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	<title>Paulo Rebêlo &#187; imprensa</title>
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	<description>rebelox .:. jornalismo de precisão e crônicas imprecisas</description>
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		<title>Alternativas ao Microsoft Office para Mac</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 20:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dicas para programas de escritório, principalmente para jornalistas, redatores, editores e escritores. Paulo Rebêlo // Webinsider &#160; Existe vida além do Microsoft Office para Mac. Principalmente para profissionais que trabalham escrevendo. O popular OpenOffice também tem versão para Mac. E é praticamente idêntico ao pacote para Windows. Ou seja, se você gosta, vai continuar gostando. Se não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dicas para programas de escritório, principalmente para jornalistas, redatores, editores e escritores.</em></p>
<p><strong>Paulo Rebêlo</strong> // <a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/03/21/alternativas-ao-microsoft-office-para-mac/">Webinsider</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existe vida além do <a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/03/21/microsoft-office-2011-para-mac/" target="_blank">Microsoft Office para Mac</a>. Principalmente para profissionais que trabalham escrevendo.</p>
<p>O popular OpenOffice também tem <a rel="externo" href="http://porting.openoffice.org/mac/" target="_blank">versão para Mac</a>. E é praticamente idêntico ao pacote para Windows. Ou seja, se você gosta, vai continuar gostando. Se não gosta, continue longe.</p>
<p>Os aplicativos são honestos. A exemplo da opção para Windows, falta um programa de e-mail, há recursos deixados de fora e o pacote não é tão leve quanto poderia ser. Tem bugs do mesmo jeito. Mas atende a tudo que 90% dos usuários precisam.</p>
<p><span id="more-2043"></span></p>
<p>Um “genérico” do OpenOffice é o <a rel="externo" href="http://www.neooffice.org/" target="_blank">NeoOffice</a>. É honesto, vale a tentativa, chega a ser mais interessante no Mac do que o OpenOffice.</p>
<p>Os dois, contudo, pecam pela interface. Visual espartano. Chega a dar pena olhar para janelas e ícones tão pobres no MacOS. Se visual for besteira para você, tente os dois.</p>
<p>Até o Pages é mais requintado do que o OpenOffice no Mac. E por falar nele, tente experimentar esse programa “desconhecido” dos usuários Windows. É a solução integrada ao pacote iWork (2009), da própria Apple.</p>
<p>Ao usar o Pages, você pode salvar todos seus arquivos com uma cópia em formato .doc automaticamente. Vai resolver questões de compatibilidade com seus amigos e clientes que usam Windows. Ou seja, todos eles.</p>
<p>O Pages é extremamente poderoso, basta <a rel="externo" href="http://www.apple.com/iwork/pages/" target="_blank">aprender a usá-lo melhor</a>.</p>
<p>A nova versão do iWork (2011) está bem atrasada. Deveria ter saído agora em março. Deverá, enfim, trazer um Pages renovado para quem escreve por ofício.</p>
<p>Na verdade, o Pages não é apenas um editor/processador de textos. Está mais para diagramador de textos diversos, inclusive, com opções de páginas bem profissionais para impressão e internet. Mas você pode configurá-lo para abrir uma nova página em branco sempre, igual ao Word. E sair digitando seus textos.</p>
<p>A resposta do iWork para o Powerpoint da Microsoft é bem conhecida entre usuários Mac. Trata-se do Keynote, um programa que sempre esteve a anos-luz do Powerpoint. Melhor, mais leve, mais interessante e mais objetivo do que a alternativa Microsoft.</p>
<p>Único problema do Keynote é a compatibilidade. Se você exportar sua apresentação para um PC, ou tentar fazer o Powerpoint do Windows ler o arquivo, as falhas vão aparecer. Depende do tipo e grau de complexidade de sua apresentação.</p>
<p>A solução é carregar seu Macbook/iPad para todo lado e, na hora da palestra ou apresentação, ligar o projetor diretamente no Mac. Só assim para respirar tranquilo, ao menos enquanto não sai o Keynote 2011 que certamente irá resolver esses problemas todos de compatibilidade com PCs e Powerpoint.</p>
<p>Para quem depende do Excel, melhor continuar com o Excel. O Numbers (do pacote iWork) é fraco, muito fraco. Espere a versão 2011. Ou use os equivalentes do OpenOffice/NeoOffice.</p>
<p>Para quem vive e respira caracteres, ou pensa em transformar literatura em profissão, uma sugestão é abolir totalmente editores de texto e migrar para o <a rel="externo" href="http://www.ommwriter.com/" target="_blank">OMMWriter</a>.</p>
<p>Trata-se de um programinha super simples que promete lhe ajudar a se concentrar enquanto escreve.</p>
<p>O OMMWriter não tem formatações (negrito, itálico…), não tem tabelas, não tem fontes diferentes, enfim, não tem recurso algum. É texto puro, sem firulas.</p>
<p>O programa ocupa a tela inteira do seu Mac, vem com sons e papéis de parede “relaxantes”. No início, achei uma grande besteira. Até colocar o fone de ouvido e começar a escrever deitado na rede, junto ao meu cachorro engarrafado. Maravilha.</p>
<p>O melhor de tudo: com o OMMWriter, você pode simular uma máquina de datilografar. Quase chorei com saudades da minha Olivetti ao ouvir o tec-tec-tec enquanto digitava.</p>
<p>Se textos publicitários são a sua praia, você também pode usar o OMMWriter para escrever o texto bruto e, quando tudo estiver pronto, colar no Word ou Pages para diagramar/formatar.</p>
<p>A versão do OMMWriter para Windows acaba de sair do forno. Até mês passado, era uma exclusividade Mac.</p>
<p>Para trabalhar com livros, há a opção de abolir totalmente os processadores de texto usando a seguinte combinação: OMMWriter para escrever e Adobe InDesign para editar e diagramar. Há concorrentes para o InDesign, claro. Mais conhecido deles é o QuarkExpress, também com versões para Mac e PC.</p>
<p>Muitos escritores “independentes” (leia-se: sem editoras para diagramar seus livros) resolvem pular essa etapa e escrever diretamente no InDesign, como se fosse um processador de texto.</p>
