de quem se acostumou a usar o programa.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana"></span><span style="font-size:9pt">A proposta do Office 2007 é simples, mas polêmica. Esqueça tudo o que você aprendeu sobre usabilidade e interfaces até hoje, quando você ordenava o software a fazer comandos a partir de um menu (Arquivo, Editar, Inserir, Formatar&#8230;) com opções pré-estabelecidas pela fabricante (Abrir, Novo, Salvar, Salvar Como, Imprimir&#8230;). Aliás, esqueça a palavra &#8220;menu&#8221;. Ele não existe mais. Esqueça a noção de comandos e sub-comandos que você só precisa aprender uma vez, já que continuam iguais a cada nova versão. Na análise a seguir, vamos acompanhar as principais mudanças —da instalação ao uso— e as vantagens e desvantagens de migrar para o Office 2007.</p>
<p><span id="more-2203"></span></p>
<p>Fique atento ao novo <strong>formato de arquivos</strong>. A partir desta versão, a Microsoft adotou um formato &#8220;quase&#8221; aberto de XML para os arquivos, conhecido como Microsoft Office Open XML (OOXML). Apesar de ser aberto, não é um formato ainda padronizado pela indústria e os críticos alegam que não é totalmente aberto quando comparado a formatos concorrentes, como aquele utilizado no OpenOffice, por exemplo. Agora, documentos são salvos em <strong>.docx</strong> em vez de <strong>.doc</strong>. Em tese, o novo formato gera arquivos menores (usa compressão ZIP) e mais flexíveis, sem código proprietário. A desvantagem é que apenas usuários do Office 2007 vão poder acessar os arquivos. Quem usa versões anteriores do Office precisa baixar uma atualização, via Windows Update, para poder ler e editar o conteúdo neste novo formato. Mas não se preocupe. É possível usar Word e Excel configurados para salvar no padrão antigo de arquivos.<br /><strong>&#8212;-<br /></strong></span><strong><br />Office 2007: Instalação exige mais memória e disco rígido</strong><span style="font-size:9pt"><br />
				<br />Nos requisitos de hardware, o Office 2007 consome bem <strong>mais memória</strong> do que a versão anterior (2003) e, acredite, é um peso considerável na sua máquina após um certo tempo de uso. O mínimo oficial exigido pela Microsoft é 256 MB de RAM, mas não migre sem pelo menos 512 MB. Alguns dos novos recursos do Office, como a &#8220;correção contextual de ortografia&#8221;, exige nada menos que 1 GB de RAM para rodar bem. Memória é essencial para fazer bom uso do Office 2007, mas um disco rígido rápido (7200 RPM com buffer) também ajuda —o que pode prejudicar um pouco usuários de notebooks, nos quais os discos normalmente são mais lentos do que aqueles utilizados em desktops.</p>
<p>O Office 2007 pode ser instalado <strong>apenas</strong> no Windows Vista, Windows XP (com Service Pack 2) e Windows Server 2003. Ao instalar, é fácil perceber que o pacote está carnalmente atrelado às políticas da Microsoft com o Windows Vista —leia nossa análise <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2006/11/10/ult2870u180.jhtm" target="_blank"><span style="text-decoration:underline">aqui</span></a>. Em outras palavras, suas opções de personalizar a instalação são as mínimas possíveis. Diferentemente das versões anteriores do Office, agora são pouquíssimas coisas que podem ser deixadas de lado. Há casos notórios, como Powerpoint e Word, que exigem a instalação do programa com todos os adicionais, <strong>mesmo que você não use</strong> a maioria dos recursos.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: center"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t15.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: center; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=3"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>Pouca personalização para instalar</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana"></span><span style="font-size:9pt">Mesmo que você instale apenas o básico para usar no escritório, o Office 2007 tem proporções gigantescas: <strong>ocupa 1,5 GB de espaço em disco</strong>, em média. Para ter uma idéia, o Office 2003 ocupa até 500 MB de espaço, o que já é considerado bastante. A versão mais recente do Open Office, concorrente gratuito, ocupa 250 MB.</p>
<p>É possível instalar o Office 2007 do zero ou fazer o upgrade de versões pré-existentes. No upgrade, você tem a opção de conservar versões antigas de programas específicos. É uma boa pedida, para quem quiser manter duas versões diferentes do Word, por exemplo. A única exceção é o Outlook, que aceita apenas uma única versão instalada.<br />&#8212;-<br /></span><strong><br />Office 2007: Polêmica, interface vem totalmente diferente</strong><br />
			<span style="font-size:9pt"><br />A proposta é simples. Programas como Word e Excel possuem tantos recursos e funções que a maioria dos usuários, simplesmente, se perde. Os softwares ficam subutilizados porque o usuário não encontra —e nem sabe que existe— determinado comando.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">A nova interface do Office 2007 tenta mudar isso, nem sempre com sucesso, mas com resultados interessantes. Em vez de apresentar ainda mais recursos, a maioria dos programas do Office 2007 tem a interface como carro-chefe, revelando comandos que sempre estiverem presentes, mas longe de alcance do usuário leigo.</p>
<p>A interface pode irritar os usuários mais experientes, principalmente aqueles que se habituaram a usar o teclado para decorar os comandos que mais usam no cotidiano. Por outro lado, usuários novatos tendem a gostar da novidade, o que representa um verdadeiro paradoxo (inexplicável) por parte da Microsoft.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t24.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=6"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>Nova interface dos aplicativos</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">É que durante várias apresentações do produto nos últimos meses, inclusive no Brasil, representantes da empresa fizeram questão de mostrar a <strong>tendência corporativa</strong> do Office 2007, ou seja, um foco crescente no uso dentro de empresas. Ao mesmo tempo, o novo esquema da interface é totalmente voltado a usuários com menos experiência.</p>
<p>O principal problema é o mesmo que ocorre no Windows Vista: <strong>a falta de opções</strong>. A nova organização de comandos utiliza ícones gigantes, que comem um bom espaço de tela. Diferentemente de todos os outros programas da própria Microsoft, você não pode personalizar a barra de comandos e reduzir os ícones.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t34.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=1"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>&#8220;Cara&#8221; do Word sem ícones visíveis</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">A única opção é &#8220;esconder&#8221; a barra inteira de comandos, ganhando bastante espaço de tela, em troca de perda de usabilidade. Sem a barra de comandos, quando você precisar de algum recurso que não esteja na sua linha de atalhos, irá precisar usar o mouse para &#8220;baixar&#8221; a barra principal de comandos.</p>
