Posts Tagged ‘voip’

Telefone híbrido: fixo e celular juntos

Wednesday, June 21st, 2006

Preocupado com a quantidade de taxas, aparelhos e contas diferentes que você precisa pagar de telefonia fixa e móvel? Pois, aos poucos, a chamada telefonia híbrida começa a ganhar corpo no Brasil, com as operadoras fazendo testes - e comercializando - os primeiros aparelhos que juntam o celular e o fixo em único produto, compartilhando contas e facilitando a vida do usuário. Em tese, o funcionamento é bem simples: quando você está em casa, o aparelho efetua ligações pela rede fixa; saiu de casa, o sinal de celular é utilizado para completar as chamadas. Confira como isso funciona e quais as estratégias das operadoras.
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Blackberry: computador (e telefone) na palma da mão

Friday, June 9th, 2006

O nome é bem estranho, mas a febre é mundial. Finalmente, as operadoras começam a oferecer os aparelhos chamados de Blackberry, um fenômeno da telecomunicação moderna que já conquistou milhões de pessoas mundo afora, grande parte por conta da versatilidade de usar internet, telefonia, agenda e mensagens em um aparelho portátil, simples e direto. Relativamente desconhecido no Brasil, a investida chega com atraso para o usuário final, já que há um ano é oferecido apenas para empresas.
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Na corrida da internet banda larga, Nordeste fica para trás

Wednesday, April 12th, 2006

Enquanto o mercado de trabalho se orgulha do destaque internacional que Pernambuco alcançou no setor de Tecnologia da informação, os usuários de informática ficam a ver navios quando o assunto é internet de alta velocidade. Sem exceção, hoje quem depende de uma conexão à web para trabalhar, ou apenas quer se divertir, encontra-se à mercê de um cenário
onde quase não existe concorrência e, comumente, se depara com preços mais caros do que em outras regiões do País.
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Telemar quer expandir VoIP para todo o Brasil

Thursday, March 23rd, 2006

Paulo Rebêlo
Folha de Pernambuco - 22.março.2006

Com toda a reclamação das operadoras em relação ao uso da telefonia pela internet (VoIP, do inglês voz sobre IP), aos poucos elas começam a oferecer soluções próprias para os clientes, sem a necessidade de um computador ou de acessórios externos. A Telemar já começou, por enquanto apenas nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói, Belo Horizonte e Governador Valadares. Batizado de OiVOIP, o serviço está em expansão para outras cidades brasileiras e deve chegar ao Nordeste pelos próximos meses, segundo confirma a própria empresa.

Reportagens anteriores (veja ao lado) reveleram o que analistas da indústria já antecipavam: as operadoras não têm como - e não querem - reverter a situação. Para não perder mercado, oferecem o serviço, mais caro, mas que abocanha uma considerável fatia de clientes por conta das facilidades práticas. Não é preciso contratar outra empresa/plano e nem entender de informática.

No caso da Telemar, o OiVOIP só faz ligações para Estados Unidos e Canadá. O principal diferencial é não haver necessidade de usar o computador, basta ter uma conexão em banda larga (Velox) e um telefone comum. A Telemar vende o adaptador para ser acoplado no aparelho convencional, que converte o sinal para digital e transmite a voz do cliente pela internet, via rede da Telemar em parceria com a americana Net2Phone, até o destino.

O serviço também funciona para quem mora em outros países,  sendo possível adquirir um número virtual e usufruir de tarifas locais ao telefonar para o Brasil. Os planos são a partir de R$ 49,90 mensais com franquia 200 minutos p/ mês, fora o custo do adaptador. Para quem for falar 1000 minutos por mês, um plano promocional fornece o aparelhinho de conversão por apenas R$ 1.

As desvantagens ficam por conta das restrições impostas pela Telemar. De acordo com a empresa, mesmo quando chegar a outras localidades, o OiVOIP só poderá ser solicitado por clientes do Velox — hoje é assim, também. Outros serviços de banda larga não são aceitos. A assinatura, apesar de parecer bem mais barata para quem nunca usou telefonia pela internet, é mais cara do que produtos concorrentes como o Skype, por exemplo, e sem a mesma flexibilidade.

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Regras de telefonia para internet não mudam

Wednesday, March 8th, 2006

Paulo Rebêlo
Folha de Pernambuco - 08.março.2006

Novo capítulo da novela para quem usa internet discada (modem e linha telefônica) no Brasil. Após meses anunciando as novas regras da telefonia, quando a tarifação por pulsos seria convertida à cobrança de minutos das ligações, o Governo Federal resolveu voltar atrás e suspender a mudança por completo.

A conversão para minutos representaria um aumento de até 150% na conta telefônica para os internautas de linha discada, a ampla maioria no País, conforme reportagens e cálculos de institutos de defesa do consumidor reveleram, seguidas vezes.

O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, garante que o adiamento da conversão será de, no mínimo, mais um ano. O início da mudança entraria em vigor este mês e se completaria até o final de julho. As operadoras, inclusive, já haviam anunciados tarifas e informativos para explicar aos clientes os novos preços, como foi o caso da Telemar com o site www.telemar.com.br/minuto

O ministro justifica a decisão de revogar a conversão ao afirmar que a mudança traria prejuízos para os consumidores - um fato identificado desde o primeiro dia do anúncio da mudança, por associações e usuários de internet. Segundo cálculos do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), ligações de até uma hora seriam 165,76% mais caras do que hoje. Quem passa meia hora por dia na internet, hoje, gasta R$ 30 todo mês de telefone. Com a tarifação por minutos, seria R$ 75 ao mês.

Anatel quer plano específico para internet —

Em discussão desde 2001, um plano específico para internautas de linha discada volta à mesa de negociações do governo e da Anatel. A idéia é seguir o exemplo já adotado por operadoras, como Telefônica e Telemar, de cobrar um valor fixo mensal e liberar o acesso, sem limite de horas, para conexões à internet. No entanto, a proposta que circula nos corredores do Ministério das Comunicações (MC) é que o valor pode vir a ser embutido na taxa de assinatura do telefone, valendo para todos os consumidores, com ou sem internet.
 

Outra proposta é ampliar o horário de pulso único, atualmente em vigor entre 0h e 6h, quando o usuário paga apenas um pulso telefônico independente de quantas horas passe online. A proposta levantada no MC é que o início da cobrança única seja antecipada para 21h. Um plano para localidades sem provedor de acesso, também em discussão desde 2001, o chamado “0i00″, é outro tópico de volta às negociações. Tudo sem limite ou previsão de entrar em vigor, até agora.

Outro lado: operadoras não gostaram, é claro…

As operadoras de telefonia, evidentemente, se posicionaram contra a decisão do governo de cancelar a conversão para minutos. Para a Associação Brasileira das Prestadoras de Telefonia Fixa Comutada (Abrafix), que representa as operadoras, a tarifação por minutos seria “mais simples e benéfica para a sociedade”. Em entrevista à Folha de S. Paulo, o presidente da Telefônica, Fernando Xavier, alega que “a modificação tem que ser feita de forma a não alterar as receitas totais da empresa, quem paga menos do que deve passaria a pagar mais”.

Uma solução apontada por advogados e especialistas é que a Anatel deveria resolver, em separado, a situação dos internautas de linha discada. “A mudança do sistema de tarifação de pulso para minuto é, em tese, boa para o usuário pois representa uma forma mais justa de cobrança e controle. A questão passa a ser como estabelecer o valor do minuto de modo que a conversão não traga prejuízos para os usuários e para as operadoras”, opina o especialista em telecomunicações Eduardo Tude.

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