<p>É uma opção bastante viável para economizar tempo, desde que você esteja ciente de que se trata de um programa mais pesado, feito para diagramação de impressos, não exatamente para redação. Mas funciona. E bem.</p>
<p>Muitos jornais e revistas seguem esse modelo “direto”, sem processador de texto intermediário. Os redatores/editores mexem nos textos diretamente no software de diagramação, sem nunca precisar abrir o Word. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entrevista: política, jornalismo e mídias sociais</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2010/11/entrevista-politica-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 16:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista concedida à Jacqueline Viana, do site O Melhor do Marketing, sobre política, mídias sociais e jornalismo. 1 – Conte um pouco sobre a sua profissão, da sua experiência com jornalismo online e do seu trabalho no Webinsider. Rebêlo – Ganho (e perco) a vida como jornalista desde 1997. Antes trabalhei como programador, técnico em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista concedida à Jacqueline Viana, do site <a href="http://www.omelhordomarketing.com.br/index.php/2010/10/27/entrevista-com-o-jornalista-e-cronista-paulo-rebelo-subeditor-senior-do-webinsider/">O Melhor do Marketing</a>, sobre política, mídias sociais e jornalismo.</p>
<p><span id="more-2254"></span></p>
<p><strong>1 – Conte um pouco sobre a sua profissão, da sua experiência com jornalismo online e do seu trabalho no Webinsider.</strong></p>
<p>Rebêlo – Ganho (e perco) a vida como jornalista desde 1997. Antes trabalhei como programador, técnico em informática e professor de inglês. Comecei no jornalismo online ao mesmo tempo do jornalismo impresso, o que me fez ter uma perspectiva interessante dos conflitos que existem até hoje entre papel e internet. Me acho um pouco dinossauro, porque “mexo” com informática desde os anos 80 e uso internet profissionalmente desde 1994, justamente o ano em que a Embratel teve permissão de começar a ‘testar’ a conexão no Brasil, porque a exploração comercial do backbone deles começou apenas em 1995. O Webinsider começou em 2000, dirigido pelo Vicente Tardin, que me chamou (junto a outros colaboradores) para tentar continuar o trabalho de jornalismo online que a gente fazia junto desde 1998 no Webworld, do IDG. No Webinsider fui freelancer, redator, editor assistente, subeditor-sênior, hoje sou editor especial e acabamos de completar dez anos. O ‘case’ Webinsider é um dos mais interessantes que conheço no Brasil. Falo um pouco de toda essa experiência neste link:</p>
<p>http://webinsider.uol.com.br/2010/07/05/meu-passeio-pelos-10-anos-de-webinsider/</p>
<p><strong>2 &#8211;  Em agosto a Interactive Advertising Bureau Brasil (IAB Brasil) promoveu um evento em comemoração aos 15 anos de Internet no Brasil. Da velocidade da informação ao uso da internet nas eleições, para você o que mais mudou neste período?</strong></p>
<p>Rebêlo – É uma pequena revolução no comportamento das pessoas e no relacionamento entre elas. Para quem chega agora ou trabalha com internet há menos de dez anos, deve ser difícil de entender, não sei. Principalmente na área de comunicação, tornou-se comum trabalhar com equipes que aprenderam a ler quando já havia internet… dá um certo nó na cabeça. Poderíamos escrever um livro sobre tanta coisa que mudou mas, particularmente, para mim não existe nada mais significativo do que a popularização do acesso. Estou acostumado a viajar o Brasil inteiro a trabalho e, ainda hoje, me surpreende chegar em lugares remotos onde falta água encanada, falta estrada, falta educação, falta quase tudo, mas tem pelo menos uma lan house, sempre cheia. Pode-se discutir sobre a ‘qualidade’ do que consomem online, é verdade, mas é sempre fascinante para mim, talvez porque sempre me force pensar ainda mais sobre o trabalho que fazemos todos os dias.</p>
<p><strong>3 – O fácil acesso as ferramentas de comunicação digital popularizou alguns canais e levou a um excesso de conteúdo irrelevante na rede. Como ser um bom fornecedor de informação pertinente?</strong></p>
<p>Rebêlo – Não tem segredo, é universal: qualidade e precisão. Não adianta comprar livros de gestão, ir a palestra, fazer curso, workshop, qualquer coisa, se a sua força motriz não for sempre a qualidade do que você entrega. E não se tem qualidade sem precisão. Não sei se estou certo ou errado, se tenho conseguido ou não, mas tem sido meu norte de trabalho em todos esses anos. Exemplo atual: jornais. Não é a internet que está acabando com os jornais, somos nós, os jornalistas. Falta qualidade, não é mais pertinente para ninguém. Se nem jornalista lê o próprio jornal em que trabalha, como cobrar que outros leiam? Na internet é a mesma coisa, televisão, rádio, tudo. Também não é a internet que está tirando o público das novelas da Globo, por exemplo. É a própria Globo. Se muita gente não leva mais a sério a revista Veja ou o Jornal Nacional, é porque há outras ofertas interessantes, talvez com mais qualidade do que tem sido oferecido. Todo mundo quer qualidade, de todas as classes sociais. E você, como profissional, só pode entregar qualidade se tiver precisão no que faz.</p>
<p><strong>4 – Em relação aos políticos que utilizam ferramentas de relacionamento digital, a utilização de tais ferramentas como o Twitter podem trazer bons frutos. De que forma você acredita que a má utilização dessas ferramentas pode prejudicar a imagem dos mesmos?</strong></p>
<p>Rebêlo – O uso de internet na política é um engodo no Brasil. Vai mudar, sem dúvida, mas vai demorar um bom tempo. Entro em detalhes sobre o assunto nesta outra entrevista, recente, aqui –</p>
<p>http://www.rebelo.org/2010/07/efeito-barack-obama-marketing-politico-eleicoes-2010/</p>
<p><strong>5 &#8211;  Em um texto você diz sobre o Twitter que: “Abrir mão de saber o que não interessa é um aprendizado libertador”. Como esse preceito pode servir de lição aos produtores de conteúdo, aos novos “gurus e especialistas” de mídia social?</strong></p>