<p>Com ícones pequenos, a linha de atalhos (barra de acesso rápido) é a melhor pedida da nova interface e a <strong>única função realmente personalizável</strong>. Você pode abrir uma lista com todas as funções e comandos do Office 2007 e adicioná-los à linha de atalhos, que funciona como uma série de comandos de sua preferência à distância de um clique.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t44.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=8"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>A barra de acesso rápido no Word</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">Vai levar um bom tempo até você se habituar e conseguir adicionar todos aqueles comandos que você usa, mas depois fica mais fácil. Boa parte dos usuários, porém, sente falta de ter a opção de reverter a interface para a do Office 2003. Mesmo assim, quem ainda tiver decorado as teclas de atalho no teclado, pode continuar a usar, pois a maioria continua funcionando sem problemas.</p>
<p>A interface diferente tem resultados interessantes em todo o pacote de aplicativos. A principal é a chamada &#8220;pré-visualização em tempo real&#8221;. Ao selecionar uma porção de texto para mudar a fonte ou formatação, você não precisa clicar no nome da fonte para saber como o texto ficará. Basta passar o mouse por cima de cada fonte que, automaticamente, o Office mostra o resultado na tela sem fazer a alteração.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t54.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=10"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>Pré-visualização em tempo real</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana"></span><span style="font-size:9pt">Excelente pedida para quem trabalha com textos que precisem de várias formatações diferentes, como cores, tamanho e tipos de fontes alternadas. Algumas funções básicas, que antes eram acessíveis por algum menu, agora podem ser encontradas com apenas um clique —principalmente nos principais programas, como Word, Excel e Powerpoint.</p>
<p>Por fim, no quesito aparência, o Office 2007 segue o mesmo estilo do Windows Vista, com três cores-tema: azul, cinza e preto. O tema padrão é o azul.<br />&#8212;-<br /></span><strong><br />Office 2007: Word ganha recursos para blogueiros e pesquisadores</strong><span style="font-size:9pt"><br />
				<br />Sem dúvida, o carro-chefe do Office para a maioria dos usuários. Comandos simples ficaram mais acessíveis, não é mais preciso procurar menus para comandos frequentes. Dois recursos merecem destaque para os internautas: blog e pesquisas.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">Agora é possível <strong>blogar diretamente do Word</strong> de um jeito bem fácil. No Word 2003 já era possível, desde que fosse instalado um plug-in específico e que não funcionava em todos os sistemas de publicação de blogs disponíveis na Web.</p>
<p>Com o Word 2007, as principais ferramentas blogueiras (Blogger, WordPress, Typepad etc.) podem ser utilizadas. Você digita direto do Word, como um texto qualquer, e sem sair do Word pode gerenciar categorias e enviar seu post, inclusive usando imagens.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t64.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=13"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>Word permite postar direto no blog</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">É tudo bem simples e fácil. A configuração exige apenas o sistema de publicação utilizado pelo blog, seu login e senha. Caso seu blog não esteja incluso na lista de pré-definidos do Word, é possível tentar forçar a barra e incluir manualmente, o que vai exigir um certo conhecimento técnico por parte dos usuários. Pedir ajuda do suporte técnico é uma opção.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t74.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=11"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>Recurso de inserção de bibliografia</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana"></span><span style="font-size:9pt">Para acadêmicos e pesquisadores, os recursos de referências e bibliografias foi notadamente melhorado. Durante anos, o Word nunca foi o exemplo-mór de software para quem trabalha com textos contendo várias referências de rodapé, devido ao jeito complicado de o programa gerenciar as notas. Muita gente usa o Word por falta de outra opção, principalmente no Brasil, onde concorrentes como WordPerfect são menos conhecidos. Com a versão 2007, a Microsoft resolveu finalmente investir neste nicho.</p>
<p>Na hora de exportar arquivos, o Word lhe dá uma série de opções. Exportar ou publicar para blog, para servidores Sharepoint, para a Web e até para PDF. E se você quiser brincar com as opções do Word, se prepare. São centenas. Não estão bem classificadas, talvez de propósito, mas vale a pena conhecer o que o editor de textos oferece.<br />&#8212;-<br /></span><strong><br />Office 2007: Outlook ganha mais integração com Word</strong><br />
			<span style="font-size:9pt"><br />As mudanças mais perceptíveis estão aqui. A integração do Outlook com o Word cresceu de um jeito dúbio, que irá atrapalhar a vida dos usuários menos simpáticos a novidades ou que preferem o bom e velho texto sem formatação para e-mail.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">De início, o editor de mensagens do Outlook é quase uma extensão do Word nos tipos de fontes, correção ortográfica e até auto-formatação ao digitar. É possível personalizar o programa para voltar a ser o que era antes, mas vai dar muito trabalho. A maioria dos novos usuários seguirá usando a configuração padrão.</p>
<p>Seguindo a tendência das últimas versões (Outlook XP, 2003, 2007) a Microsoft aprendeu a utilizar bem o espaço disponível de tela. A funcionalidade, porém, só vale a pena para quem usa o Outlook como gerenciador de compromissos, notas rápidas (aqueles sticks amarelos), agenda e contatos.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t84.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=11"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>Outlook integra e-mails e agenda</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">Na mesma janela da sua caixa de entrada, você pode ver seus compromissos e ter acesso ao calendário, sem precisar usar o mouse ou mudar de janela para acrescentar um dado na agenda ou lista de tarefas.</p>
<p>Aliás, o recurso calendário melhorou bastante, com a possibilidade de integrar calendários online (Internet Calendars) e na rede corporativa. Você pode publicar seu calendário na Internet ou importar um calendário online já existente, como é o caso do Google Calendars. Tudo bem que nem sempre a importação é 100%, mas funciona.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t94.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=25"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>Soft ganhou leitor de RSS integrado</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana"></span><span style="font-size:9pt">Outra novidade é o atrasado suporte a RSS (Really Simple Syndication) para ler notícias da Web direto do Outlook, sem precisar entrar em sites ou usar o navegador. Quem usa contas de e-mail do tipo IMAP, pode agradecer um pouco, mas não muito. O suporte a IMAP melhorou, é possível ter mais controle das pastas (folders), mas o Outlook 2007 ainda está longe de ser um bom gerenciador de contas IMAP como o Thunderbird, por exemplo. Quem tiver mais de um e-mail em IMAP pode esperar eventuais &#8220;congelamentos&#8221; quando estiver lidando com várias mensagens. A Microsoft garante que o recurso anti-spam foi melhorado.<br />&#8212;-<br /></span><strong><br />Office 2007: Excel, Powerpoint e Access têm poucas novidades</strong><br />
			<span style="font-size:9pt"><br />Excel, Powerpoint, Access e Publisher são a prova definitiva de que a Microsoft não tem muitas novidades interessantes para oferecer com o Office 2007 além de mudar a proposta de trabalho e usabilidade. Continuam praticamente idênticos, com maquiagens aqui ou ali e apenas pequenas novidades.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">No Excel 2007, as melhores mudanças ficam para usuários avançados. Quem usa Excel apenas para planilhas simples ou catálogos pessoais (livros, filmes etc.), ou até mesmo para visualizar planilhas de terceiros, não verá novidade aparente nesta nova versão.</p>
<p>O programa não ficou tão mais pesado do que a edição anterior. Quem trabalha com planilhas que ocupam bastante espaço, irá achar útil a nova interface em que você pode esconder todos os ícones e deixar apenas a barra de atalhos.</p>
<p>Os que usam cálculos e recursos avançados, também devem gostar do novo tipo de acesso. O recurso de pré-visualização em tempo real também é uma boa pedida, pois economiza tempo. Mudar o layout da planilha exige menos cliques e as fórmulas ficaram divididas de um jeito mais intuitivo.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t104.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=19"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>Opções de animação do Powerpoint</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana"></span><span style="font-size:9pt">É difícil chegar a um veredicto sobre o Powerpoint. Com a nova interface do Office 2007, funções simples ficaram realmente mais fáceis de achar e de usar nos slides. Por outro lado, executivos e palestrantes &#8220;carga pesada&#8221;, que dependem demais de apresentações com firulas gráficas e multimídia, vão sofrer um pouco no uso do mouse para achar uma determinada ação.</p>
<p>Do ponto de vista da inovação, o Powerpoint 2007 decepciona. São <strong>poucos efeitos novos</strong> para os slides, e boa parte das novidades são aplicáveis apenas em uso corporativo. Há novos recursos de segurança e publicação de slides em ambientes de trabalho online ou na rede da empresa.</p>
<p>O Access também praticamente não inova. Por ser uma ferramenta de uso mais corporativo há bastante tempo, a integração com os servidores Sharepoint e ambientes de trabalho em rede melhorou, mas nada imprescindível. Há (poucos) novos templates e facilidades para fazer e gerenciar banco de dados.</p>
<p>O Publisher, programa um tanto ignorado pelos usuários, ficou perceptivelmente mais leve do que na versão 2003. Talvez por conta da interface, que praticamente não sofreu modificação e não utiliza o novo esquema do Office 2007, conservando os menus de comandos. Os templates continuam quase os mesmos da versão anterior, com poucos acréscimos. A tentativa da Microsoft, claramente, é aproximar o Publisher para um software híbrido de editoração eletrônica, mesclando conceitos do Corel Draw, PageMaker e outros concorrentes.</p>
<p>Em resumo, os quatro programas —Excel, Powerpoint, Access e Publisher— deixam uma pergunta no ar: o que ainda há para ser aprimorado? No caso do Access 2007 em específico, a grande chamada são os desenvolvedores que utilizam as ferramentas Microsoft (ex. SharePoint), além de banco de dados voltados para Web, como o SQL Server.<br />&#8212;-<br /></span><strong><br />Office 2007: Pequenos utilitários podem facilitar o trabalho</strong><br />
			<span style="font-size:9pt"><br />As versões mais completas do Office 2007, como é o caso da Enterprise, Business ou Professional, trazem ferramentas interessantes para uso doméstico e corporativo.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">Para o usuário final, a pedida é o OneNote. Não chega a ser novidade, pois também existe no Office 2003, mas sempre foi muito pouco divulgado. A versão 2007 do OneNote consome menos memória do que o 2003 quando inativo e tem menos problemas do que antes. É ótimo para quem gosta de tomar notas compulsivamente, funcionando como uma espécie de caderno de anotações. Você não precisa criar arquivos ou salvar seus documentos, basta escrever que o programa guarda tudo.</p>
<p>A integração com outros aplicativos do Office —e o Internet Explorer— nem sempre funciona como prometido, mas pode ser de grande valia para quem usa ferramentas 100% Microsoft. Uma dica para usuários de notebook: perca um tempo conhecendo as opções do programa, pois, como ele funciona &#8220;por baixo dos panos&#8221;, sua bateria pode acabar mais cedo.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse; background: #faf4e8" border="0">
<colgroup>
<col style="width:212px"/></colgroup>
<tbody valign="top">
<tr>
<td vAlign="middle">
<p style="text-align: right"><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2007/01/010907_1743_Office2007t114.jpg" alt=""/><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><br />
							</span></p>
<p style="text-align: right; background: white"><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm?abrefoto=17"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt; text-decoration:underline"><strong>OneNote é caderno de anotações</strong></span></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana"></span><span style="font-size:9pt">O InfoPath também é conhecido desde o Office 2003, mas sem destaque. É um criador de formulários, simples e eficiente, ótimo para empresas de pequeno e médio porte que precisam do recurso.</p>
<p>Nas versões corporativas do Office 2007, a maior novidade é o Groove. É difícil definir o que seja o Groove, mas trata-se de um mini-ambiente de trabalho onde você pode trocar mensagens e compartilhar arquivos entre seus colegas da empresa.</p>
<p>À primeira vista, parece um mensageiro corporativo, como um MSN Messenger para empresas, mas o Groove é bem mais. Com poucos cliques e de simples manuseio, você pode escolher pastas e compartilhas fotos e músicas, por exemplo.<br /></span><strong>&#8212;&#8211;</p>
<p>Office 2007: Vale a pena fazer a atualização?</strong><br />
			<span style="font-size:9pt"><br />Obviamente, o Office 2007 não é para todos. Em geral, atinge dois públicos-chave de usuários domésticos: o ávido por novidades, que gosta de usar sempre os programas mais novos; e o usuário que foi &#8220;conquistado&#8221; pela nova interface do Office, tão diferente das versões anteriores.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">É um investimento alto, a começar pelo preço do produto. A depender da versão, o pacote pode custar até R$ 1.000, com variações pequenas para mais ou para menos.</p>
<p>Quem não tem um computador rápido, vai ter que investir em componentes. Apesar de 512 MB de RAM ser suficiente, se você usa bastante os aplicativos do pacote, nossa recomendação sincera é ficar longe do Office 2007 se não tiver pelo menos 1 GB de RAM.</p>