<p>Rebêlo – Não tenho a receita. Sempre houve e sempre haverá gurus e especialistas caídos do céu. Simplesmente porque sempre haverá público para eles. Havendo público, sempre haverá quem pague. Com o conhecimento de mundo e de tecnologia que temos hoje, você acha que David Copperfield faria sucesso agora? Os gurus de hoje são assim. Equivalem aos ilusionistas dos anos 80 e aos mágicos de circo dos anos 70. Encanta a todos que não fazem ideia do produto que está sendo entregue. Por isso que, ainda hoje,  muita gente se encanta quando tiram um coelho da cartola e dizem que é mágica. A palavra-chave é uma só: conhecimento. Sem conhecimento, seu trabalho sempre será impreciso. E um trabalho impreciso é como um texto com erro de português: pode ter conteúdo, mas não tem qualidade.</p>
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		<title>Workshop de banco de dados para jornalistas</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2010/07/workshop-banco-de-dados-jornalistas/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 02:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelo terceiro ano consecutivo, vou dar uma palestra sobre o uso de banco de dados para reportagens e coberturas. Será durante o 5º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji. Com duração de três horas, o workshop será na quinta-feira (29 de julho) às 14h na Universidade Anhembi Morumbi &#8211; Unidade Vila Olímpia, em São Paulo/SP. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo terceiro ano consecutivo, vou dar uma palestra sobre o uso de banco de dados para reportagens e coberturas. Será durante o 5º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji. Com duração de três horas, o workshop será na quinta-feira (29 de julho) às 14h na Universidade Anhembi Morumbi &#8211; Unidade Vila Olímpia, em São Paulo/SP. Informações sobre inscrição e outras palestras do evento, confira o <a href="http://abraji.org.br/?id=112">site oficial do Congresso</a>.</p>
<p>Para entender melhor do que se trata o workshop e quais os temas abordados, veja a seguir um resumo do conteúdo do programa:</p>
<p><span id="more-1892"></span></p>
<p><strong>Objetivo:</strong></p>
<p><em>Entenda e aprenda a usar diferentes bancos de dados para gerenciar o excesso de informação vinda da internet, organizar conteúdo próprio ou de terceiros, aprimorar sua cobertura nas eleições ou em eventos importantes, além de melhorar sua apuração para reportagens e produção de matérias.</em></p>
<p><strong>Conteúdo:</strong></p>
<p>Melhore a precisão do conteúdo que você produz e apresenta a seus clientes e leitores. Oficina originalmente direcionada a veículos de comunicação e a faculdades de jornalismo.</p>
<ul>
<li>Como funciona um banco de dados para jornalistas?</li>
<li>Por que criar banco de dados para uso profissional?</li>
<li>Exemplos práticos de uso público e privado</li>
<li>Aplicações práticas para uso diário na redação e na empresa</li>
<li>Transformando informação truncada em dados organizados</li>
<li>Como criar seu banco de dados e adaptá-lo para necessidades diversas</li>
<li>Os diferentes formatos de arquivamento e suas atribuições</li>
</ul>
<p>Confira aqui a <a href="http://abraji.org.br/index.php?id=112&amp;acao=programacao">programação completa</a> do 5º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo ou o <a href="http://abraji.org.br/?id=112&amp;acao=detalhe&amp;sala_id=132">hotsite do workshop</a> de banco de dados para jornalistas. Dúvidas, pode enviar um <a href="mailto:imprensa@rebelo.org">e-mail</a>.</p>
<p>Para conhecer outros cursos e workshops para empresas, confira este <a href="http://webinsider.uol.com.br/palestras/">hotsite no Webinsider</a>.</p>
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		<title>Meu passeio pelos 10 anos de Webinsider</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 18:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo &#124; Webinsider Para cada ano de Webinsider, ganhei um quilo na balança, um centímetro de calvície e um punhado de fios brancos no meu peitoral do Fofão. E não é piada. Há vinte anos, o eu de hoje seria um cara bem apessoado profissionalmente. Porque era assim que, até meados dos anos 80-90, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Paulo Rebêlo | </strong><a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/07/05/meu-passeio-pelos-10-anos-de-webinsider/"><strong>Webinsider</strong></a></p>
<p>Para cada ano de Webinsider, ganhei um quilo na balança, um centímetro de calvície e um punhado de fios brancos no meu peitoral do Fofão. E não é piada.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/2006/11/05/saudades-do-clipper/">Há vinte anos</a>, o eu de hoje seria um cara bem apessoado profissionalmente. Porque era assim que, até meados dos anos 80-90, as pessoas olhavam os carecas pançudos. Só havia tempo para trabalhar, então a gente largava o futebol do fim de semana e o ônibus lotado para trabalhar o dia inteiro e curtir os benesses de uma vida sedentária com um Fuscão na garagem.</p>
<p>Hoje, com <a href="http://webinsider.uol.com.br/2009/09/01/o-que-eu-aprendi-com-o-twitter-nao-tem-preco/">mil demandas simultâneas e a vida toda na web</a>, a gente continua sem tempo para cuidar do corpinho, mas agora é diferente porque, nos dias de hoje, pançudos são preguiçosos ou incompetentes. Sempre aparece alguém para recomendar um curso de gestão. Gestão de tempo, gestão motivacional, gestão de demandas, gestão de projetos, gestão de produtividade, gestão de pessoas, gestão de bolinhas de gude… como diz nosso ilustre colega <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/paulo_roberto_elias">Paulo Roberto Elias</a>: e vai por aí.</p>
<p>Por essas e outras é que o Webinsider continua sendo um motivo de orgulho, creio eu, para todo mundo que já passou por aqui e todos aqueles que continuam. Muita gente saiu, muita gente chegou. O público-alvo de hoje não é mais o mesmo de ontem, algo que foge um pouco (às vezes, completamente) do nosso controle.</p>