<p>Com poucas exceções, não há nada que o Office 2007 faça que você não possa fazer no Office 2003, do ponto de vista de produtividade. Pequenos detalhes podem fazer a diferença para um grupo de usuários, e talvez nenhuma diferença para outro grupo. É o caso do leitor de RSS e do calendário integrado do Outlook e da função de blogar pelo Word 2007, apenas para citar duas.</p>
<p>A partir do final deste mês de dezembro, o Office 2007 fica disponível para empresas. Até o final do próximo mês (janeiro), chega às lojas de todo o Brasil.</p>
<p>álbum de fotos – clique <a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061215office2006_album.jhtm">aqui</a>.<br />e-mail para contato com o autor – clique <a href="mailto:imprensa@rebelo.org">aqui</a>.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Windows Vista: o que você precisa saber antes de atualizar</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Nov 2006 15:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo RebêloUOL Tecnologia – 11.nov.2006 (link original) Cinco anos depois de lançar o Windows XP, o sucessor Windows Vista está pronto e a Microsoft garante que todo mundo vai querer usar. Será? Antes de procurar saber quais são as novidades e quão bonito é o visual, o usuário deve primeiro entender as mudanças conceituais oferecidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana"><strong><span style="font-size:8pt">Paulo Rebêlo<br />UOL Tecnologia – 11.nov.2006 (<a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2006/11/10/ult2870u177.jhtm" target="_blank">link original</a>)</span><span style="font-size:9pt"><br />
				</span></strong></span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">Cinco anos depois de lançar o Windows XP, o sucessor Windows Vista está pronto e a Microsoft garante que todo mundo vai querer usar. Será? Antes de procurar saber quais são as novidades e quão bonito é o visual, o usuário deve primeiro entender as mudanças conceituais oferecidas pelo Vista —fatores que realmente vão influenciar seu dia-a-dia na frente do computador, como ferramenta de trabalho ou diversão.</p>
<p>O Vista começa a ser vendido apenas no final de janeiro de 2007, porém, a partir deste mês muita gente já vai usar em máquinas corporativas. Em dezembro, algumas fabricantes poderão vender computadores novos com o Vista pré-instalado.</p>
<p><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=1" target="_blank"></a><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=1"><img align="left" src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2006/11/111506_1534_WindowsVist12.jpg" alt="" border="0"/></a>Para o usuário final, o Windows Vista é um paradoxo. Em termos de recursos e novidades, não chega a ser metade do que a Microsoft prometeu durante os cinco anos de desenvolvimento; e continua a falar hoje. Por outro lado, em termos de usabilidade e experiência de uso, o impacto que o Vista causa &#8211; naqueles usuários habituados a versões anteriores &#8211; pode assustar um pouco e, quem sabe, não agradar em nada.</p>
<p>O Windows Vista apresenta quatro pilares que fazem a diferença em relação às versões anteriores. Cada pilar tem dois extremos. Quando um pilar maximiza uma determinada experiência de usuário, ao mesmo tempo ele tende a minimizar outro tipo de experiência. É como um jogo de perdas e ganhos. Quando você estica de um lado, a outra ponta diminui. E foi exatamente o que a Microsoft fez. Os quatro pilares são:<br />
</span></p>
<p style="text-align: center; background: white"><span style="font-size:9pt"><em><span style="font-family:Verdana">Beleza &lt;&gt; Usabilidade<br />integração </span><span style="font-family:Arial">&lt;&gt;</span><span style="font-family:Verdana"> Compatibilidade<br />Resultados </span><span style="font-family:Arial">&lt;&gt;</span><span style="font-family:Verdana"> Personalização<br />Performance </span><span style="font-family:Arial">&lt;&gt;</span></em></span><span style="font-family:Verdana"><em> Hardware</em><br />
			</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><strong>beleza vs. usabilidade</strong><br />
		</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">O primeiro impacto do Vista é o visual, realmente atraente e com recursos nunca antes conhecidos na plataforma Windows. Além de poder trabalhar em um ambiente de trabalho tridimensional (3D), você tem janelas translúcidas de verdade, papéis de parede de tirar o fôlego e toda uma série de cores e animações que empolgam. </p>
<p><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=3" target="_blank"></a><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=3"><img align="left" src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2006/11/111506_1534_WindowsVist23.jpg" alt="" border="0"/></a>Essa <strong>maximização</strong> da experiência visual, contudo, trouxe uma <strong>minimização</strong> de usabilidade para usuários mais experientes ou todas aquelas pessoas que se acostumaram a trabalhar com a interface clássica do Windows, cujo alicerce é basicamente o mesmo desde o Windows 95. A transparência das janelas às vezes atrapalha sua produtividade, principalmente se você estiver usando várias delas abertas. Na hora de mudar de uma janela para outra, é comum você clicar no lugar errado e não chegar onde deseja —quando a janela está próxima da barra de tarefas, por exemplo.</p>
<p>Quem navega muito na Internet, já se habituou a usar o botão de &#8220;Voltar&#8221; do browser. No Vista, o botão de &#8220;Voltar&#8221; é constante em todas as janelas, ali em cima do lado esquerdo e, às vezes, substitui o clássico botão de &#8220;voltar&#8221; que ficava antes do &#8220;próximo&#8221; em janelas simples de instalação de softwares ou configurações do sistema. Vai levar um tempo até se acostumar. Fora isso, são vários pequenos detalhes que, apenas depois de um mês ou mais de uso diário, você começa a prestar atenção. Afinal, o Vista não é tão simples de usar quanto a Microsoft diz.</p>
<p><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=2" target="_blank"></a><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=2"><img align="right" src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2006/11/111506_1534_WindowsVist33.jpg" alt="" border="0"/></a>O usuário sempre tem a opção de esquecer o visual arrojado do Vista e configurar para a interface clássica. Nossa sugestão, para quem realmente passa horas na frente do PC, trocando de janelas várias vezes, é optar pelo tema &#8220;básico&#8221; do Aero, quando você ainda terá um ambiente mais bonito, mas sem transparências exageradas, sem ambiente tridimensional e sem janelas translúcidas. Mesmo assim, boa parte dos pequenos detalhes (negativos) de usabilidade continuarão.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><strong>integração vs. compatibilidade</strong><br />
		</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">É fato. A cada nova versão do Windows, a Microsoft integra ao sistema operacional várias soluções da empresa e entrega ao usuário logo na instalação. Apesar disso ter causado processos judiciais no mundo inteiro, a Microsoft parece não ter ligado muito.</p>
<p>Com o Vista, a integração do sistema operacional às ferramentas Microsoft foi <strong>maximizada</strong> ao extremo, de um jeito que pode assustar o usuário experiente, ao mesmo tempo que tende a agradar a maioria dos usuários novatos. Afinal, se você tem o Windows com quase todas as ferramentas que precisa no seu dia-a-dia, não há necessidade prática de procurar na Internet e fazer o download de ferramentas desenvolvidas por outras empresas. É assim que &#8220;pensa&#8221; o Windows Vista.</p>
<p><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=10" target="_blank"></a><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=10"><img align="right" src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2006/11/111506_1534_WindowsVist43.jpg" alt="" border="0"/></a>Além dos óbvios Internet Explorer 7 e Windows Media Player 11, quase todos os programinhas lançados pela Microsoft são instalados em versões melhoradas. O Windows Defender (antispyware) está lá, até pode ser desativado, depois de o Windows lhe perguntar duas vezes se você realmente quer &#8220;deixar seu computador desprotegido de ameaças e spywares&#8221;.</p>
<p>Para quem trabalha com grande volume de arquivos e habitou-se a usar programas de localização rápida, como o Google Desktop Search ou o Yahoo Desktop Search, o Vista traz embutido o Microsoft Desktop Search. É basicamente a mesma ferramenta disponível para download gratuito para o XP. Ou seja, em tese, você não vai precisar se &#8220;preocupar&#8221; com isso. Tem ainda o cliente de e-mail (Windows Mail) que substitui o Outlook Express, o DVD Maker (edição de vídeos), um software de conferência, um programa de calendário e agenda&#8230; a lista é longa.</p>
<p><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=8" target="_blank"></a><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=8"><img align="left" src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2006/11/111506_1534_WindowsVist53.jpg" alt="" border="0"/></a>A integração entre as ferramentas Microsoft e o Vista, obviamente, é perfeita do ponto de vista técnico. Graças à integração, esses programas (Defender, Media Player, IE, Messenger etc.) ficam mais rápidos e acessíveis. O mesmo vale para gravações de CDs e DVDs, agora perceptivelmente melhor do que no Windows XP. Para a imensa maioria dos usuários, não será nem preciso instalar um aplicativo de gravação, como o Nero ou Easy CD Creator.</p>
<p>Por outro lado, o quesito compatibilidade tende a ser <strong>minimizado</strong> para quem gosta de usar programas de outras empresas. O próprio vice-presidente da Microsoft, Jim Allchin, disse em entrevista recente que, hoje, o Vista &#8220;não precisa de antivírus&#8221; graças ao controle de contas de usuários melhorado.</p>
<p>Em resumo, o Vista é um prato cheio para quem gosta das ferramentas Microsoft e as usa hoje no Windows XP. Você terá uma experiência melhor e mais rápida. Para quem prefere optar por softwares diferentes, pode ser um problema. Os outros softwares podem ser instalados normalmente, a maioria funciona. No entanto algumas pessoas ficarão com aquela &#8220;leve&#8221; impressão de que eles estão mais &#8220;pesados&#8221; e sobrecarregando o sistema operacional.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><strong>resultado vs. personalização</strong><br />
		</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">Política de resultados. É um termo bem corporativo, mas é o que o Windows Vista lhe oferece, em troco de lhe tirar várias pequenas opções de modificar o sistema para seu gosto pessoal.</p>
<p>Ao instalar o Vista, supostamente o produto está pronto para uso. Não é preciso se preocupar com segurança (firewall e antipsyware estão ativados automaticamente), com performance (configurada na instalação de acordo com os requisitos do seu computador) e com visual, que é aquela belezura que falamos anteriormente.</p>
<p>Ocorre que a política de resultados da Microsoft vai tirar muita gente do sério. Quem gosta de personalizar o Windows e deixá-lo com a própria cara, vai ficar perdido no mar de opções disponíveis no Painel de Controle. Operações simples como, por exemplo, mudar o papel de parede, mudar o padrão de cores, configuração do teclado, opções de performance, entre outras, ficaram mais distantes do usuário.</p>
<p><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=6" target="_blank"></a><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=6"><img align="left" src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2006/11/111506_1534_WindowsVist63.jpg" alt="" border="0"/></a>O Painel de Controle é gigantesco, são dezenas de ícones novos e boa parte não tem utilidade para 90% das pessoas. Se antes você só precisava de dois cliques para chegar a um lugar, agora você pode precisar de quatro.</p>
<p>A Microsoft garante que o Vista é um sistema &#8220;extremamente mais fácil&#8221; de usar. Talvez. Para personalizar, porém, a história é outra. Usuários mais experientes vão levar, pelo menos, uma a duas horas para deixar o sistema do jeito que gostam —apenas alterando as configurações originais do produto, sem instalar nenhum software.</p>
<p><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=5" target="_blank"></a><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=5"><img align="right" src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2006/11/111506_1534_WindowsVist73.jpg" alt="" border="0"/></a>A imensa quantidade de utilitários e ferramentas integradas da Microsoft, em contrapartida, vão lhe tomar um precioso espaço em disco —<strong>quase 10 GB, o sistema operacional inteiro</strong>. E você não tem como se livrar deles.</p>
<p>A quantidade de opções de personalização são bem maiores do que no Windows XP, mas boa parte é inútil ou até difícil de encontrar. Pelo que acompanhamos no desenvolvimento do Vista, os programadores tentaram <strong>maximizar</strong> a experiência de uso para o usuário leigo, não é preciso mexer em configuração alguma. E, com isso, <strong>minimizaram</strong> a experiência de quem está habituado a usar um Windows personalizado. O novo sistema de controle de usuários (User Account Control) e a subdivisão de cada item na configuração do visual são simples exemplos desse contraste.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt"><strong>performance vs. hardware</strong><br />
		</span></p>
<p style="background: white"><span style="font-family:Verdana; font-size:9pt">Aqui chegamos ao nó-cego do Vista. Em termos concretos: sim, o Vista é mais rápido e tem uma performance-geral superior ao XP —desde que você tenha uma super máquina para tal. Parece uma afirmação óbvia, mas não é. O que acontece com o Windows Vista é que o código do sistema é otimizado para aumentar a performance do Windows de modo progressivo. No entanto, para tirar proveito das benesses, só quem possui uma máquina suficientemente boa é quem vai lucrar.</p>
<p><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=4" target="_blank"></a><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=4"><img align="right" src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2006/11/111506_1534_WindowsVist83.jpg" alt="" border="0"/></a>Entender a diferença é simples. Se você tem 1 GB de memória RAM, o Vista vai conseguir gerenciar esse espaço de um jeito melhor do que no XP. Se você tiver menos, é melhor esquecer o Vista por enquanto. É mais ou menos o que ocorreu entre Windows 98 —que tinha um péssimo geranciamento de memória— e o Windows 2000. <strong>Os requisitos mínimos que a Microsoft estipula são uma falácia, não leve em consideração.</strong> Instalar o Vista com menos de 1 GB de RAM só vale a pena se você realmente quer experimentar a novidade pela aventura. Para o uso diário, com produtividade similar ao XP, o mínimo é 1 GB de RAM. </p>