<p><span id="more-1884"></span></p>
<p>Mas enquanto tantas pedras rolaram e tantos golias sucumbiram às bolhas internéticas na testa, até agora continuamos a tentar manter um espaço aberto com qualidade, crítica e argumentos. Longe da perfeição, mas sempre com muita honestidade.</p>
<p>Todo dia a gente vê gurus e especialistas dando palestras sobre assuntos mil e falando descaradamente coisas que lêem aqui de outras pessoas. Antigamente eu ficava com raiva, hoje acho engraçado.</p>
<p>Mas o outro lado também é válido: também escutamos vários comentários de gente que nos coloca no pedestal e, nessas horas, é preciso dizer que não é bem assim. Estamos sempre abertos aos debates e contestações, com argumentos, porque diferentemente da Globo, da Folha e do Bush Júnior, não temos a verdade universal.</p>
<p>Até porque, se tivéssemos, certamente o Eike Batista já teria comprado da gente.</p>
<h2>Mobilidade é apelido</h2>
<p>Minha pequena contribuição neste espaço sempre foi volátil, por vezes bissexta. Fases muito presentes, fases muito ausentes. Em comum, apenas a certeza de que toda minha colaboração está bem longe do trabalho hercúleo e diário do <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/vicente-tardin/">Vicente Tardin</a>.</p>
<p>O Webinsider talvez seja o único veículo de comunicação onde o editor-chefe é quem mais trabalha e em todas as funções possíveis. E sem direito ao cafezinho.</p>
<p>Em dez anos de Webinsider, <a rel="externo" href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4402147-EI14598,00-Despedidas+de+um+homem+casado.html" target="_blank">mudei de endereço umas oito vezes</a>. Troquei de bairro, de cidade, de Estado e até de país. Fui e voltei algumas vezes. Mais recentemente, fiz um pit-stop de um ano em Brasília, estou em São Paulo agora ao que tudo indica ser apenas mais uma parada. Independemente das estações, é curioso ver a contribuição da gente sempre presente de um modo ou de outro.</p>
<p>Sobre a distância, <a href="http://webinsider.uol.com.br/2006/07/15/distancia-nao-atrapalha-publicacoes-online/">escrevi esta coluna aqui</a> quando completamos seis anos, mostrando um pouco das dificuldades, não apenas nossas, mas de muita gente que tentou investir nessa coisa feia chamada jornalismo na internet.</p>
<p>Para uma análise sobre o gerenciamento do site, leia também o que o próprio <a href="http://webinsider.uol.com.br/2006/05/31/seis-anos-de-webinsider/">Vicente Tardin escreveu em 2006</a>.</p>
<p>Para o pessoal de TI, um pouco da <a href="http://webinsider.uol.com.br/2006/07/12/a-recriacao-do-webinsider-a-segunda-interface/">parte técnica foi abordada pelo Henrique Pereira</a> que tanto ajudou na reconfiguração da nossa segunda interface do site.</p>
<p>Aliás, o próprio site também já rodou um bocado. Fizemos um pouco de história com o Zipnet (você ainda lembra?), o UOL, a Globo.com (bem antes de existir G1) e o UOL novamente. Fora as “conversas” com todos os outros portais que não foram adiante.</p>
<p>Em junho de 2000 – havia então acabado nossa “estranha parceria” com o  IDGNow – o Webinsider entrou no ar. Naquela época, a grande novidade do momento era o <a rel="externo" href="http://www.rebelo.org/2000/06/windows-me-o-windows-do-milenio/" target="_blank">lançamento do Windows Millennium</a> (Windows ME) e, logo em seguida, o <a rel="externo" href="http://www.rebelo.org/2000/07/internet-explorer-55-sem-novidades/" target="_blank">Internet Explorer 5.5</a>. Entre as vedetes mundiais daquele tempo, a America Online (AOL) ainda era ultra mega power.</p>
<p>O chato de ler essas matérias hoje é notar como pouca coisa mudou em termos de mercado. Quando <a rel="externo" href="http://www.rebelo.org/2000/09/windows-millennium-e-oficialmente-lancado-no-comercio/" target="_blank">chegou às prateleiras</a> no Brasil, em setembro de 2000, o Windows ME custava R$ 439 na versão completa e R$ 199 no upgrade.</p>
<p>Ou seja, dez anos depois, continuamos reféns de um monte de caranguejo acomodado e sem visão.</p>
<p>O jeito é continuar escrevendo. O mínimo que podemos fazer é sugerir alternativas e incentivar o bom debate. Esperamos não falhar na hora H. Até porque não existe Viagra para honestidade. <strong>[Webinsider]</strong></p>
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		<title>Tamiflu, medicamento contra gripe suína, é muito pouco explicado</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2009/08/tamiflu-gripe-suina-imprensa/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 21:15:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco &#124; 09.ago.2009 Entre o ano 2000 e outubro de 2006, somente no Japão morreram 54 pessoas em decorrência de supostos efeitos colaterais relacionados ao medicamento Tamiflu. Entre elas, 16 eram crianças ou adolescentes e em boa parte dos óbitos há indícios claros de tentativas de suicídio. Os números são públicos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="mailto:imprensa@rebelo.org">Paulo Rebêlo</a><br />
Diario de Pernambuco | 09.ago.2009</p>
<p>Entre o ano 2000 e outubro de 2006, somente no Japão morreram 54 pessoas em  decorrência de supostos efeitos colaterais relacionados ao medicamento Tamiflu.  Entre elas, 16 eram crianças ou adolescentes e em boa parte dos óbitos há  indícios claros de tentativas de suicídio. Os números são públicos e fazem parte  do banco de dados do Ministério da Saúde daquele país.</p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Em 2007, o governo  japonês proibiu de vez a ingestão de Tamiflu por menores de idade, depois que  novos dois casos foram relatados às autoridades sobre adolescentes que pularam  do segundo andar enquanto se tratavam com Tamiflu. Relatos parecidos também são  encontrados em outros países, embora até hoje ninguém tenha conseguido comprovar  cientificamente uma relação direta.</span></p>
<p>Enquanto isso, o Tamiflu continua a  ganhar novos mercados, principalmente em países subdesenvolvidos que somente  agora, com a epidemia da gripe suína, estão conseguindo importar ou  comercializar o remédio que, por sinal, não é barato.</p>