<p>Para jogar e ter boa performance, reflita sobre 2 GB de RAM —e lembre-se que a memória precisa ser rápida, no mínimo 400 MHz. Hoje, você encontra fácil no mercado pentes de memória de 533 Mhz e, se tiver sorte, de 667 Mhz. O problema é encontrar um vendedor que saiba a diferença.</p>
<p>O Vista consegue <strong>maximizar</strong> os novos recursos de multi-processamento (chips com mais de um núcleo), enquanto o XP ainda tenta aprender. Os discos rígidos mais recentes, também, são exigidos ao máximo pelo sistema operacional, oferecendo uma velocidade superior de operações simples como copiar e mover grandes volumes de documentos. Por outro lado, hardwares antigos (ou até recentes) serão <strong>minimizados</strong> em relação ao XP —apesar de a Microsoft jurar que o código do Vista atende às duas situações.</p>
<p><strong>Sistema &#8220;aprende&#8221; hábitos</strong><br />O recurso Superfetch do Vista é uma das grandes sacadas no quesito performance. Ele &#8220;aprende&#8221; os hábitos do usuário, os horários que você carrega seus softwares prediletos e que tipo de uso você faz do computador. Com isso, os arquivos são alocados na memória para um acesso mais rápido. Acontece que o Superfetch exige um bom disco rígido e memória RAM para se tornar imprescindível.</p>
<p><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=9" target="_blank"></a><a href="http://tecnologia.uol.com.br/album/061110windows_vista_album.jhtm?abrefoto=9"><img align="left" src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/2006/11/111506_1534_WindowsVist93.jpg" alt="" border="0"/></a>Outra novidade é o ReadyBoost. É um tipo de memória cache que você pode usar no seu pen drive, desde que o deixe ligado enquanto usa o Vista. De acordo com a base de dados da Microsoft, o Readyboost agiliza operações simples de disco, sendo uma espécie de suporte para a memória RAM e o para o arquivo de troca (swapfile). O problema? Primeiro, nem todos os pen drives suportam o recurso, apenas aqueles modelos mais rápidos/novos. Segundo, é que até agora ninguém conseguiu provar, de fato, o quanto o Readyboost ajuda em performance. A Microsoft garante que até 15% em alguns tipos de operações de disco. Para o usuário final, a diferença é simplesmente imperceptível em qualquer situação. Quem gostou da novidade foram as fabricantes de pen drives.</p>
<p>Na interface, o hardware novo também é essencial. Quem tiver placa de vídeo lenta, não vai poder experimentar o visual translúcido do Vista. Até pode, em algumas ocasiões, a troco de uma performance sofrível de tão lenta.</p>
<p>E por fim, os jogos. Quem adora um joguinho, mais cedo ou mais tarde precisará migrar para o Vista. O DirectX 10, biblioteca gráfica do Windows, não vai ter versão para o Windows XP. Novas placas de vídeo DX10 começam a ser lançadas no mercado e, com elas, virão os jogos. Os primeiros devem aparecer ainda em dezembro. Halo 2, por exemplo, será exclusivo do Vista. Outros também serão lançados na plataforma única do DirectX10, como a continuação do FarCry para PC.</p>
<p>Os jogos de hoje, quando rodados no Vista, também seguem a diretriz de perdas e ganhos. Com um bom hardware, a performance tende a melhorar. Com o seu hardware médio de hoje, esqueça. É melhor continuar jogando no XP.</p>
<p>Durante o ano de 2007, conforme o Vista se tornar o padrão de sistema operacional no lugar de XP, talvez não haja saída além de atualizar. A gama de hardwares novos já começa a chegar otimizada para o Vista, deixando o XP para trás. E o velho ciclo entre hardware e software recomeça.</span></p>
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		<title>Entenda as tecnologias por trás dos processadores</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2005 01:15:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo especial para o UOL Tecnologia (link original c/ imagens) O processador é a parte mais importante do computador, pois é ali onde será interpretado e executado uma série de instruções fornecidas pelos aplicativos (softwares) que você usa, como o sistema operacional e o editor de textos, por exemplo. Por isso é comum ouvir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Rebêlo<br />
especial para o <a href="http://tecnologia.uol.com.br/especiais/ultnot/2005/11/25/ult2888u121.jhtm">UOL Tecnologia</a> (link original c/ imagens)</p>
<p>O processador é a parte mais importante do computador, pois é ali onde será interpretado e executado uma série de instruções fornecidas pelos aplicativos (softwares) que você usa, como o sistema operacional e o editor de textos, por exemplo. Por isso é comum ouvir dizer que, quanto mais rápido o processador, mais veloz ficará sua máquina. </p>
<p>Apesar de o processador sozinho não ser responsável pela performance como um todo, é a partir dele que devemos começar a olhar quando pensamos em trocar de PC. Também conhecido como CPU (do inglês Central Processing Unit ou Unidade de Processamento Central), a velocidade do processador é medida pelo seu clock em GHz (gigahertz) ou, para as unidades mais antigas, em MHz (megahertz). </p>
<p><strong>A taxa de clock</strong></p>
<p>Cada hertz equivale a um &#8220;ciclo-por-segundo&#8221; ou, para entendermos melhor, uma &#8220;instrução-por-segundo&#8221;. Logo, 100 Hz são 100 instruções/segundo. Como os processadores para PC trabalham com o prefixo mega (MHz), precisamos saber que equivale a um milhão de hertz. Ou seja, 100 MHz são 100 milhões de instruções por segundo. Mil megahertz (1000 MHz) equivalem a um gigahertz (1 GHz) que, por sua vez, significa um bilhão (!) de instruções por segundo.</p>
<p>Por que vale a pena entender a taxa de clock? Para entender que 1 GHz é uma quantidade absurda de processamento. O poder de fogo alardeado pela propaganda dos processadores mais caros é, quase sempre, subutilizado por 95% dos usuários que simplesmente não vão precisar nunca de tantos GHz ou, pior ainda, não trabalham com softwares onde haja demanda de vários GHz.</p>
<p><strong>Saiba como escolher um processador</strong> </p>
<p>Até o final dos anos 90, era bem fácil escolher um processador. Bastava procurar o modelo com o clock mais rápido e adaptar ao orçamento. Hoje, o cenário é bem diferente e a gente lida com uma verdadeira salada de nomes e tecnologias embutidas &#8211; além do tradicional clock, é claro.</p>
<p>Para escolher, leve em consideração três principais fatores: a sua demanda pelo equipamento (o que você vai usar?), a relação custo/benefício (preço) e a tecnologia. Se quiser, adicione um quarto fator, que é a flexibilidade para upgrades, ou seja, uma opção de compra superior ao que você precisa, de modo a não precisar trocar daqui a um ano.</p>
<p><strong>Intel ou AMD?</strong></p>
<p>A Intel sempre teve o monopólio dos processadores, não é novidade. Com a entrada da AMD no mercado com processadores de baixo custo, o quadro foi se revertendo e, ao mesmo tempo, a própria AMD foi mudando o público-alvo. Hoje, apesar de os processadores da empresa serem consideravelmente mais baratos do que os da Intel, eles também são voltados ao usuário em busca da melhor performance.</p>
<p>Fato é que, infelizmente, a escolha entre Intel e AMD tornou-se um embate quase religioso, a exemplo do que ocorre na disputa entre Windows e Linux. Para fins didáticos, não há para onde correr: apesar de apresentarem números diferentes para seus processadores, a tecnologia de ambas são equiparáveis e apresentam o que há de melhor em processamento para os usuários. Resta a você optar entre a relação custo/benefício e a demanda. Ou, se preferir, escolher pela marca que mais lhe agrada.</p>
<p><strong>Demanda x Tecnologia</strong></p>
<p>São quatro os modelos-base das fabricantes. Intel vende o Pentium e o Celeron, enquanto AMD trabalha com Athlon e Sempron. Em resumo, Celeron e Sempron são as chamadas &#8220;versões de entrada&#8221; dos processadores: são menos potentes e têm menos recursos de processamento avançado. Atendem perfeitamente todos os requisitos básicos, sem fazer muito feio nos quesitos avançados, como jogos de última geração e softwares com demanda tridimensional. O Pentium e o Athlon são as edições mais caras e, não somente por causa do clock mais alto, mas por conta de tecnologias embutidas como a memória cache, que agiliza o ciclo de processamento em funções avançadas.</p>
<p>Se você tem um orçamento restrito e precisa de um computador funcional, para atender todas as demandas de casa e do escritório, não jogue dinheiro pelo ralo ao comprar um processador top de linha para ficar usando Internet e Office. Por outro lado, se você acha que não vai resistir a um jogo de tiro ou estratégia com gráficos cinematográficos, é bom começar a escolher entre o Pentium 4 ou Athlon64.</p>
<p><strong>Pentium 4 vs. Athlon64</strong></p>
<p>Cada um usa tecnologias distintas, porém, ambos com a mesma finalidade: proporcionar o que há de mais rápido no mercado atual. Na hora da compra, vá até onde o seu bolso permita. Lembre-se que, por uma questão de marca e mercado, os processadores Intel são bem mais caros que os da AMD e, nem por isso, são melhores &#8211; apesar de a Intel não concordar oficialmente com a constatação. </p>
<p>A maioria dos técnicos e especialistas consultados pela reportagem foi unânime em recomendar os modelos Athlon64 em vez dos Pentium 4. Inclusive, muitos até aconselham cogitar a compra dos modelos novos do Sempron que, em várias aplicações e jogos, ficam a poucos % atrás do Pentium 4 &#8211; a um custo quase três vezes menor.</p>
<p>O Pentium 4 tem uma versão top de linha, a chamada &#8220;Extreme Edition&#8221;, com mais memória cache e clock mais alto, chegando a 3.8 GHz. A desvantagem é o preço, incrivelmente caro, às vezes chegando a custar o dobro de um Pentium 4 convencional. A AMD responde com os modelos FX do Athlon64, também top de linha e mais memória cache (1 ou 2 Mb).</p>
<p>Uma vantagem do Pentium 4 é o recurso de HyperThreading, no qual o processador se divide em duas unidades &#8220;lógicas&#8221; (não-físicas) e o sistema operacional interpreta como se fossem dois processadores. Na prática, ajuda um pouco em tarefas cotidianas, mas pouco influencia em jogos e aplicativos com demanda computacional alta. A resposta da AMD é a tecnologia &#8220;on-die&#8221; que, entre outros fatores, proporciona aos Athlon64 uma menor dependência da memória cache para apresentar performance de topo.</p>
<p><strong>Cache e barramento frontal</strong></p>
<p>O barramento frontal (FSB) é a medida com que o processador &#8220;agüenta&#8221; a comunicação entre a memória RAM e todos os outros componentes do computador com o processador. Em tese, quanto mais rápido o FSB, maior será a sinergia com os outros periféricos e mais capacidade o processador terá de ter seu clock aumentado.</p>
<p>Os Pentium 4 sempre tiveram &#8211; e ainda têm &#8211; mais memória cache e um FSB superior aos Athlon. Na versão top, o Extreme Edition da Intel trabalha até com o dobro de cache do que o Athlon64-FX. Na prática, vários testes de benchmark revelam que o detalhe é quase sempre supérfluo, não interferindo na performance final em softwares e jogos de última geração. Aqui é onde entra a velha briga religiosa entre Intel e AMD.</p>
<p>As versões atuais do Pentium 4 rodam a 800 MHz de barramento e, as mais novas, a 1066 MHz. Só recentemente os Athlon64 passaram a rodar a 800 MHz e 1066 MHz, mas boa parte das unidades à venda nos lojas brasileiras ainda trabalham a 400 MHz (AMD) e 533 MHz (Intel), então é bom ficar atento para não comprar produto ultrapassado. Em testes de performance, a mudança de velocidade em jogos intensos sempre é bem pouca.</p>
<p>Vale considerar que a velocidade do barramento frontal não é tão importante para os processadores AMD quanto é para os da Intel. Recentemente, a resposta da AMD foi a tecnologia HyperTransport (nada a ver com HyperThreading) integrando o controle de memória ao processador.</p>
<p>Vale a pena conhecer dois testes independentes de performance (em inglês) com Athlon64 e Pentium 4 rodando Doom III, um dos jogos mais sanguessugas da atualidade.</p>
<p><strong>Baixo custo: Sempron x Celeron</strong></p>
<p>Enquanto muita gente se divide entre Pentium 4 e Athlon64, a opinião sobre os processadores de baixo custo é mais unânime: o Sempron, da AMD, é uma iguaria. Ciente do poder de fogo que tem, a AMD resolveu turbinar ainda mais esses processadores e hoje o mercado já conta com Semprons quase equivalentes ao Athlon64 ou Pentium 4 em performance e tecnologia. Vale lembrar que o Sempron é o sucessor do Duron, também da AMD.</p>
<p>Durante um tempo, a Intel sofreu bastante com a não-aceitação dos Celeron porque eles esquentavam demais &#8211; problema similar ocorreu com o início da popularização da AMD, no final dos anos 90. O problema foi resolvido e, hoje, o Celeron &#8220;D&#8221; (modelo mais novo) é bem superior aos antecessores. Vale a pena ver o teste de Anandtech entre o Celeron D e dois modelos de Sempron.</p>
<p><strong>32 bits vs 64 bits</strong></p>
<p>Todos os Athlon64 possuem suporte nativo à computação de 64 bits. Você precisa? Não. Por dois motivos: </p>
<p>1) a arquitetura 64 bits ainda não proporciona performance superior a atual (32 bits), mas apenas uma maior capacidade de memória. Por exemplo, hoje o limite é ter 4 Gb de RAM na arquitetura de 32 bits, enquanto que com 64 bits você pode chegar a 32 Gb de RAM.<br />
2) Ainda não há softwares específicos para tirar proveito de 64 bits. A expectativa da indústria é que somente a partir de 2007 &#8211; com o lançamento do novo Windows Vista no final de 2006 &#8211; é que vamos começar a ter softwares turbinados para essa arquitetura</p>
<p>Se todo Athlon64 suporta a novidade, por que se preocupar? Porque os processadores Pentium só ganharam o suporte nativo a 64 bits mais recentemente. Na hora da compra, veja se o processador da Intel tem extensão EM64T que, traduzindo, significa que você pode instalar a versão 64 bits do Windows e de aplicativos. Hoje, todos os processadores novos trabalham com arquitetura 64 bits, é algo que ninguém vai voltar atrás.</p>
<p><strong>Dual Core x Single Core</strong></p>