<p>O Tamiflu é o mesmo  remédio que tem sido encarado pelo governo brasileiro como o santo graal da luta  contra a gripe suína. Os médicos protestaram contra as limitações e o governo  cedeu. Hoje, qualquer médico pode receitar o Tamiflu de acordo com suas próprias  conclusões. Como de praxe, vão receitar o Tamiflu aos primeiros indícios de  gripe, na esperança de que caso confirme ser a do tipo H1N1, os pacientes já  estejam devidamente medicados e a caminho da cura. É uma lógica até eficaz, mas  resta saber se todos estão devidamente informados sobre a &#8220;atuação&#8221; do Tamiflu  em outras praças. Considerando o silêncio do governo brasileiro e dos principais  meios de comunicação, é de se duvidar.</p>
<p>Na prática, o Tamiflu é um  medicamento desconhecido na América Latina e principalmente no Brasil, embora  seja bastante popular nos Estados Unidos, no Japão e em outros países dito  desenvolvidos. Quanto mais casos de morte por gripe suína são reportados na  América Latina, maior é o tom alarmista e menor é o conhecimento científico da  população sobre variáveis presentes na epidemia e na cobertura da imprensa.</p>
<p>O Tamiflu é uma das variáveis mais curiosas. Informações e  esclarecimentos sobre potenciais efeitos adversos do Tamiflu estão totalmente  fora das manchetes dos jornais, mesmo com tantos precedentes. Não se trata de ir  contra o medicamento, o qual em várias situações provou-se ser a única solução  realmente eficaz contra a gripe suína. Mas de informar a população sobre os  questionamentos clínicos e científicos os quais, até hoje, não foram explicados  com o devido rigor científico.</p>
<p>Estudos sobre efeitos colaterais do  Tamiflu em crianças e doenças dermatológicas em adultos são ignorados no Brasil  e varridos para debaixo do tapete pela imprensa. Na Inglaterra, um estudo da  Health Protection Agency (HPA) publicado agora em 2009 mostra uma &#8220;alta  proporção&#8221; de efeitos colaterais entre crianças que tomaram o Tamiflu, dos quais  o pior é a alta incidência de pesadelos e outras adversidades  psicológicas.</p>
<p>O laboratório Roche, fabricante do Tamiflu,respondeu  oficialmente às preocupações levantadas pelo estudo da HPA. Conforme mostra  reportagem do Telegraph publicada no dia 31 de julho de 2009, a Roche informa  &#8220;ainda não haver estabelecido&#8221; a relação entre o Tamiflu e efeitos colaterais  neuropsiquiátricos.</p>
<p>A falta de profundidade na cobertura da gripe suína  não é exclusividade da América Latina. Ainda em julho, um dos colunistas do  jornal Los Angeles Times, James Rainey, criticou a superficialidade da imprensa  norte-americana, condenando o excesso de alarme e a carência de informações  precisas à sociedade. No Brasil a situação é um pouco pior, porque aqui o  Tamiflu é um ilustre desconhecido. Consequentemente, os médicos têm pouco  alicerce para melhor ponderar os efeitos colaterais entre os brasileiros.</p>
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		<title>Gripe suína: Tamiflu vira manchete, mas pouco ou nada se sabe</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 20:39:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo &#124; 04.agosto.2009 Knight Center for Journalism Quanto mais casos de morte por gripe suína são reportados na América Latina, maior é o tom alarmista da imprensa e menor é o real conhecimento da população sobre variáveis presentes na cobertura. Da noite para o dia, o nome do remédio &#8220;tamiflu&#8221; ganhou as principais manchetes, diariamente, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;"><em>Paulo Rebêlo | 04.agosto.2009<br />
</em> <a href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/4794"><em>Knight Center for Journalism</em></a></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;"><em><br />
</em>
</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;">Quanto mais casos de morte por gripe suína são reportados na América Latina, maior é o tom <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/3818">alarmista</a> da imprensa e menor é o real conhecimento da população sobre variáveis presentes na cobertura. Da noite para o dia, o nome do remédio &#8220;tamiflu&#8221; ganhou as principais <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/08/04/brasil,i=131890/MEDICAMENTO+CONTRA+GRIPE+SUINA+ESTA+LIBERADO.shtml">manchetes</a>, diariamente, de jornais, revistas e televisão. Mas na maioria dos países latinos, pouco ou nada se ouviu falar sobre o medicamento até agora.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;">Excetuando-se reportagens isoladas e específicas sobre saúde, publicadas no passado e sem vínculo algum com a gripe suína, o <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tamiflu">Tamiflu</a> é uma grande novidade para a maioria da população que desconhece esse remédio tão popular nos Estados Unidos. Por que? Ninguém sabe explicar ao certo e, até agora, a imprensa tem falhado em ir além do noticiário factual.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;">Críticas sobre <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://www.askapatient.com/viewrating.asp?drug=21087&amp;name=TAMIFLU">potenciais efeitos adversos</a> do Tamiflu também estão fora das manchetes, mesmo quando há precedentes até hoje pouco explicados, como mostra uma reportagem do <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://www.japantimes.co.jp/">Japan Times</a> publicada no dia 20 de março de 2007. O Japão é o país que mais compra Tamiflu e há dezenas de casos de <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://search.japantimes.co.jp/cgi-bin/fs20070320a3.html">suposto suicídio</a> por pacientes que usavam o medicamento.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;">Estudos sobre efeitos colaterais do <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://www.telegraph.co.uk/health/swine-flu/5943331/Tamiflu-linked-to-side-effects-among-children-reports-find.html">Tamiflu em crianças</a> e <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://injury-law.freeadvice.com/drug-toxic_chemicals/tamiflu-warning-risks.htm">efeitos nocivos à pele</a> também não fazem parte da cobertura.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;">