<p>A novidade do momento são os processadores de dual core. Em português, significa dois núcleos. São dois núcleos de processamentos embutidos em um único chip. Não equivale exatamente a ter dois processadores simultâneos, mas chega bem perto e o resultado final é bem interessante, principalmente para quem trabalha com várias janelas e aplicativos ao mesmo tempo. </p>
<p>Na prática, o uso de dual core ainda não tem utilidade para jogos, mas para aplicativos de Internet e &#8220;nervosos&#8221; que adoram dezenas de programas ao mesmo tempo, existe uma certa diferença no ganho de performance, mas não muita. Nesse patamar, a AMD trabalha com o Athlon X2 e a Intel com o Pentium D. No Brasil, ainda é mais fácil achar poeira em alto mar do que esses processadores, graças a &#8220;ótima&#8221; visão de mercado que as empresas locais possuem. </p>
<p>Nos Estados Unidos, após uma certa polêmica, a AMD resolveu liberar um comunicado oficial no qual confirmou que, para gamemaníacos, o modelo Athlon FX 55 e 57, de núcleo único (single core) e topo de linha, continua sendo o principal e mais vantajoso para performance em jogos. </p>
<p>O motivo? O gerente de tecnologia da AMD no Brasil, Roberto Brandão, explica: &#8220;a falha não é necessariamente dos processadores, mas da arquitetura dos jogos e dos softwares em geral. O jogo precisa de todo o poder de processamento do chip, mas ainda são desenvolvidos de modo a tirar proveito de apenas um núcleo. Quando novos jogos aparecerem no mercado, tirando proveito da arquitetura de dois núcleos, então o usuário vai poder sentir a diferença,&#8221; explica.</p>
<p>Vale a pena notar, porém, que isso não significa que os núcleos duplos sejam responsáveis por diminuir de forma notável a performance em jogos. Apenas não têm, ainda, como mostrar todo o poder de fogo. No comunicado da AMD, o Athlon FX 55 mostra-se de 15% a 20% mais rápido em jogos, quando comparado aos modelos X2. Ainda.</p>
<p><strong>O que vem por aí</strong></p>
<p>O próximo passo na escalada dos processadores já foi anunciado: em vez de dual core, as fabricantes começam a produzir as unidades multicore. No lugar de apenas dois núcleos de processamento, haverá quatro, seis, oito núcleos. em um único chip. A Intel já anunciou oficialmente os primeiros protótipos com o processamento paralelo, mas ainda não há previsão de chegada ao mercado. Possivelmente, só a partir do final de 2006.</p>
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		<title>AMD lança Sempron de 64 bits</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2005 00:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem procurar em lojas especializadas e nos sites de comércio eletrônico já pode encontrar a nova arma da AMD contra a Intel: o Sempron de 64 bits. O Sempron é o processador de baixo custo da empresa, uma espécie de Athlon reduzido, mas que já conquistou o mercado brasileiro por conta do custo-benefício sem perder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem procurar em lojas especializadas e nos sites de comércio eletrônico já pode encontrar a nova arma da AMD contra a Intel: o Sempron de 64 bits. O Sempron é o processador de baixo custo da empresa, uma espécie de Athlon reduzido, mas que já conquistou o mercado brasileiro por conta do custo-benefício sem perder muito em performance. A AMD lançou os primeiros Athlon de 64 bits no mercado mundial, ficando à frente da Intel. O Sempron é concorrente direto dos Celeron.</p>
<p>O novo chip é voltado a qualquer tipo de usuário doméstico e corporativo que não precise de recursos muito avançados, para jogos de última geração ou processamento pesado. Mesmo assim, com uma boa placa de vídeo, os jogos atuais rodam sem problemas no Sempron, conforme  visto na análise da Folha no especial sobre processadores. O modelo mais avançado é Sempron 3400+ de 2,0 GHz e 256 KB de cache L2. Para diferenciar o Sempron 64, haverá uma etiqueta informando na hora da venda. Além do 3400+, a AMD também está comercializando modelos com desempenho menor.</p>
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		<title>AMD quer Web para 50% da população</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2005 12:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo * Folha de Pernambuco, email SÃO PAULO &#8212; Conhecida por ter mudado vários paradigmas no mercado de tecnologia, com processadores rápidos e mais baratos do que a concorrência, a AMD agora concentra atenções na inclusão digital em países menos desenvolvidos. A iniciativa foi batizada de 50&#215;15, um acrônimo para expressar a idéia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Rebêlo *<br />
Folha de Pernambuco, <a href="mailto:imprensa@rebelo.org">email</a></p>
<p>SÃO PAULO &#8212; Conhecida por ter mudado vários paradigmas no mercado de tecnologia, com processadores rápidos e mais baratos do que a concorrência, a AMD agora concentra atenções na inclusão digital em<br />
países menos desenvolvidos. A iniciativa foi batizada de 50&#215;15, um acrônimo para expressar a idéia de conectar 50% da população mundial até o ano de 2015. Projeto ambicioso quando se observa os atuais índices de continentes como África, América do Sul e Ásia.</p>
<p>Os conceitos do 50&#215;15 tem rodado o mundo e agora chegam ao Brasil, durante visita do presidente e diretor-executivo da AMD, Hector Ruiz. Ele apresenta a proposta de inclusão digital nos chamados &#8220;mercados emergentes&#8221;, mostrando como a computação pode mudar a vida das pessoas, social e culturalmente. &#8220;A tecnologia só é poderosa se for acessível. Isso acarreta em ganhos de educação, informação e um<br />
senso de comunidade que podem ajudar no combate à AIDS, desnutrição, ignorância e até negligência&#8221;, enfatiza. </p>
<p>Um dos pilares da AMD, na estratégia de inclusão digital, é o chamado PIC &#8211; Personal Internet Communicator. É uma espécie de caixa, um computador de tamanho bastante reduzido com conexão à Internet. Ligado a um monitor, funciona como se fosse um computador padrão, com sistema operacional Windows. O PIC tem sido anunciado pela AMD desde o ano passado e estava previsto para chegar ao Brasil no início deste ano, mas até agora a empresa não sabe confirmar quando começará a ser comercializado. </p>
<p>Além do acesso à Internet via linha discada ou banda larga, a &#8220;caixa&#8221; esverdeada da AMD oferece pacotes de escritório (Word, Excel&#8230;), e-mail, visualização de imagens e arquivos multimídia. O computadorcaixote<br />
é lacrado, opera sem &#8220;cooler&#8221; (sistema de ventilação) e tem limitações no gerenciamento de arquivos. O usuário não corre o risco de apagar alguma coisa interna do sistema, por exemplo. Sem monitor, o preço sugerido nos Estados Unidos é de US$ 185 (cerca de R$ 503). Para o Brasil, ainda não há detalhes sobre preços e disponibilidade. </p>
<p>De acordo com Ruiz, a AMD está tentando desenvolver um trabalho em parceria com fabricantes e provedores de serviço, de modo a oferecer o PIC às famílias brasileiras em sistema de crédito ou financiamento, para desonerar o custo final. O PIC é uma parceria da AMD com a Microsoft, que embutiu o Windows.Samsung, Macromedia e Seagate também participam da iniciativa.</p>
<p>* o jornalista viajou a convite da AMD.</p>
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