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;"><span id="more-1586"></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;">No Brasil, após forte pressão dos médicos, o governo resolveu <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/08/04/e040817147.asp">liberar</a> de vez a prescrição de Tamiflu para pacientes que não estejam enquadrados no chamado &#8220;grupo de risco avançado&#8221;. Há poucas semanas, somente a rede pública de saúde podia receitar o Tamiflu. E até cinco dias atrás, os médicos da rede particular podiam receitar somente em casos avançados da doença. Agora, qualquer médico pode receitar Tamiflu de acordo com seus próprios critérios.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;">O uso de <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/08/04/e040817147.asp">drogas contra gripe</a> é uma novidade para a maioria dos países latinos, os quais conhecem e usam apenas <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=3200">formas de vacina contra gripe</a> e, mesmo assim, somente implementada em larga escala há poucos anos.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;">A falta de profundidade na cobertura da gripe suína não é exclusividade da América Latina. Há menos de duas semanas, o colunista do Los Angeles Times, James Rainey, <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://www.latimes.com/entertainment/news/la-et-onthemedia29-2009jul29,0,566995.column">criticou a superficialidade</a> da imprensa americana, enquanto no Brasil diversas críticas tratam da <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/4758">irresponsabilidade dos jornais</a>nas manchetes e notícias sobre a epidemia.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px;">Muito pouco se fala ou se explica sobre o Tamiflu, uma espécie de <a style="color: #052d66; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/4683">santo graal</a>da medicina atualmente em prática na América Latina contra a gripe.</p>
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		<title>Abraji // 4º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 13:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Rebêlo &#124; Julho 17, 2009 Knight Center for Journalism in the Americas Experiência e recursos financeiros. Dois fatores aparentemente essenciais para uma boa reportagem investigativa, mas que nada valem se o repórter não tiver força de vontade e fôlego quase juvenil para perseguir a informação que muitos preferem manter escondida. Este foi apenas um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="mailto:imprensa@rebelo.org">Paulo Rebêlo</a> | Julho 17, 2009<br />
<a href="http://knightcenter.utexas.edu/events_article.php?page=9750">Knight Center for Journalism in the Americas</a><br />
<em><br />
</em></p>
<p><span>Experiência e recursos financeiros. Dois fatores aparentemente essenciais para uma boa reportagem investigativa, mas que nada valem se o repórter não tiver força de vontade e fôlego quase juvenil para perseguir a informação que muitos preferem manter escondida.</span></p>
<p>Este foi apenas um dos muitos desafios debatidos em São Paulo, entre os dias 9 e 11 de julho, no 4º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo. Organizado pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e com apoio e patrocínio do Centro Knight para Jornalismo nas Américas e várias outras instituições, o evento ocorreu na Universidade Anhembi-Morumbi e contou com a presença de quase 500 jornalistas, estudantes e professores de jornalismo, incluindo 62 palestrantes em 50 oficinas.</p>
<p><span id="more-1553"></span></p>
<p>Os assuntos foram dos mais diversos, dos tradicionais, como narcotráfico e corrupção, à investigação esportiva e cobertura dos bastidores políticos no interior do Brasil. Ideias e reportagens investigativas em economia, tecnologia e meio ambiente também foram amplamente comentadas e discutidas entre os participantes, concedendo um aspecto ainda mais plural e complexo ao que se entende por jornalismo investigativo.</p>
<p>A presidente da Abraji, Angelina Nunes, falou da importância do intercâmbio de ideias e experiências entre os participantes, sejam eles profissionais, estudantes ou aspirantes a uma vaga nas faculdades de jornalismo. Embora tenha se consolidado na agenda do jornalismo brasileiro, o congresso da Abraji deste ano tornou-se ainda mais essencial em virtude das eleições gerais de 2010, quando os eleitores irão votar para presidente, governadores e senadores.</p>
<p>Maria Cristina Fernandes, editora de Política do jornal Valor Econômico, registra uma importância ímpar na cobertura jornalística das eleições e das novas investigações que possam surgir. &#8220;A sociedade irá eleger o sucessor de um dos políticos mais populares da história do Brasil e, provavelmente, terão uma mulher entre os candidatos mais fortes à presidência. É também a primeira vez, desde a reabertura democrática, em que o Lula não será candidato”, explicou.</p>
<p>O professor Rosental Calmon Alves, diretor do Centro Knight, reafirma a enorme satisfação de conferir e presenciar como a Abraji cresceu nos últimos anos, desde sua <a href="http://knightcenter.utexas.edu/events_article.php?page=160">fundação em 2002</a> como um ideal comum entre jornalistas até o sólido e crescente grupo de hoje, cujo sonho de contribuir para um jornalismo de qualidade continua a nortear suas ações. &#8220;O 4º Congresso Internacional realizado em São Paulo é a demonstração de maturidade e da eficiência desta organização de jornalistas. E é com muito orgulho que nós do Centro Knight apostamos na iniciativa e continuamos a apoiar&#8221;, resumiu Alves.</p>
<p>Entre os palestrantes internacionais levados a São Paulo pela Abraji encontravam-se Mark Horvit, diretor executivo da IRE (<a href="http://www.ire.org/">Investigative Reporters and Editors</a>); Joe Bergantino o diretor do <a href="http://www.necir-bu.org/">Centro de Jornalismo Investigativo da Nova Inglaterra</a>, na Universidade de Boston; Ana Arana, <a href="http://knight.icfj.org/OurFellows/FellowProfiles/AnaArana/tabid/142/Default.aspx">International Knight Fellow</a> na Cidade do Mexico; Maria Teresa Ronderos, editora de Internet da <a href="http://www.semana.com/home.aspx">revista Semana</a>, da Colômbia; Gabriel Michi, presidente do FOPEA (<a href="http://www.fopea.org/">Forum del Periodismo Argentino</a>); e Kirk Semple, repórter do <a href="http://www.nytimes.com/">New York Times</a>.</p>
<p>Como de costume, grande parte do público presente no congresso da Abraji eram estudantes de jornalismo vindos de vários lugares do Brasil, mas principalmente da região de São Paulo. Estudante do último ano de jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo, Camila Rodrigues participou pela primeira vez de um congresso da Abraji. &#8220;Já havia participado de cursos separados, mas nunca de um congresso inteiro. As palestras foram interessantes demais e foi ótimo ter espaço para fazer perguntas&#8221;, elogiou a futura jornalista de 22 anos.</p>
<p>Vinda da região do Vale do Paraíba, no interior do Estado de São Paulo, a estudante Ticiane Toledo mostrou-se surpreendida com a qualidade dos palestrantes e dos assuntos discutidos durante os três dias de evento. &#8220;Um dos pontos positivos foi quebrar o estigma de que jornalismo investigativo está ligado somente às editorias de Polícia e Política. Admito que eu mesma tinha dificuldades de fazer a ligação entre jornalismo investigativo e Esportes, por exemplo&#8221;, diz Ticiane.</p>
<p>Ao fim do 4º Congresso Internacional da Abraji, uma reclamação curiosa imperou entre os estudantes de jornalismo: o &#8220;excesso&#8221; de qualidade, por assim dizer. Com tantos profissionais competentes e temas interessantes, ficou difícil acompanhar tudo, principalmente no caso de palestras simultâneas em salas distintas.</p>
<p>José Roberto de Toledo, um dos diretores da Abraji, ajudou a organizar todos os congressos realizados até agora e explica que a ideia é oferecer muitas possibilidades para os participantes escolherem. &#8220;É um modelo comum em eventos deste porte, como ocorre com o IRE, por exemplo. Com a variedade de palestras boas, mais gente se interessa em participar. Acreditamos ser melhor ter mais opções do que ter apenas palestras contadas e escolhidas pelos organizadores&#8221;, explica Toledo, frisando que no Brasil, hoje, não há evento jornalístico com tantas possibilidades de participação feito o congresso da Abraji.</p>
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		<title>Congresso em descompasso com interesses da sociedade</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2008/05/congresso-em-descompasso-com-interesses-da-sociedade/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 04:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TRANSPARÊNCIA // Nações Unidas cobra do governo livre acesso à informação pública Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco &#8211; 11.maio.2008 A demagogia da política brasileira acaba de ganhar um capítulo adicional, com o comprometimento do governo, frente às Nações Unidas (ONU), de cumprir 117 recomendações referendadas na última &#8220;Revisão Periódica Universal&#8221; da entidade. Entre as sugestões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.rebelox.com/wp-content/uploads/2008/05/flip14.jpg" title="" width="197" height="244" border="0" hspace="4" vspace="2"/>TRANSPARÊNCIA // Nações Unidas cobra do governo livre acesso à informação pública</p>
<p>Paulo Rebêlo<br />
Diario de Pernambuco &#8211; 11.maio.2008</p>
<p>A demagogia da política brasileira acaba de ganhar um capítulo adicional, com o comprometimento do governo, frente às Nações Unidas (ONU), de cumprir 117 recomendações referendadas na última &#8220;Revisão Periódica Universal&#8221; da entidade. Entre as sugestões aceitas pelo Brasil, elaboradas por nove relatores especiais do órgão internacional, uma se destaca: &#8220;o governo do Brasil fará o possível para assegurar que o Congresso Nacional adote uma lei de acesso dos cidadãos a informações públicas&#8221;.</p>
<p><span id="more-2237"></span><br />
Ao assinar e divulgar os termos propostos pela ONU, o país novamente vai de encontro à falta de interesse político no que se refere ao acesso à informação pública por parte da sociedade. Antes de ser um direito, o livre acesso às informações públicas deveria ser um dever dos órgãos públicos, conforme a Constituição Federal de 1988 prevê em seu artigo 5º, inciso 33: &#8220;(&#8230;) todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade (&#8230;)&#8221;.</p>
<p>Até hoje, passados vinte anos, a lei não foi regulamentada apesar de ter ficado pronta para ser votada desde 2003, nunca entrou em pauta. Entre outros projetos similares arquivados no Congresso, o mais abrangente é o PL 219/2003, o qual nunca despertou interesse sequer da base aliada.</p>
<p>As outras recomendações da ONU nesta última revisão periódica incluem obviedades genéricas como a melhoria do sistema penitenciário, redução da discriminação racial, esforços para reduzir a pobreza, ampliar o acesso das pessoas à Justiça e assim por diante. Todas, evidentemente, aceitas e referendadas pelo governo brasileiro no encontro, cuja proposta inicial era a apresentação de um relatório sobre a situação dos direitos humanos no país. </p>
<p>A Revisão Periódica Universal é um novo mecanismo pelo qual o conselho de direitos humanos da ONU analisa se os países estão cumprindo suas obrigações e compromissos na área. Durante o processo de revisão do Brasil,também foram discutidos temas relacionados à liberdade de expressão, como o direito à memória e à verdade sobre violações durante a ditadura militar; a falta de pluralidade e a concentração dos meios de comunicação; os problemas na concessão de licenças para funcionamento das rádios comunitárias; e agressões e violência contra jornalistas.</p>
<p>A pouca transparência dos gestores públicos e dos governos, em todas as esferas (municipal, estadual e federal) mobiliza uma série de entidades e associações, que até agora não conseguiram pressionar o Congresso a votar uma lei sobre o tema. O assunto foi abordado recentemente, em duas edições do Diario, nos dias 17 e 24 de fevereiro deste ano. Na ocasião, o presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Walter Nunes Júnior, lembrou que o chamado &#8220;Projeto Transparência&#8221; (PLP 217/2004) já foi até aprovado pelo Senado, mas sequer chegou a ser na Câmara dos Deputados. &#8220;Falta apenas o empenho político e interesse dos governantes&#8221;, realçou.</p>
<p>Um estudo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), sobre o direito de acesso a informações públicas, revela dados pouco animadores. O projeto avaliou a transparência nas 27 unidades federativas do Brasil. O resultado, pior do que esperado inicialmente, mostrou que apenas 3,6% dos órgãos forneceram os dados solicitados integralmente, enquanto 22% retornaram parcialmente.</p>
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		<title>Arte, água e cólera</title>
		<link>http://www.rebelox.com/2008/01/arte-gua-e-clera/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 14:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje &#233; um daqueles dias que o p&#250;blico compra jornal na rua. Fazer uma boa primeira p&#225;gina &#233; sempre um trabalho estressante para quem gosta da institui&#231;&#227;o chamada jornal e dias como hoje conseguem convencer at&#233; os incr&#233;dulos que vale a pena comprar, nem que seja umzinho para ler no banheiro. A Folha de S. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje &eacute; um daqueles dias que o p&uacute;blico compra jornal na rua. Fazer uma boa primeira p&aacute;gina &eacute; sempre um trabalho estressante para quem gosta da institui&ccedil;&atilde;o chamada jornal e dias como hoje conseguem convencer at&eacute; os incr&eacute;dulos que vale a pena comprar, nem que seja umzinho para ler no banheiro. </p>
<p><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/fsp-09-jan-2008x.jpg" align="left" title="FSP 09jan2008" width="270" height="259" border="0" hspace="5" vspace="1"/> A Folha de S. Paulo abre com a not&iacute;cia mais apurada (j&aacute; estava na internet ontem) sobre a &#8220;devolu&ccedil;&atilde;o&#8221; dos quadros roubados no Masp. Pouca gente acreditava que esses quadros roubados iam reaparecer, mas a pol&iacute;cia os encontrou intactos em uma casa na periferia de S&atilde;o Paulo. A capa &eacute; boa, mas a not&iacute;cia em si deixa a desejar nos detalhes da investiga&ccedil;&atilde;o. Talvez divulguem mais adiante, para n&atilde;o atrapalhar a busca pelo mentor do crime. A Folha tamb&eacute;m destaque a importante vit&oacute;ria de McCain, para quem acompanha as elei&ccedil;&otilde;es americanas. Esse McCain &eacute; incans&aacute;vel, est&aacute; em todas as campanhas para presidente. O Estad&atilde;o abriu com menos destaque a quest&atilde;o do Masp, O Globo com menos destaque ainda (uma nota na capa). Detalhe do jornal carioca &eacute; que a foto &eacute; classuda demais, deixaram a explos&atilde;o de lado.</p>
<p><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/dp-09-jan-2008.jpg" align="middle" title="DP 09jan2008" width="410" height="690" border="0" hspace="8" vspace="1"/></p>
<p>Como bem frisou um colega de reda&ccedil;&atilde;o, a primeira p&aacute;gina do Di&aacute;rio parece mais o Di&aacute;rio Oficial do Estado, tamanho &eacute; o ufanismo. Verbos, sempre eles. E quando s&atilde;o incisivos, a carga &eacute; ainda maior. Mas a chamada atrai e as outras manchetes, menores, recompensam o ufanismo da principal: a den&uacute;ncia contra um major da PM, o assaltante baleado, o empr&eacute;stimo a aposentados e a perman&ecirc;ncia de Carlinhos Bala no Sport, para os fan&aacute;ticos por futebol.</p>
<p><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/jc-09-jan-2008x.jpg" align="center" title="" width="270" height="462" border="0" hspace="5" vspace="1"/>Se tivesse de escolher entre os tr&ecirc;s de Pernambuco hoje, ficaria com a c&oacute;lera do JC, sem trocadilhos. Mas depois compraria outro, decepcionado com a falta de maiores detalhes na mat&eacute;ria em quest&atilde;o, principalmente um resgate hist&oacute;rico sobre quanto o c&oacute;lera j&aacute; assustou os pernambucanos em tempos nem t&atilde;o remotos assim. A foto de ag&ecirc;ncia, em destaque, da explos&atilde;o em favela do Rio de Janeiro tamb&eacute;m terminou sendo outra escolha bem acertada. O Di&aacute;rio preferiu usar a imagem menor, quase passa em branco.</p>
<p><img src="http://www.rebelo.org/wp-content/uploads/fpe-09-jan-2008-x.jpg" align="left" title="" width="300" height="338" border="0" hspace="5" vspace="1"/>A Folha de Pernambuco tamb&eacute;m investiu na &aacute;gua, seguindo a mesma linha sugestiva-popular e sem ufanismo. O mais engra&ccedil;ado &eacute; que o jornal parece adorar dar destaque &agrave; careca do governador Eduardo Campos, pois &eacute; l&iacute;der nesses enquadramentos cl&aacute;ssicos de assinatura de conv&ecirc;nios. Sempre nos ferramos, os quase-carecas.</p>
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		<title>Yamicast: entrevista de sotaque</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 04:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rebêlo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A jornalista Yami Trequesser entrevista o jornalista Paulo Rebêlo, numa conversa de comadres com sotaque nordestino (da minha parte). Link para o Yamicast aqui ou para o arquivo com o podcast direto aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A jornalista Yami Trequesser entrevista o jornalista Paulo Rebêlo, numa conversa de comadres com sotaque nordestino (da minha parte). Link para o Yamicast <a href="http://www.thesanchoplan.com/yamica/yamicast_2jun07.html">aqui</a> ou para o arquivo com o podcast direto <a href="http://www.thesanchoplan.com/yamica/Yamicast-07.mp3">aqui</a>.</p>
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